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Harbot Agro Pilot sistema de piloto automático com I.A., entrará no mercado brasileiro nesta primavera com “olhos abertos no campo”!

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Os olhos do dono não somente engordam o gado, mas eles aumentam a produtividade!

A Harbot FZCO (com projetos nos EUA, Canadá, América Latina e África do Sul), líder mundial no desenvolvimento de sistemas de piloto automático baseados em inteligência artificial, para máquinas agrícolas, entrará no mercado agrícola brasileiro no início de 2024.

A tecnologia Harbot Agro Pilot é o primeiro sistema do mundo que usa uma rede neural de Deep Learning modificada para tarefas agronômicas para “ver” e “entender” os tipos e as posições dos objetos no campo, transmitindo os comandos necessários para realizar manobras. São os olhos do dono de olho no plantio e na colheita!

A colheitadeira com sistema de direção automática baseado em I.A. enxerga a cultura como um ser humano e colhe exatamente onde é necessário. Isso distingue significativamente a tecnologia dos sistemas de direção amplamente apresentados no mercado internacional, que são “cegos” e apresentam altos riscos de incidentes, especialmente em áreas de sinal instável.

O sistema usa a navegação via GPS de forma secundária. O piloto automático baseado em inteligência artificial (IA) é capaz de operar de forma autônoma e evita problemas associados ao posicionamento impreciso do GPS e não requer a instalação de suas próprias estações rádio-base. Isso proporciona uma economia de até R$ 7.300 por unidade, em comparação com sistemas em que a navegação é baseada em GPS e é necessária uma assinatura de serviços pagos. Além disso, o Harbot Agro Pilot pode utilizar o farol da colheitadeira para trabalhar à noite, o que resulta em prazos de colheita significativamente mais curtos.

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O Harbot Agro Pilot se torna os olhos do agricultor no campo e aumenta a eficiência: “Agora o olho do dono não só engorda o gado, mas traz maior produtividade no campo.”

Ilha Shkabara, CEO da Harbot FZCO

“O mercado agrícola brasileiro é hoje um dos mais dinâmicos e atraentes do mundo para a realização de projetos comerciais mutuamente benéficos. Os produtores estão buscando qualquer oportunidade de melhorar a eficiência das máquinas e a robotização é considerada a melhor delas. A experiência de uso do Harbot Agro Pilot em diversos países, nos permite dizer que o sistema ajuda:

Reduzir o tempo de colheita em até 25%
  • Reduzir as perdas da colheita em até 13%
  • Reduzir o consumo de combustível em até 5%
  • Aumentar a produtividade do operador em até 25%
  • Evitar colisões com outros veículos, árvores ou estruturas em 100% dos casos.

Isso permite que você maximize os lucros desde a primeira temporada de uso do piloto automático.

Com o Harbot Agro Pilot, o operador pode confiar a máquina a um robô assistente e concentrar-se no controle da qualidade da colheita.

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A precisão durante o controle do piloto automático não ultrapassa alguns centímetros, evitando passagens desnecessárias e perda de combustível. O sistema é capaz de detectar e rastrear a posição das bordas das culturas e fileiras de culturas como milho, zonas finais do campo, obstáculos, equipamentos e pessoas. Além disso, o sistema pode ser facilmente reinstalado de um tipo de equipamento para outro.

É assim que a inteligência artificial vê uma cena de campo

O sistema Harbot Agro Pilot inclui uma unidade de controle automático de máquinas agrícolas, câmeras de vídeo, um monitor, um conjunto de cabos de conexão e outros elementos do sistema de controle.

A Harbot Agro Pilot é um líder global em desenvolvimento e fabricação de sistemas autônomos na base de inteligência artificial para máquinas agrícolas, com sede nos Emirados Árabes Unidos. A equipe de desenvolvimento inclui especialistas com muitos anos de experiência na Europa, na Ásia e nos EUA.

Fonte: Harbot Agro Pilot

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fertilizantes: Rabobank reduz projeção para 2026 e alerta para impacto da inadimplência recorde no agro

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Inadimplência no campo e preços elevados devem reduzir consumo de fertilizantes

O mercado brasileiro de fertilizantes deverá enfrentar uma retração mais intensa em 2026 do que a prevista anteriormente. Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o Rabobank revisou para baixo sua estimativa de vendas de adubos no país e apontou a inadimplência recorde dos produtores rurais como um dos principais fatores de pressão sobre a demanda.

