AGRONEGÓCIO

Hipercolheita 2024/25 sob pressão: como a tecnologia nacional reduz custos e sustenta a produtividade

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Safra histórica, desafios inéditos

O Brasil deve colher 332,9 milhões de toneladas de grãos na temporada 2024/25, segundo o IBGE. Mas fertilizantes, energia, logística e até a água ficaram mais caros ou escassos, comprimindo as margens de lucro. Nesse contexto, eficiência produtiva deixa de ser slogan e vira questão de sobrevivência.

Água: de vilã oculta a aliada estratégica

Mudanças climáticas e estiagens frequentes elevam o risco hídrico, enquanto o desperdício encarece a produção. A Hydroplan‑EB desenvolveu o HYB Plus, polímero superabsorvente que armazena até 500 vezes o próprio peso em água e a libera gradualmente às raízes.

“Em algumas áreas, o ciclo de irrigação caiu de 3,5 para 2 vezes, com economia de água, energia e mão de obra”, destaca Loremberg de Moraes, diretor da empresa.

Proteção natural desde a muda

A produtividade também passa por plantas mais fortes. O Pro Lyks, composto natural à base de terpenos com ação antioxidante, higieniza o ambiente de cultivo e eleva o vigor das mudas, reforçando a resistência fisiológica das culturas.

Óleos essenciais que impulsionam o rendimento

No portfólio da Hydroplan‑EB, óleos essenciais funcionam como bioestimulantes, acelerando crescimento e produtividade de forma sustentável.

“Saúde do solo e da lavoura são atributos cada vez mais valorizados aqui e lá fora”, afirma Francisco Carvalho, diretor comercial.

Gestão e tecnologia: o combo da rentabilidade

Uma supersafra não garante lucro por si só; amplia a complexidade operacional. Ferramentas que racionalizam recursos, cortam custos e aumentam a resiliência tornam‑se indispensáveis para manter o agro competitivo e responsável.

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O recado do campo

“Eficiência não é só produzir mais; é produzir melhor. Reduzir custos é possível quando se escolhe a tecnologia certa”, conclui Loremberg de Moraes.

Com margens pressionadas, o agronegócio encontra na inovação acessível e sustentável o caminho para manter a produtividade recorde sem comprometer a rentabilidade — garantia de um futuro economicamente viável e ambientalmente correto.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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