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Ibrafe promove encontro de especialistas em feijão em Santa Catarina para estimular o plantio e debater perspectivas de mercado

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Com o propósito de incentivar o plantio por meio de conteúdo técnico e análises sobre as perspectivas de mercado para 2024, a iniciativa reuniu mais de 150 produtores e diversos profissionais do setor.

O evento contou com palestras de especialistas em cada painel, abordando temas relevantes para a região. Tecnologias impactantes foram destacadas, contando com o apoio de empresas renomadas em seus nichos de estudo e especialização, como Sementes Aliança, Sumitomo, Herbitec, Kimberly e os melhoristas do IAC.

O IBRAFE busca proporcionar aos produtores acesso às tecnologias mais avançadas, visando aprimorar a produtividade e as margens de lucro. Durante o evento, o entusiasmo dos participantes ficou evidente no brado uníssono de “Viva o Feijão!”, simbolizando a admiração e reconhecimento de cada presente. Esse entusiasmo ecoará novamente na próxima segunda-feira, em Pato Branco, no Paraná, que sediará o Pulse Day.

No cenário nacional, o dia foi marcado por uma demanda que superou a oferta, resultando em relatos de negócios de até R$ 350 para o Feijão-carioca em Goiás. A expectativa agora não é mais se o preço atingirá R$ 400 antes da nova safra, mas sim quando isso ocorrerá. O Feijão-caupi do Mato Grosso alcançou até R$ 290, posto São Paulo, evidenciando uma valorização em todas as variedades devido aos preços obtidos pelo Feijão-carioca.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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