AGRONEGÓCIO

IA impulsiona precisão nas decisões do setor agrícola brasileiro

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No coração do Brasil, onde o agronegócio é uma espinha dorsal da economia, a IA emerge como a peça-chave para uma transformação significativa nas práticas agrícolas, elevando a precisão nas decisões e otimizando recursos de maneira eficiente.

Leandro Carvalho, CEO da Supercampo, empresa líder no fornecimento de soluções tecnológicas para o agronegócio, enfatiza que a implementação de algoritmos avançados habilitou análises em tempo real, proporcionando informações valiosas desde o plantio até a colheita. “Estamos testemunhando uma mudança significativa na forma como o setor agrícola toma decisões. A IA está se tornando a peça fundamental para garantir a eficiência e maximização da produção”, destaca o CEO.

Os algoritmos, segundo Leandro, não se limitam a fornecer dados sobre plantio e colheita, mas também desempenham um papel crucial na gestão de recursos. “Sistemas automatizados ajustam o fornecimento de água e nutrientes de acordo com as necessidades específicas das plantas. Isso não apenas reduz desperdícios, mas também minimiza os impactos ambientais, alinhando-se com uma abordagem sustentável”, pontua.

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A Supercampo, reconhecida como o braço tecnológico de 12 das 20 maiores cooperativas agrícolas no Brasil, tem desempenhado um papel proeminente nesse avanço tecnológico. Leandro destaca que a integração da IA nos processos operacionais simplifica tarefas complexas, desde a logística até a gestão de inventário. “A automação permite que os agricultores concentrem seus esforços em estratégias e inovações, impulsionando ainda mais o crescimento do setor”, afirma o CEO.

A precisão proporcionada pela IA não só aumenta a produtividade, mas também contribui para uma abordagem mais sustentável e eficiente. “Estamos comprometidos em impulsionar a agricultura brasileira para o futuro, adotando tecnologias de ponta que beneficiem tanto os produtores quanto o meio ambiente”, conclui Leandro.

Diante desse cenário, fica claro que a Inteligência Artificial não é apenas uma ferramenta tecnológica, é um catalisador para a evolução do agronegócio, promovendo uma produção mais inteligente e sustentável. A Supercampo, com sua visão inovadora, lidera esse movimento, inspirando outras empresas do setor a abraçar a revolução tecnológica que está moldando o futuro da agricultura brasileira.

Fonte: Conceito Notícias

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Colheita de arroz no Rio Grande do Sul avança para 96,41% e se aproxima da reta final

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado e já alcança 96,41% da área cultivada na safra 2025/26, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O avanço dos trabalhos confirma a reta final da colheita nas principais regiões produtoras do Estado, maior produtor nacional do cereal.

De acordo com os dados do Irga, dos 891,9 mil hectares destinados ao cultivo nesta temporada, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando um cenário de ampla evolução das operações no campo ao longo das últimas semanas.

Zona Sul lidera ritmo da colheita de arroz

Entre as regionais produtoras, a Zona Sul apresenta o maior percentual de avanço, com 98,81% da área já colhida. Logo na sequência aparece a Planície Costeira Externa, com 98,46% dos trabalhos concluídos.

A Planície Costeira Interna também registra forte evolução, atingindo 98,13% da área colhida. Já a Campanha contabiliza 97,02%, enquanto a Fronteira Oeste soma 95,92% das lavouras já retiradas do campo.

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A Região Central segue com o menor percentual entre as regionais monitoradas, mas ainda assim apresenta avanço significativo, com 89,84% da área já colhida.

Irga fará balanço consolidado da safra 2025/26

Segundo a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) do Irga, após a conclusão total da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra gaúcha de arroz.

O relatório deverá reunir informações completas sobre área efetivamente colhida, produtividade média das lavouras e eventuais perdas registradas durante o ciclo produtivo.

O desempenho da safra é acompanhado de perto pelo mercado, já que o Rio Grande do Sul responde pela maior parcela da produção brasileira de arroz e exerce forte influência sobre a oferta nacional e a formação dos preços do cereal no país.

Mercado acompanha produtividade e qualidade dos grãos

Além do ritmo da colheita, produtores, indústrias e agentes do mercado seguem atentos aos indicadores de produtividade e qualidade dos grãos colhidos nesta temporada.

As condições climáticas ao longo do ciclo foram determinantes para o desenvolvimento das lavouras, e o levantamento final do Irga será fundamental para dimensionar o potencial produtivo da safra 2025/26 no Estado.

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Com a conclusão dos trabalhos de campo se aproximando, o setor também volta as atenções para o comportamento da comercialização e para os impactos da oferta sobre os preços internos do arroz nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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