AGRONEGÓCIO

Hexagon Apresenta Inovações para a EIMA 2024 com Ênfase em Autonomia e Produtividade Agrícola

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A divisão Autonomy & Positioning da Hexagon, reconhecida como líder em soluções de autonomia e posicionamento para o agronegócio, estará presente na Exposição Internacional de Máquinas para Agricultura e Jardinagem (EIMA), que ocorrerá em Bologna, Itália, de 6 a 10 de novembro de 2024. Este evento, considerado um dos mais relevantes do setor, reúne especialistas, empresas e agricultores para discutir e apresentar inovações tecnológicas que impulsionam a transformação digital na agricultura.

No estande da Hexagon, especialistas estarão disponíveis para demonstrar como suas soluções de tecnologia de posicionamento e autonomia podem elevar a produtividade agrícola. Entre os produtos em destaque, encontram-se as antenas SMART7 e SMART2, além de soluções para controle de máquinas, como a CoreBox e o Track Controller, e os displays Ti7 e Ti10, que possibilitam o uso de recursos de agricultura de precisão.

Bernardo de Castro, vice-presidente de Estratégia Agrícola da divisão de Autonomy & Positioning da Hexagon, enfatiza a importância da EIMA 2024. “A apresentação de nossa tecnologia na EIMA é fundamental para divulgar as inovações da Hexagon para o agronegócio no mercado europeu. Estaremos promovendo o próximo nível de soluções de autonomia agrícola, beneficiando fabricantes e empresas de robótica agrícola em todo o mundo.” Ele destaca que a Hexagon foi recentemente agraciada com o Spirent Sustainability Through Navigation Award, concedido pelo Royal Institute of Navigation, na Inglaterra.

Geração de Negócios na Feira

A EIMA International é uma das principais feiras da Europa dedicadas a maquinaria agrícola, jardinagem e tecnologias relacionadas. Organizada pela FederUnacoma (Federação Italiana de Fabricantes de Máquinas Agrícolas), a feira ocorre bienalmente no centro de exposições BolognaFiere. A última edição, em 2022, atraiu 327 mil visitantes e resultou em mais de 50 mil encontros de negócios, reforçando sua importância na geração de parcerias comerciais. Para este ano, espera-se um aumento na participação e nos resultados comerciais. “Esta é uma grande oportunidade para nos conectarmos pessoalmente com nosso público-alvo de fabricantes de máquinas agrícolas, apresentando novidades em nosso catálogo de produtos e ampliando nossa atuação internacional”, complementa Bernardo.

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Soluções em Destaque na EIMA

A equipe da Hexagon apresentará tecnologias de posicionamento via sinal de satélite, controle de máquinas e percepção, que podem ser utilizadas isoladamente ou de forma modular, oferecendo maior precisão em autonomia e posicionamento. Szabo, um dos especialistas da empresa, ressalta que opções de firmware podem ser adicionadas conforme as necessidades evoluem, garantindo atualizações e longevidade ao hardware. Exemplos incluem a antena SMART7, que atua como receptor primário de sinais de múltiplas constelações e frequências GNSS, e a antena SMART2, uma solução de entrada que proporciona rastreamento em dupla frequência e compensação de terreno. Quando utilizadas em conjunto, essas antenas oferecem redundância no sinal de posicionamento, assegurando alta precisão em velocidades reduzidas.

Além disso, será apresentada a Core Box, uma tecnologia que funciona como um controlador de direção, suportando vários tipos de atuadores de direção por meio de coordenadas de navegação via Ethernet ou Wi-Fi. “Dispor de um equipamento confiável que determine corretamente a direção de uma máquina é essencial para a autonomia no campo. Os cenários do setor podem ser desafiadores, e é vital que os equipamentos sejam controlados com precisão e segurança. O posicionamento GNSS, o controle da máquina e a percepção são tecnologias fundamentais para isso”, ilustra Bernardo.

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Desafios da Cintilação Ionosférica

Um dos objetivos da Hexagon na EIMA é ampliar a compreensão dos produtores e fabricantes do agronegócio sobre soluções que minimizem os impactos provocados pela cintilação ionosférica. Esse fenômeno, que causa variações rápidas e irregulares na intensidade dos sinais de radiofrequência na ionosfera, tem gerado dificuldades para aqueles que dependem de tecnologias de posicionamento via satélite para operar suas máquinas agrícolas, especialmente devido ao recente aumento nas explosões solares.

Para mitigar os efeitos desse fenômeno, a Hexagon lançou melhorias de firmware que, quando combinadas com sua solução PPP (Precise Point Positioning) TerraStar, diminuem os erros de posicionamento e o tempo de inatividade causados pela cintilação. As correções TerraStar, alimentadas por uma rede global abrangente, oferecem cobertura mundial contínua, assegurando dados para um posicionamento seguro e confiável em qualquer lugar, a qualquer hora e sob todas as condições climáticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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