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IHARA apresenta novidades e tecnologias consagradas para fruticultura na 30ª Hortitec

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A IHARA, referência em pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, marcará presença na 30ª edição da Hortitec, que acontece de 25 a 27 de junho de 2025, no Parque da Expoflora, em Holambra (SP). A empresa levará ao evento dois lançamentos inéditos para o controle de doenças nas culturas de maçã, melão, manga, uva, rosa e outras frutíferas, além de soluções consolidadas para hortifrúti (HF).

Novos fungicidas com moléculas inéditas no Brasil

Entre as principais novidades, destacam-se os fungicidas MIGIWA e PROPERTY. O MIGIWA traz uma inovação mundial para o combate à sarna da maçã, mostrando alta eficácia mesmo em períodos críticos, sem causar russeting — aquela textura rugosa que prejudica o valor comercial do fruto. Além disso, garante controle prolongado mesmo em condições climáticas adversas, resultando em frutos de melhor qualidade.

Já o PROPERTY foi desenvolvido para o manejo do oídio na fruticultura e floricultura, com uma molécula exclusiva no Brasil. O produto proporciona alta performance no controle da doença, assegurando frutos e flores mais saudáveis e com melhor aparência. Outro diferencial é o atendimento aos Limites Máximos de Resíduos (LMR) exigidos por mercados internacionais como Europa, Estados Unidos e Japão, ampliando a competitividade do produtor brasileiro.

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Visão dos especialistas da IHARA

Archimedes Nishida, engenheiro agrônomo e gerente de Produtos Fungicidas da IHARA, destaca que os lançamentos representam um avanço significativo para a fruticultura e floricultura nacionais. “Essas culturas possuem grande potencial, mas enfrentam desafios no controle de doenças que impactam a qualidade e rentabilidade. Com MIGIWA e PROPERTY, oferecemos soluções inovadoras que aumentam a eficiência e segurança para os produtores”, afirma.

Para Fernando Gilioli, gerente de Marketing Regional, a participação na Hortitec é uma oportunidade para fortalecer o relacionamento com os agricultores. “Queremos entender as necessidades do campo e mostrar como nossas tecnologias podem elevar a produtividade e rentabilidade, reforçando nosso compromisso com a agricultura brasileira.”

Soluções consolidadas para hortifrúti

Além das novidades, a IHARA apresentará produtos consagrados no mercado. O fungicida TOTALIT possui ação sistêmica e por contato, garantindo alta eficácia no controle preventivo de doenças como míldio, requeima e alternaria em hortifrúti.

O COMPLETTO, indicado para batata, tomate e cebola, protege as lavouras contra doenças fúngicas em todas as fases, com destaque para o combate à requeima da batata e ao míldio na cebola. Sua ação sistêmica permite proteção contínua mesmo em condições altamente favoráveis ao desenvolvimento das doenças.

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O MONCUT, fungicida exclusivo para batata, contribui para aumento da produção de tubérculos especiais, melhora a qualidade da pele e uniformidade do estande. É altamente eficaz contra a Rizoctoniose (Rhizoctonia solani), protegendo estolões, ramas e tubérculos, além de melhorar o vigor e a germinação da cultura.

Compromisso com inovação e sustentabilidade

Fernando Gilioli reforça que o amplo portfólio da IHARA demonstra o compromisso da empresa com a inovação, sustentabilidade e eficiência no uso de defensivos agrícolas, alinhando-se às tendências globais e às necessidades do agricultor brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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