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Futuros do Milho Iniciam a Semana em Alta na B3

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Nesta segunda-feira (20), os preços futuros do milho começaram a semana em alta na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 10h14 (horário de Brasília), as principais cotações variavam entre R$ 58,99 e R$ 68,44.

O contrato de vencimento para julho de 2024 estava cotado a R$ 58,99, registrando um aumento de 0,67%. Já o contrato para setembro de 2024 valia R$ 62,23, com elevação de 0,92%, enquanto o de novembro de 2024 era negociado por R$ 65,23, apresentando uma valorização de 0,93%. O contrato de janeiro de 2024 estava cotado a R$ 68,44, com uma alta de 0,50%.

Cenário Internacional

Os preços internacionais do milho futuro também começaram a segunda-feira em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Às 09h44 (horário de Brasília), o contrato de julho de 2024 era negociado a US$ 4,56, com uma elevação de 3,50 pontos. O contrato de setembro de 2024 estava cotado a US$ 4,66, com um aumento de 4,00 pontos, enquanto o de dezembro de 2024 era negociado a US$ 4,81, registrando uma valorização de 4,50 pontos. O contrato de março de 2024 estava a US$ 4,93, com uma alta de 3,75 pontos.

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Segundo o site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram na manhã de hoje, impulsionados pela força do mercado de trigo durante a noite. A publicação ressalta ainda que os mercados estão aguardando o relatório de progresso da safra do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para hoje, buscando novas informações sobre os ritmos de plantio na última semana.

Até a semana encerrada em 12 de maio, 49% dos 2.024 acres de milho previstos foram plantados, o que representa um atraso de 5% em relação à média dos últimos cinco anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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