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Grunner apresenta na Tecnoshow COMIGO novo conceito de equipamento multifuncional para mercado de grãos

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A Grunner, indústria de Smart Machines para o setor agrícola, apresenta na Tecnoshow COMIGO, evento que ocorre entre os dias 8 de 12 de abril, em Rio Verde (GO), o protótipo de um novo equipamento desenvolvido pela empresa para o mercado de grãos.

Impulsionada pelo sucesso do modelo ADS das Smart Machines para o mercado da cana, a Grunner desenvolveu um equipamento com multifuncionalidades para lavouras de grãos, que faz correção, adubação e colheita, com capacidade de carga de carga 29m³ / 30 toneladas e para operação em regime de alta velocidade, otimizando tempo, contribuindo para uma maior produtividade e redução de custos. Possui balança com células de carga que permite a leitura em tempo real da quantidade grãos que estão sendo depositados e dos fertilizantes e corretivos que estão sendo aplicados.

“O novo ADS Multi foi pensado para solucionar desafios das culturas de grãos, com alta capacidade de aplicação de corretivos, versatilidade nos manejos, otimização da logística, economia de combustível, equipamento de maior cavalagem visando altas velocidades e maior produtividade. Além de fazer a aplicação de três insumos – calcário, gesso e fertilizantes granulados –, funciona como um tanque/carreta graneleira, que recebe o grão do graneleiro da colhedora e o transporta até o caminhão que segue para o armazém”, explica o gerente de Mercado da Grunner, Tedson Azevedo.

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O novo equipamento promove redução do consumo de combustível para a mesma operação, com uma velocidade três vezes superior a de um trator, tanto para o deslocamento vazio quanto o carregado. “Essa velocidade concede à máquina mais agilidade e o aumento de rendimento da colhedora de grãos porque ela continua colhendo o tempo todo, não tendo a necessidade de parar a máquina para descarregar”, detalha. “É possível fazer tudo isso obedecendo um controle de tráfego dentro da lavoura, o que reduz a compactação do solo, melhorando a sua saúde, seguindo os princípios da agricultura regenerativa”, pontua.

Conceito inovador para redução de custos e alta eficiência

A versatilidade do novo ADS Multi permite reduzir as frotas das propriedades agrícolas, proporciona redução de viagens para carregamento e descarregamento e uma maior eficiência para atender janelas de plantio e colheita. “São atributos valiosos em um cenário cada vez mais pressionado pelos custos de produção, que espremem as margens da produção de grãos”, enfatiza o gerente de Mercado da Grunner.

O desenvolvimento da tecnologia para a linha de maquinários, contou com investimentos de cerca de R$ 16 milhões, inicialmente para o mercado de cana e depois para grãos. “Uma primeira versão do equipamento foi levada para as edições do ano passado da Tecnoshow e da Agrishow inicialmente para a aplicação de compostos orgânicos e corretivos, mas os próprios produtores pediram que a máquina tivesse mais funcionalidades. Ouvimos o mercado e aprimoramos esse protótipo que levaremos para a Tecnoshow e será comercializado a partir de 2025”, destaca Azevedo.

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Além dos benefícios em eficiência e produtividade, o menor consumo de combustível do ADS Multi em relação à frota padrão reduz as emissões de gases de efeito estufa na operação e na cadeia de abastecimento, considerando-se que para cada litro de diesel queimado em combustão, ocorre a emissão de 2,6 kg de CO2.

“Hoje não existe no mercado para grãos um equipamento que tenha essa multifuncionalidade. Essa é uma forma também de o agricultor ter o retorno do investimento feito na tecnologia de forma mais rápida, pois o equipamento segue trabalhando durante todo o período, tendo em vista que suas funções não coincidem e são intercaladas. A máquina não fica parada, o serviço segue e a lavoura ganha mais produtividade”, salienta.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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