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Temporal provoca alagamentos pontuais em unidades de saúde e equipes atuam para normalizar situação

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que, em decorrência do forte temporal registrado na tarde deste domingo (22), algumas unidades de saúde do município foram afetadas por alagamentos pontuais. Nenhum paciente foi prejudicado.

Na UPA Leblon houve registro de retorno de água pelos ralos, situação provocada pelo grande volume de chuva em curto período de tempo, o que comprometeu a vazão da rede pluvial. Para amenizar a situação, um caminhão-fossa já está se deslocando para a unidade para realizar a sucção da água acumulada. A equipe de Obras da Secretaria Municipal de Saúde também já se encontra no local para avaliar e adotar as providências necessárias.

Já no Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá foram registrados alagamentos em corredores da unidade. Parte da água também teria escoado para dentro da estrutura após intervenção irregular em imóvel vizinho, onde foi aberto um buraco no muro para direcionar o volume da chuva, agravando a situação. O Centro Médico Infantil (CMI) NÃO foi atingido.

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A Secretaria esclarece que o prédio do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá é uma estrutura antiga, que já enfrenta desafios estruturais, e reforça que situações externas contribuem para o agravamento dos impactos em períodos de chuvas intensas.

Assim que os pontos de alagamento foram identificados, as equipes gestoras acionaram imediatamente os serviços de limpeza e manutenção para contenção da água e higienização dos espaços afetados, garantindo a continuidade e a segurança dos atendimentos.

A Prefeitura segue monitorando a situação e adotando as providências cabíveis.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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