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Frigoríficos Mantêm Estabilidade no Abate e Mercado do Boi Gord o Mostra Movimentos Lateralizados

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O mercado de boi gordo no Brasil se apresenta em uma fase de estabilidade nas negociações, com pouca variação nos preços. Segundo Fernando Iglesias, analista da Safras & Mercado, a proximidade do fim do mês contribui para um ritmo mais lento no mercado, onde os frigoríficos têm conseguido manter a liderança nas escalas de abate. Esse cenário tem limitado movimentos mais intensos de alta nos preços da arroba.

A expectativa é de que, com a entrada mais significativa de animais confinados em agosto e a influência dos contratos a termo, possa haver uma leve queda nas cotações do boi gordo após a primeira quinzena do próximo mês.

No dia 25 de julho, os preços da arroba do boi gordo nas principais praças de comercialização do País estavam da seguinte forma:

  • São Paulo (Capital): R$ 230,00, estável em relação à semana anterior.
  • Goiás (Goiânia): R$ 223,00, aumento de 1,36% frente aos R$ 220,00 da semana passada.
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 220,00, mantendo o mesmo valor da semana passada.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 223,00, alta de 1,36% em relação aos R$ 220,00 da semana anterior.
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 211,00, queda de 0,47% em relação aos R$ 212,00 da semana anterior.
  • Rondônia (Vilhena): R$ 185,00, sem alteração em relação à semana passada.
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No atacado, Iglesias aponta que os preços voltaram a cair durante a semana, tendência que deve continuar no curto prazo. Há uma expectativa de recuperação dos preços em agosto, especialmente com o aumento do consumo devido à liberação de salários e à comemoração do Dia dos Pais. Os preços no atacado foram ajustados da seguinte forma:

  • Quarto traseiro: R$ 17,20 por quilo, queda de R$ 0,05.
  • Quarto dianteiro: R$ 17,35 por quilo, baixa de R$ 0,15.
  • Ponta de agulha: R$ 12,70 por quilo, redução de R$ 0,15.

Comparado à semana anterior, o quarto traseiro do boi caiu 1,71%, de R$ 17,50 para R$ 17,20 por quilo. O quarto dianteiro apresentou uma redução de 4,64%, passando de R$ 14,00 para R$ 13,35 por quilo.

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil totalizaram US$ 717,441 milhões em julho, com uma média diária de US$ 47,829 milhões. A quantidade exportada foi de 162,524 mil toneladas, com uma média diária de 10,835 mil toneladas. O preço médio por tonelada foi de US$ 4.414,40. Em comparação com julho de 2023, houve um aumento de 31,8% no valor médio diário da exportação e um crescimento de 41,5% na quantidade média diária exportada, embora o preço médio tenha registrado uma desvalorização de 6,9%. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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