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Grupo Safira Alcança EBITDA de R$ 6,3 Milhões no Primeiro Trimestre de 2024

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O Grupo Safira, reconhecido por seu ecossistema de soluções em energia, anunciou uma receita operacional líquida de R$ 159,8 milhões no primeiro trimestre de 2024. A principal fonte de receita foi a comercialização de energia no mercado livre, que gerou R$ 158 milhões do total.

O CEO e fundador do Grupo Safira, Mikio Kawai Jr, destacou a relevância do volume de energia comercializado no mercado livre, que se manteve significativo devido ao crescimento do segmento desde 2022. “Essa estratégia está alinhada ao nosso plano de expansão, particularmente com o produto Safira Simples, que auxilia organizações na migração para o Mercado Livre de Energia (MLE) de forma personalizada”, explicou Mikio.

A companhia registrou um lucro bruto de R$ 10,9 milhões e um EBITDA (Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) de R$ 6,3 milhões. Após considerar as despesas gerais, resultados financeiros e impostos, o lucro líquido da Safira foi de R$ 2,3 milhões no primeiro trimestre de 2024.

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Com foco na expansão e inovação, o Grupo Safira busca ampliar sua presença tanto no mercado livre quanto entre clientes regulados por meio da geração distribuída. “Nosso objetivo é desenvolver plataformas que ofereçam serviços e produtos customizados, alinhados ao conceito de ‘Energy as a Service’ (energia por assinatura). Priorizamos a excelência e resultados sólidos”, complementou Mikio.

Entre os destaques do trimestre, a Safira iniciou as obras da Usina Fotovoltaica (UFV) Fazenda Portugal, com capacidade de 2,5 MW, destinada a clientes regulados no Estado do Rio de Janeiro. Além disso, a carteira de contratos futuros marcada a mercado (MtM) atingiu R$ 84,6 milhões, representando um aumento de R$ 2,0 milhões em comparação com o exercício social encerrado em dezembro de 2023.

“Nosso compromisso é oferecer as soluções mais atualizadas para o ecossistema de energia elétrica do Brasil, focando no cliente para proporcionar redução nos custos e uma melhor experiência de uso”, concluiu Mikio Kawai Jr.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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