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Hexagon Apresenta Avanços em Autonomia e Posicionamento no Fórum de Robótica Agrícola nos EUA

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A divisão de Autonomia & Posicionamento da Hexagon, renomada por suas soluções no setor agrícola, participará do Fórum Internacional de Robótica Agrícola (FIRA USA), que ocorrerá de 22 a 24 de outubro em Woodland, Califórnia. O evento, promovido pela GOFAR (Global Organization For Agricultural Robotics), é um ponto de encontro para especialistas, pesquisadores, empresas e agricultores, focado na discussão e apresentação de inovações tecnológicas que visam revolucionar a agricultura.

James Szabo, Gerente de Produto de Autonomia Agrícola da Hexagon, destaca a importância do evento: “O FIRA USA reúne um público especializado dedicado a aprimorar a indústria agrícola global. A tecnologia da Hexagon oferece a base confiável necessária para que os fabricantes de robótica agrícola integrem autonomia às operações de campo, ajudando a enfrentar desafios crescentes como a escassez de mão de obra, uso de insumos e manutenção da saúde do solo. Durante o evento, vamos demonstrar como nossas soluções de posicionamento e controle de máquinas promovem uma integração mais fácil e uma operação mais segura.”

Szabo enfatiza que, embora os desenvolvedores de tecnologia para autonomia estejam focados em aumentar a eficiência na produção e na gestão de insumos, a escassez de mão de obra é um desafio comum enfrentado pelos clientes. Dados do Departamento de Agricultura dos EUA revelam que entre 2020 e 2022, a força de trabalho agrícola na Califórnia diminuiu em cerca de 10%, agravando a falta de trabalhadores. Aproximadamente 60% dos agricultores na Califórnia relataram dificuldades em encontrar mão de obra suficiente.

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Participação no FIRA USA

O FIRA USA tem como objetivo promover a modernização da agricultura através da tecnologia, proporcionando uma plataforma para a troca de conhecimentos e a apresentação de soluções inovadoras que podem melhorar a produtividade e a sustentabilidade do setor agrícola. Este ano, o evento espera receber mais de 2,5 mil participantes e mais de 80 expositores.

A equipe da Hexagon exibirá no estande tecnologias de posicionamento via satélite, controle de máquinas e percepção. Essas soluções oferecem aos fabricantes de maquinário agrícola uma plataforma completa para o desenvolvimento de autonomia e posicionamento preciso, com a flexibilidade necessária para adaptar a produção às demandas do mercado. A empresa apresentará, entre outras inovações, a antena SMART7, um receptor primário de sinais multi-constelação e multifrequência GNSS, e a antena SMART2, uma solução de entrada que oferece rastreamento em dupla frequência e compensação de terreno, garantindo alta precisão e redundância no sinal de posicionamento.

Além disso, será apresentado o Core Box, um controlador de direção que, utilizando coordenadas de navegação por Ethernet ou Wi-Fi, suporta diversos tipos de atuadores de direção. Esta solução modular é simples de integrar e essencial para garantir a orientação correta das máquinas no campo. “A confiabilidade na determinação da direção das máquinas é crucial para a autonomia no campo. Em cenários desafiadores, é fundamental que o controle dos equipamentos seja preciso e seguro. As tecnologias de posicionamento GNSS, controle de máquina e percepção são fundamentais para isso”, explica Szabo.

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Recentemente, a divisão Autonomy & Positioning da Hexagon foi laureada com o Prêmio de Sustentabilidade Através da Navegação da Spirent, concedido pelo Royal Institute of Navigation, na Inglaterra. Este reconhecimento destaca a significativa contribuição da empresa para a sustentabilidade na agricultura global, por meio do desenvolvimento de soluções autônomas robustas e confiáveis em posicionamento, navegação e cronometragem.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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