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IHARA Apresenta Inovações para o Campo na Coopercitrus Expo 2024

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A IHARA, renomada empresa especializada em pesquisa e desenvolvimento de soluções agrícolas, marcará presença na Coopercitrus Expo 2024, que ocorrerá de 22 a 26 de julho em Bebedouro, SP. A participação da empresa reflete seu compromisso contínuo com a agricultura, oferecendo tecnologias inovadoras para o combate a pragas, doenças e plantas daninhas, visando maximizar a produtividade das lavouras.

Iuri Cosin, engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, ressalta a importância da Coopercitrus Expo como uma oportunidade para a apresentação e demonstração das soluções da empresa. “Eventos como este são cruciais para mostrar nosso portfólio abrangente e para entender as necessidades dos agricultores a cada safra. Estamos comprometidos em oferecer tecnologias eficientes e sustentáveis, alinhadas às demandas do mercado, e ajudar os produtores na tomada de decisões informadas para seus negócios,” afirma Cosin.

Inovações para a Cana-de-Açúcar

Para a cultura da cana-de-açúcar, a IHARA destacará o herbicida Yamato SC, um produto pré-emergente altamente seletivo que oferece flexibilidade de aplicação e controle de várias espécies de plantas daninhas, incluindo aquelas resistentes. O Yamato SC proporciona proteção prolongada, resultando em lavouras mais limpas e produtivas. Além da cana-de-açúcar, o herbicida também é registrado para a cultura do café.

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Outro destaque é o inseticida Zeus, eficaz no controle do Sphenophorus levis nos canaviais e também aplicável na soja. Com ação translaminar e sistêmica, o Zeus elimina as pragas rapidamente por contato e ingestão, oferecendo um efeito de choque e residual notável.

Soluções para a Sojicultura

Na soja, a IHARA apresentará o fungicida Fusão EC, que se destaca por sua formulação eficaz e facilidade de aplicação. Combinando dois ativos principais, o produto oferece alta velocidade de absorção e translocação, garantindo uma ação sistêmica completa.

O inseticida Zeus também é recomendado para a soja, especialmente contra percevejos Marrom e Barriga-Verde, proporcionando maior poder de choque e residual.

Tecnologias para a Cafeicultura

No setor de cafeicultura, a IHARA é conhecida por suas tecnologias de controle de pragas e doenças. O Spirit SC combina ação inseticida e fungicida, protegendo contra o Bicho-mineiro, a Ferrugem e a Cigarra-do-café. O fungicida Fusão EC é eficaz contra a Ferrugem do café e pode ser aplicado preventivamente, ajudando no manejo da resistência. O herbicida Yamato SC também é utilizado para controlar plantas daninhas resistentes no cultivo do café.

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Inovações para a Citricultura

Para a citricultura, a IHARA apresentará o herbicida Falcon, que controla daninhas de folhas largas e estreitas com ação pré-emergente, longo residual e alta seletividade. O acaricida Sanmite EW será destaque por seu alto efeito de choque e amplo espectro de ação contra o Ácaro-da-leprose e o Ácaro-da-ferrugem, oferecendo eficiência em todas as fases de desenvolvimento do ácaro e sendo seletivo aos inimigos naturais.

“Essas tecnologias mostram como a IHARA atua como uma ponte entre inovações desenvolvidas por nossos acionistas japoneses e a realidade dos agricultores brasileiros. Investimos fortemente em pesquisa e desenvolvimento para adaptar as soluções japonesas ao contexto tropical do Brasil, oferecendo produtos ambientalmente seguros que garantem maior produtividade e rentabilidade para os produtores rurais,” conclui Cosin.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño ameaça a pecuária em 2026 e exige prevenção no manejo do gado no Rio Grande do Sul

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Pecuária sob risco com previsão de El Niño intenso

A pecuária bovina no Rio Grande do Sul entra em 2026 em estado de atenção diante da previsão de um El Niño de forte intensidade. Assim como ocorre na agricultura, o fenômeno climático deve provocar mudanças significativas no regime de chuvas e na variação de temperaturas, exigindo maior preparo dos produtores para evitar perdas produtivas e econômicas.

Segundo a pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Soraya Tanure, os impactos vão além dos eventos extremos mais evidentes, como enchentes. O efeito sobre o solo e o manejo animal pode comprometer diretamente a produtividade das propriedades.

Solo encharcado e perda de produtividade no campo

Com o aumento das chuvas, o solo tende a ficar saturado, dificultando a circulação dos animais e ampliando os danos estruturais nas áreas de pastagem. O pisoteio do gado em condições inadequadas é um dos principais pontos de alerta.

De acordo com a especialista, esse processo acelera a compactação e a erosão do solo, reduzindo a capacidade produtiva das forrageiras no médio e longo prazo.

“O pisoteio do gado em solo encharcado destrói a estrutura da terra, gerando compactação e erosão, o que compromete a produtividade das forrageiras a médio e longo prazo”, explica Soraya.

Esse cenário também eleva custos operacionais e reduz a rentabilidade da atividade pecuária.

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Estresse térmico e impacto direto na produção animal

Além dos efeitos sobre o solo, o El Niño também influencia o desempenho animal por meio do estresse térmico. As oscilações de temperatura afetam diretamente o ganho de peso dos bovinos de corte e a eficiência produtiva da pecuária leiteira.

As vacas em lactação são ainda mais sensíveis às variações climáticas, o que pode resultar em queda de produtividade em períodos críticos.

A combinação entre calor e umidade também cria condições ideais para a proliferação de parasitas, fungos e bactérias, aumentando o risco de doenças no rebanho.

Manejo e planejamento são fundamentais para reduzir perdas

Diante das previsões climáticas, especialistas reforçam que medidas preventivas devem fazer parte do planejamento contínuo das propriedades rurais, independentemente da ocorrência de fenômenos extremos.

“Considerando a crescente frequência de eventos climáticos extremos, torna-se cada vez mais importante investir em práticas de manejo adaptadas e em sistemas produtivos mais resilientes, capazes de garantir a sustentabilidade e a competitividade da pecuária gaúcha no longo prazo”, destaca Soraya.

Entre as principais recomendações estão:

  • Diversificação das fontes de alimentação animal
  • Fortalecimento da gestão forrageira
  • Planejamento e controle de indicadores da propriedade
  • Uso de ferramentas simples de gestão rural
  • Reserva de alimento e manejo rotacionado ganham destaque
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Com a previsão de maior intensidade do fenômeno na primavera, ainda há tempo para ações preventivas. Uma das principais estratégias é a formação antecipada de estoque de silagem e feno, garantindo suplementação durante períodos de maior precipitação.

O manejo rotacionado também é apontado como uma prática eficiente e de fácil adoção, ajudando a reduzir o pisoteio excessivo e a degradação do solo.

Sanidade animal exige reforço no controle preventivo

As condições mais quentes e úmidas tendem a intensificar a presença de parasitas como mosca-do-chifre e carrapatos, aumentando riscos sanitários no rebanho. Essas infestações podem causar anemia e favorecer doenças como a Tristeza Parasitária Bovina.

A especialista recomenda atenção redobrada com animais desnutridos, que ficam mais vulneráveis a infecções secundárias. Também é fundamental manter o calendário de vacinação em dia, incluindo doenças como rinotraqueíte infecciosa, leptospirose e diarreia viral bovina.

O avanço do El Niño reforça a necessidade de uma pecuária mais tecnificada, preventiva e adaptada às mudanças climáticas. O planejamento antecipado, aliado a práticas de manejo eficientes, será decisivo para reduzir impactos e garantir a sustentabilidade da atividade no Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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