A instituição projeta que as entregas de fertilizantes aos agricultores brasileiros somem 45,1 milhões de toneladas em 2026, o que representa uma queda de 8,2% em relação ao volume recorde registrado em 2025. Caso a previsão se confirme, será o menor volume comercializado desde 2022, período marcado pelos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre o mercado global de insumos.

A nova estimativa é mais conservadora do que a divulgada em abril, quando o banco previa consumo de aproximadamente 47,2 milhões de toneladas.

Segundo o Rabobank, além dos preços ainda elevados dos fertilizantes, a situação financeira de muitos produtores brasileiros tem limitado a capacidade de investimento e comprometido a aquisição de insumos para a próxima safra.

Guerra no Oriente Médio afetou mercado global de fertilizantes

O relatório destaca que os reflexos da guerra envolvendo o Irã contribuíram para a elevação dos custos dos fertilizantes em 2026. O fechamento temporário do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de matérias-primas e insumos, provocou aumento dos preços internacionais e forte volatilidade nos mercados.

Embora haja sinais de normalização logística e avanços diplomáticos para reduzir as tensões na região, o banco avalia que os impactos sobre a demanda global já foram consolidados.

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No caso da ureia, um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados no mundo, os preços retornaram aos níveis observados antes do conflito. Ainda assim, o Rabobank destaca que o comportamento do mercado repetiu um padrão semelhante ao registrado em 2022.

De acordo com a análise, foram necessárias cerca de seis semanas para que os preços atingissem o pico após o início das tensões, seguidas por aproximadamente dez semanas para retornar aos patamares iniciais.

Já o fosfato monoamônico (MAP), um dos fertilizantes mais utilizados na agricultura brasileira, permanece negociado em níveis mais elevados, sustentando os custos de produção para diversas culturas.

Inadimplência recorde preocupa setor agropecuário

Outro ponto de atenção destacado pelo banco é o avanço da inadimplência no crédito rural.

Com base em dados do Banco Central referentes a abril, o Rabobank observa que a inadimplência nas operações contratadas a taxas de mercado alcançou 13,3% do volume financiado, um dos maiores níveis já registrados para o setor.

O cenário reforça as dificuldades enfrentadas por parte dos produtores rurais, especialmente em segmentos que vêm acumulando margens apertadas, custos elevados e dificuldades de acesso a novas linhas de crédito.

A combinação entre menor liquidez no campo e insumos ainda caros tende a limitar o potencial de recuperação da demanda por fertilizantes ao longo do próximo ano.

Rabobank prevê queda nas exportações de milho em 2026

Além do mercado de fertilizantes, o Rabobank revisou as perspectivas para o milho brasileiro e projetou redução nas exportações do cereal.

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A expectativa é de que os embarques nacionais atinjam 39 milhões de toneladas em 2026, volume cerca de 3 milhões de toneladas inferior ao registrado no ano anterior.

Entre os fatores que explicam a revisão estão a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, e a forte concorrência de grandes exportadores, especialmente Estados Unidos e Argentina.

Os elevados custos do transporte rodoviário também continuam sendo um desafio para o setor exportador, reduzindo a competitividade logística do cereal brasileiro.

Demanda interna por milho deve seguir aquecida

Apesar da perspectiva menos favorável para as exportações, o consumo doméstico de milho deverá continuar avançando.

O Rabobank estima crescimento de 5% na demanda interna em 2026, alcançando cerca de 97 milhões de toneladas.

O principal motor desse avanço será o aumento do consumo pelas indústrias de ração animal e pelo setor de etanol de milho, que segue ampliando sua participação na matriz de biocombustíveis brasileira.

Diante desse cenário, o mercado agrícola brasileiro entra em 2026 com desafios relacionados ao crédito rural, custos de produção e competitividade internacional, enquanto busca equilibrar a demanda interna crescente com um ambiente global ainda marcado por incertezas econômicas e geopolíticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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