AGRONEGÓCIO

GTFoods participa da maior feira de alimentos do Oriente Médio, em Dubai

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O grupo GTFoods desembarcou nesta semana em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, para seu primeiro evento internacional em 2024. Entre os dias 19 e 23, a empresa, por meio das marcas Bellaves, Canção e Mister Frango, participa da Gulfood 2024, uma das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo.

No evento, a GTFoods conta com um estande próprio para apresentar suas marcas e produtos, além de receber potenciais clientes e parceiros comerciais de todo o mundo.

A GTFoods é referência no comércio externo, possuindo as principais certificações internacionais e aptidão para exportar para mais de 100 países. Para o gerente de Exportação do grupo, Kendi Okumura, a presença da empresa na maior feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio reforça a qualidade e garantia que a empresa possui para atender mercados exigentes. “A feira Gullfood é muito importante para o setor e vem crescendo ano após ano. Com nossa participação, temos a oportunidade de estar próximo dos clientes dos nossos produtos naquela região e entender as necessidades dos consumidores”, destaca.

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A região onde a feira é realizada é uma das maiores importadoras de carne de frango do Brasil, além de possuir uma localização estratégica de proximidade com mercados asiáticos, europeus e africanos. Em 2023, os Emirados Árabes Unidos foram o 3º maior cliente externo da GTFoods, ficando atrás apenas da China e do Japão.

De acordo com dados da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a última edição do evento reuniu mais de 5 mil expositores e recebeu 134.460 visitantes de 195 países. Na ocasião, as empresas brasileiras participantes geraram cerca de US$ 4,5 bilhões em negócios, durante o evento e nos 12 meses subsequentes.

A GTFoods está entre as dez maiores exportadoras de carne de frango no Brasil e é a 6º maior produtora dessa proteína no país. Para saber mais, acesse o site.

Fonte: GTFoods

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Avicultura brasileira bate recorde na produção de carne de frango, enquanto oferta menor impulsiona preços dos ovos

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A avicultura brasileira iniciou 2026 com cenários distintos para seus principais segmentos. Enquanto a produção de carne de frango atingiu um novo recorde histórico para o primeiro trimestre do ano, o setor de ovos registrou redução na oferta, movimento que contribuiu para a elevação dos preços ao produtor. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

No mercado de carne de frango, as cotações seguem em trajetória de alta desde o início de junho, comportamento considerado atípico para o período da segunda quinzena do mês, quando tradicionalmente a demanda apresenta desaceleração. Segundo o Cepea, a valorização foi observada em todas as regiões monitoradas e está relacionada à retomada gradual do consumo e ao equilíbrio entre oferta e demanda no mercado doméstico.

Produção de carne de frango alcança maior volume da série histórica

Além da firmeza nos preços, o setor avícola registrou um marco produtivo. De acordo com o IBGE, a produção nacional de carne de frango somou 3,734 milhões de toneladas entre janeiro e março de 2026, o maior volume já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 1997.

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O resultado representa crescimento de 2,2% em relação ao quarto trimestre de 2025 e avanço expressivo de 6,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a produção totalizou 3,492 milhões de toneladas.

O desempenho reforça a competitividade da avicultura brasileira, sustentada pelo aumento da produtividade, pela demanda doméstica consistente e pelo fortalecimento das exportações, fatores que mantêm o setor entre os mais relevantes do agronegócio nacional.

Menor produção de ovos reduz oferta e eleva preços

Em sentido oposto, a produção brasileira de ovos para consumo apresentou retração no início deste ano. Segundo os dados do IBGE compilados pelo Cepea, foram produzidas 995,5 milhões de dúzias entre janeiro e março de 2026.

O volume ficou 0,5% abaixo do registrado no primeiro trimestre de 2025 e recuou 3,8% em relação ao último trimestre do ano passado, indicando uma desaceleração na oferta interna.

Com menor disponibilidade do produto no mercado, os preços reagiram positivamente. Em Bastos (SP), principal referência nacional da atividade, a média dos ovos brancos tipo extra, comercializados na modalidade FOB, atingiu R$ 147,20 por caixa com 30 dúzias no primeiro trimestre, alta real de 8,7% frente ao trimestre anterior, considerando os valores corrigidos pelo IGP-DI de maio de 2026.

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No caso dos ovos vermelhos, a valorização foi ainda mais intensa. A média alcançou R$ 167,04 por caixa, avanço real de 11,5% na mesma base de comparação.

Perspectivas para o setor avícola

Os dados do primeiro trimestre mostram um setor avícola aquecido, com a cadeia da carne de frango ampliando sua produção e registrando recuperação da demanda, enquanto o mercado de ovos encontra suporte em uma oferta mais restrita.

Para os próximos meses, agentes do setor acompanham de perto a evolução do consumo interno, os custos de produção e o desempenho das exportações, fatores que deverão continuar influenciando a formação dos preços e o ritmo produtivo da avicultura brasileira ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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