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Grupo CV Nelore Mocho Recebe Visita de Estudantes da ESALQ Jr. para Capacitação Prática em Consultoria Agronômica

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No dia 11 de janeiro, o grupo CV Nelore Mocho abriu as portas de suas fazendas localizadas no Oeste Paulista para receber a Expedição ESALQ Jr. 2025. Composta por 20 alunos do 4º ano dos cursos de Agronomia e Administração de Empresas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), a expedição teve como objetivo oferecer uma experiência prática sobre consultoria agronômica.

A visita às propriedades Campina, em Caiuá (SP), e Santa Gina, em Presidente Epitácio (SP), proporcionou aos estudantes a oportunidade de conhecerem de perto os sistemas de produção adotados nas fazendas. Entre os temas abordados, destacaram-se a Integração Lavoura-Pecuária (ILP), que oferece benefícios como o bem-estar animal e a conservação do solo, além da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), os pivôs de irrigação e os processos de manejo operacional e de sanidade animal.

Os participantes também puderam observar a avaliação de animais de diferentes idades e raças, além de entender os processos de seleção genética, essenciais para o sucesso do trabalho desenvolvido na propriedade. Entre as características destacadas pelos estudantes estava a qualidade genética dos animais, como as precocinhas de 12 a 14 meses já inseminadas, bezerros de cria e touros jovens, todos com alto potencial para os próximos leilões.

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Para Emanuel Cardoso, aluno do curso de Agronomia, a integração lavoura-pecuária adotada pelo grupo CV é uma prática de grande relevância. “Este sistema melhora tanto a capacidade produtiva do solo quanto o desempenho dos animais, garantindo uma produção de forragem de qualidade superior”, comentou.

Luís Gustavo Luca Silva, também aluno de Agronomia e um dos organizadores da expedição, enfatizou a importância da visita: “Foi uma experiência enriquecedora, essencial para nosso desenvolvimento acadêmico e profissional, e que contribuirá para o sucesso da pecuária no Brasil.”

Willians de Angelo, gerente de produção do grupo CV Nelore Mocho, destacou o impacto da visita para os alunos. “Foi um momento significativo para os futuros profissionais, que puderam aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula e se familiarizar com a realidade do campo. Além disso, foi uma oportunidade de contato com as tecnologias mais recentes do setor pecuário e com profissionais experientes da área”, concluiu.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bioestimulantes ganham espaço nos pomares e ajudam frutas a resistirem ao estresse climático

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Estresse climático desafia produção de frutas no Brasil

A fruticultura brasileira enfrenta desafios crescentes diante das oscilações climáticas e das mudanças nas condições ambientais. Culturas como citros, uva, maçã e manga estão entre as mais sensíveis aos chamados estresses abióticos, provocados por fatores como escassez hídrica, altas temperaturas e salinidade do solo.

Essas condições afetam diretamente o desenvolvimento das plantas, comprometendo tanto a produtividade quanto a qualidade final dos frutos. Diante desse cenário, produtores vêm ampliando o uso de tecnologias naturais voltadas à proteção fisiológica dos pomares, com destaque para os bioestimulantes agrícolas.

Extratos de algas fortalecem resistência das plantas

Entre as soluções mais utilizadas no manejo de estresse vegetal estão os extratos da alga Ascophyllum nodosum, reconhecida por sua elevada capacidade de adaptação a ambientes extremos.

A espécie é encontrada nas águas frias do Atlântico Norte, especialmente nas regiões costeiras do Canadá, Irlanda e Noruega, onde enfrenta condições severas de salinidade, variações de maré e oscilações intensas de temperatura.

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Segundo Bruno Carloto, gerente de marketing estratégico da Acadian Sea Beyond no Brasil e Paraguai, essas características naturais da alga são transferidas às plantas por meio dos extratos utilizados no campo.

“As condições extremas favoreceram o desenvolvimento de mecanismos naturais de resistência. Quando aplicados nas culturas agrícolas, esses compostos ajudam a aumentar a tolerância das plantas aos diferentes tipos de estresse”, explica.

Plantas mantêm desenvolvimento mesmo sob pressão ambiental

Pesquisas e aplicações práticas no campo mostram que os bioestimulantes atuam fortalecendo processos fisiológicos internos das plantas.

Em períodos de seca, calor intenso ou outras condições adversas, culturas tratadas tendem a apresentar maior estabilidade no desenvolvimento vegetativo e reprodutivo, reduzindo perdas produtivas.

De acordo com especialistas, esse suporte fisiológico é decisivo para preservar etapas fundamentais do ciclo produtivo, como formação, enchimento e qualidade dos frutos.

Qualidade da fruta se torna fator estratégico

Na fruticultura, manter o equilíbrio entre produtividade e qualidade é essencial para atender tanto o mercado interno quanto as exigências da exportação.

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Segundo Bruno Carloto, compreender a resposta das plantas ao ambiente se tornou um diferencial estratégico para o manejo moderno dos pomares.

“Quando ajudamos a planta a lidar melhor com o estresse, ela mantém o desenvolvimento e isso se reflete diretamente na produtividade e na qualidade dos frutos”, destaca.

Bioestimulantes avançam no manejo sustentável dos pomares

O avanço dos bioestimulantes acompanha a busca do setor por soluções mais sustentáveis e eficientes diante das mudanças climáticas.

Com maior resiliência das plantas, produtores conseguem reduzir impactos ambientais sobre a produção e ampliar a segurança produtiva em culturas altamente dependentes de condições climáticas equilibradas.

A tendência é de crescimento no uso dessas tecnologias nos próximos anos, especialmente em regiões sujeitas a extremos climáticos e maior pressão sobre os recursos hídricos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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