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Governo do Estado Reforça Apoio Permanente aos Produtores Rurais para Enfrentar a Escassez de Chuva

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A escassez de chuvas tem gerado preocupações em diversos municípios catarinenses. Em resposta a esse desafio, o Governo do Estado de Santa Catarina mantém ações permanentes de apoio direto aos produtores rurais, com a disponibilização de linhas de crédito e programas emergenciais destinados a minimizar os impactos nas propriedades agrícolas causados pelas ocorrências climáticas adversas.

De acordo com informações da Epagri/Ciram, desde a segunda quinzena de janeiro, o estado tem experimentado uma escassa ocorrência de chuvas, especialmente nas regiões do Meio-Oeste ao Planalto Sul e Norte, e nas áreas próximas aos estados do Paraná e Rio Grande do Sul. A meteorologista Marilene de Lima, da Epagri/Ciram, explicou que as massas de ar quente predominam sobre o território catarinense, resultando em ondas intensas de calor. As frentes frias, que normalmente são responsáveis por chuvas mais expressivas, têm se deslocado para o sul, atingindo apenas parcialmente o estado, com precipitações concentradas na região Litorânea e em pequena quantidade nas demais áreas, como no Extremo Oeste, Oeste e Meio-Oeste. Além disso, as chuvas têm se mostrado mal distribuídas e de curta duração, dificultando a infiltração no solo e a contribuição significativa para o abastecimento dos reservatórios e rios.

Em termos de produção, a Epagri/Cepa aponta que a soja está em fase de colheita em Santa Catarina, e, embora algumas áreas semeadas mais tarde possam apresentar queda na produtividade, a safra deve ser uma das melhores dos últimos anos. O feijão 2ª safra e o milho 2ª safra, por sua vez, estão majoritariamente em fase de desenvolvimento vegetativo e início de floração, e, caso a escassez de chuva persista, pode haver perdas substanciais na produtividade.

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O Governo do Estado tem implementado programas estratégicos para auxiliar os produtores em momentos de adversidade climática. O Programa Água no Campo SC, com as linhas de financiamento “Água para Todos” e “Cultivando Água e Protegendo Solo”, oferece recursos para captação, armazenamento e distribuição de água, bem como para a proteção de nascentes e práticas de recuperação e conservação do solo. Os agricultores podem acessar até R$ 100 mil, com prazo de pagamento de cinco anos e um desconto de até 50% para os adimplentes.

Outro programa relevante é o Pronampe Agro SC Emergencial, que visa a recuperação de sistemas produtivos danificados, incluindo benfeitorias, máquinas e equipamentos. Os agricultores podem obter subvenção dos juros, com taxa de 3% ao ano, e o crédito pode ser contratado com prazo de até oito anos, atendendo produtores do Pronaf e Pronamp com valor de até R$ 100 mil por família.

Além desses, o Programa Safra Garantida SC tem como objetivo oferecer suporte aos agricultores familiares que aderem ao Proagro Mais, seguro compulsório do governo federal. A medida proporcionará um subsídio de até R$ 1.500,00 para custear a adesão ao seguro, com foco nas famílias com renda bruta anual de até R$ 100 mil.

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O Secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini, reforçou que o Governo do Estado está comprometido em oferecer suporte contínuo aos agricultores, com ações que visam mitigar os efeitos das condições climáticas adversas. “Nossas equipes estão em campo para identificar os problemas e fornecer o suporte necessário”, afirmou.

Em relação à previsão climática, a meteorologista Gilsânia Cruz apontou que a previsão para o final de março é de chuvas escassas e mal distribuídas, principalmente nas regiões do Extremo Oeste, Oeste e Meio-Oeste, com maior frequência de precipitações no Litoral. Para os meses de abril e maio, a expectativa é de chuvas abaixo da média, com possibilidade de períodos prolongados sem precipitações. A média mensal de chuvas para o Oeste e Planalto deve variar entre 100 a 130mm, enquanto no Litoral esse valor ficará entre 150 e 210mm.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

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Fonte: Pensar Agro

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