AGRONEGÓCIO

Hub da Expocacer começa operações nos Estados Unidos

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A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) dá início às operações nos Estados Unidos por meio do HUB logístico no Estado de Dellaware, com envio de um contêiner com cerca de 320 sacas de 60kg de café, neste primeiro embarque. Atualmente, o mercado norte-americano é o maior comprador de café brasileiro, e a expectativa é que haja um aumento de vendas no primeiro ano de 10% a 15%. Em 2023, a cooperativa comercializou mais de 1.3 milhão de sacas de 60kgs, um recorde histórico, sendo 40% do volume para o mercado externo, em mais de 30 países.

“O Hub vai abrir novas portas de mercado em todos o país, por ter uma localização estratégica nos Estados Unidos. Agora, vamos poder oferecer café no spot, com entrega imediata, em quaisquer quantidades. Isso será possível pelo fato de sempre se ter café disponível em armazéns no território em nome da Expocacer USA”, afirma Simão Pedro de Lima, Diretor Superintendente da Expocacer.

A Expocacer, seguindo seu propósito de vanguarda na cafeicultura, mais uma vez é pioneira em ações em prol do crescimento da cafeicultura, em especial dos cafés produzidos pelos seus cooperados. Essa iniciativa também visa impulsionar a economia e consumo de cafés especiais, que cada vez cresce mais no mercado interno e externo. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o consumo global de cafés especiais brasileiros tem crescido consistentemente a uma taxa anual de 12% nos últimos anos.

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“A busca por um grão de qualidade, cujo processo produtivo se preocupa em preservar o meio ambiente e cuidar dos aspectos sociais, como é feito no Brasil, é uma tendência que vai ficar, e a Expocacer tendo sua unidade nos Estados Unidos atende a isto, pois os consumidores querem saber a origem e a história do café que consomem, e nada melhor do que estarmos juntos ao consumidor”, ressalta Italo Henrique Pereira Silva, Diretor Comercial da Expocacer.

O Hub logístico tem papel importante no encurtamento da cadeia entre o produtor e consumidor. A Expocacer, como uma cooperativa de cafeicultores, representa a efetiva presença de seus cooperados no mercado norte americano, pois é a extensão do braço do produtor, formando o direct farm em sua verdadeira essência.

“A missão da cooperativa é levar o nome de seus associados diretamente a quem consume o café. Ter uma unidade nossa nos Estados Unidos é o coroamento do trabalho de produzir cafés com qualidade e sustentabilidade, gerando impacto positivo no mercado consumidor”, diz Fernando Beloni, Presidente do Conselho de Administração da Expocacer.

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A cooperativa, agora presente nos Estados Unidos, disponibilizará todo seu portfólio de qualidade, e toda sua experiência na produção de cafés ambientalmente corretos, como a cafeicultura regenerativa e a cafeicultura de baixa emissão de carbono.

“Temos que estar antenados à realidade mundial. Hoje, esta realidade dos cafés especiais é de um mercado fracionado, de um comércio direto, além da respeitabilidade socioambiental. O consumidor quer conhecer o produtor, saber de onde vem o café, se ele é feito de maneira sustentável, e isso os cooperados da Expocacer fazem muito bem”, encerra o Diretor Superintendente.

Fonte: Expocacer

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil abre 13 novos mercados para produtos agropecuários e amplia oportunidades de exportação

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O agronegócio brasileiro conquistou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais. A ampliação do acesso comercial foi confirmada pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE), após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com parceiros estratégicos em diferentes regiões do mundo.

As novas autorizações contemplam países da América do Sul, América Central, África e também a União Econômica Eurasiática (UEE), ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados de elevado potencial de consumo.

Novos destinos ampliam diversidade da pauta exportadora

Entre os países que abriram seus mercados para produtos brasileiros estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Eurasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia.

As autorizações abrangem uma ampla variedade de produtos agropecuários, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os destaques estão:

  • Material genético bovino para El Salvador e Honduras;
  • Castanha de caju para a União Econômica Eurasiática;
  • Milho pipoca para Equador e República Dominicana;
  • Ovos férteis para a Nigéria;
  • Couro bovino salgado para a Bolívia;
  • Mudas de cana-de-açúcar para Honduras;
  • Sementes de coco para a Guiana;
  • Sementes de mamona para o Paraguai;
  • Sementes de maracujá para a Venezuela;
  • Sementes de pimenta habanero para a Nicarágua;
  • Farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia;
  • Sêmen de pacu-caranha para a Argentina.
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União Econômica Eurasiática ganha relevância para o agro brasileiro

Entre as novas aberturas, a autorização para exportação de castanha de caju à União Econômica Eurasiática chama atenção pelo potencial comercial do bloco.

Segundo o governo brasileiro, os países integrantes da UEE importaram mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Atualmente, soja, carnes e café estão entre os principais itens exportados para essa região.

A ampliação da pauta comercial fortalece a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras e reduz a dependência de mercados tradicionais.

Agronegócio alcança 639 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro atingiu a marca de 639 aberturas de mercado em 97 destinos internacionais desde o início de 2023, resultado do trabalho conjunto entre o Mapa e o Itamaraty para ampliar a presença dos produtos nacionais no comércio global.

A expectativa é que os produtores e exportadores dos segmentos contemplados iniciem as operações comerciais nos novos mercados nos próximos meses, ampliando receitas, fortalecendo a competitividade do setor e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, insumos e genética animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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