AGRONEGÓCIO

Governo lança Painel de Cotações Agropecuárias da Ceasa

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O Governo do Tocantins lançou semana passada o Painel de Cotações Agropecuárias da Ceasa, uma ferramenta digital que oferece acesso gratuito e em tempo real aos preços de hortifrutigranjeiros comercializados nas principais unidades da Central de Abastecimento do estado, localizadas em Palmas, Paraíso do Tocantins e Gurupi.

Desenvolvido pela Agência de Tecnologia da Informação (ATI) em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), o painel visa promover maior transparência e competitividade no agronegócio tocantinense. A plataforma permite que produtores, comerciantes e consumidores acompanhem a variação de preços de uma ampla gama de produtos, como banana, alface, tomate e chuchu, com poucos cliques. Os dados são apresentados em gráficos e tabelas que mostram os preços mínimo, médio e máximo praticados em cada dia.

O acesso à plataforma é livre e não requer cadastro, garantindo que qualquer cidadão possa consultar os dados de forma rápida e intuitiva. Além disso, as cotações são atualizadas regularmente, permitindo que os usuários acompanhem as flutuações do mercado em tempo real.

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Para o secretário da Seagro, Cesár Halum, a ferramenta representa um avanço significativo na democratização da informação e no fortalecimento da economia local: Com dados claros e acessíveis, o produtor deixa de chegar ao mercado sem saber o preço praticado e pode negociar sua colheita com muito mais base. Isso fortalece a economia local e garante um comércio mais justo.

O desenvolvimento do painel foi realizado pela ATI utilizando a plataforma Lab63, um ambiente dedicado à inovação e à transparência de dados públicos. Segundo o superintendente de Sistemas de Informação da ATI, José Ribeiro Neto, o projeto é um exemplo de como a tecnologia da informação pode ser uma aliada direta do desenvolvimento econômico: “Transformamos dados brutos em insights valiosos. A integração entre ATI e Seagro foi fundamental para entregar uma solução que atende a uma demanda real do setor produtivo.

O Painel de Cotações Agropecuárias da Ceasa está disponível 24 horas por dia. Para acessar, clique aqui.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

União Europeia amplia restrições e volta a afetar exportações da piscicultura brasileira

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A nova decisão da União Europeia de suspender importações de proteína animal do Brasil voltou a acender o alerta na cadeia da piscicultura nacional. A medida, relacionada ao controle do uso de antimicrobianos na pecuária, preocupa o setor aquícola, que afirma não ter ligação com as não conformidades apontadas pelas autoridades europeias.

A manifestação foi feita pela PEIXE BR, que demonstrou preocupação com os impactos indiretos da atualização da lista de países autorizados a exportar proteína animal ao bloco europeu. O novo posicionamento da União Europeia foi divulgado na terça-feira (12) e amplia as restrições às exportações brasileiras.

Piscicultura brasileira volta a ser afetada por barreiras sanitárias

Segundo a PEIXE BR, esta não é a primeira vez que a piscicultura sofre consequências de medidas relacionadas a outros segmentos da proteína animal brasileira.

Desde 2018, o pescado nacional enfrenta limitações para acessar o mercado europeu após problemas identificados em embarcações da pesca extrativa. Embora a aquicultura não estivesse envolvida nas irregularidades apontadas na época, o segmento acabou incluído nas restrições impostas pelo bloco europeu.

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O setor vinha acompanhando com expectativa a possibilidade de retomada das exportações. No início deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério da Pesca e Aquicultura informaram sobre a previsão de uma missão técnica da União Europeia ao Brasil em junho, considerada estratégica para reabrir o mercado europeu ao pescado brasileiro.

Com a nova suspensão, porém, a perspectiva de retomada volta a ficar comprometida.

“A aquicultura brasileira segue penalizada por problemas que não pertencem ao setor. Esperamos que o MAPA, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, atue para reverter a perda de um mercado tão importante para as proteínas animais do Brasil”, destacou a PEIXE BR em nota.

Setor vê avanço de barreiras comerciais disfarçadas de exigências sanitárias

A entidade também avalia que a decisão europeia reforça um cenário internacional de maior protecionismo comercial. Segundo a associação, barreiras sanitárias e regulatórias vêm sendo utilizadas como instrumentos de defesa de mercado, especialmente em um momento de avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia.

Para a piscicultura brasileira, o impacto vai além das exportações imediatas e afeta diretamente a competitividade internacional do setor.

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A PEIXE BR ressalta que a produção aquícola nacional segue padrões internacionais de controle sanitário, rastreabilidade e segurança alimentar, mantendo protocolos alinhados às exigências de mercados externos.

Exportações de pescado seguem estratégicas para expansão do setor

Mesmo diante das restrições, a piscicultura brasileira continua apostando na ampliação das exportações como uma das principais estratégias de crescimento da atividade.

Nos últimos anos, o setor vem investindo em tecnologia, manejo sanitário e profissionalização da cadeia produtiva para fortalecer a presença do pescado brasileiro em mercados internacionais de maior valor agregado.

A avaliação do segmento é que a reabertura do mercado europeu seria fundamental para ampliar oportunidades comerciais, diversificar destinos de exportação e fortalecer a imagem da aquicultura brasileira no exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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