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IHARA Apresenta Inovações Japonesas para Aumentar a Produtividade na Citricultura na 49ª Expocitros

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A IHARA, renomada empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, estará presente na 49ª edição da Expocitros, evento que se realizará de 4 a 7 de junho em Cordeirópolis (SP). Considerado um dos maiores eventos de citricultura da América Latina, a Expocitros também celebra a 45ª Semana da Citricultura.

Durante os quatro dias de evento, os especialistas da IHARA irão destacar uma linha completa de produtos e serviços voltados para a citricultura. Além disso, discutirão os desafios enfrentados pelos produtores, oferecendo orientações personalizadas sobre as melhores práticas de manejo para maximizar a produtividade e a sustentabilidade nas operações agrícolas.

Marcos Vilhena, agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, sublinha a relevância do evento para a citricultura brasileira. “Estamos entusiasmados em participar da Expocitros e comprometidos em contribuir para o avanço da citricultura no Brasil. Nosso objetivo é ajudar os agricultores a alcançarem índices de produtividade mais competitivos e garantirem segurança no campo. Este evento é uma oportunidade única para produtores se reunirem, compartilharem conhecimentos e explorarem soluções inovadoras que impulsionarão a produtividade e a sustentabilidade do setor.”

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Tecnologia Japonesa a Serviço da Citricultura Brasileira

Segundo levantamento do Serviço Estrangeiro Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de laranjas no Brasil, maior produtor mundial, deve atingir 16,5 milhões de toneladas na safra 2023/24, apesar do clima desfavorável durante a floração. Globalmente, a safra de laranja em 2023/24 deve alcançar 48,8 milhões de toneladas.

Para manter a alta produtividade nas próximas safras, os agricultores terão a oportunidade de conhecer o FALCON, um herbicida eficiente no controle de daninhas de folhas largas e estreitas, com ação pré-emergente, longo residual e alta seletividade, proporcionando maior segurança no manejo.

Na linha de acaricidas, o SANMITE EW se destaca pelo seu efeito de choque, amplo espectro de ação e eficiência em todas as fases de desenvolvimento do ácaro, especialmente no controle do Ácaro-da-leprose e Ácaro-da-ferrugem na cultura dos citros. Este produto é seletivo aos inimigos naturais e possui excelência no controle de ovos. Já o OKAY é um acaricida de alta velocidade, com ação de choque, que elimina rapidamente o ácaro-da-leprose e, devido ao seu efeito residual prolongado, mantém a lavoura saudável com baixa população de ácaros.

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“A IHARA está comprometida em oferecer soluções de ponta para auxiliar os citricultores a planearem e tomarem as melhores decisões para a próxima safra, disponibilizando o que há de mais moderno em tecnologia japonesa a serviço da agricultura brasileira”, afirma Vilhena.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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