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FPA quer mudar a cesta básica e aumentar a oferta de alimentos para a população

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Com a inflação em alta, especialmente nos alimentos, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em conjunto com outras 23 frentes, propôs uma regulamentação da cesta básica como parte da reforma tributária. O objetivo é fornecer uma resposta rápida para controlar os preços dos alimentos, que têm afetado o poder de compra da população e contribuído para uma crise alimentar.

Segundo o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), a bancada pretende trabalhar para zerar a alíquota de qualquer alimento, garantindo que a população tenha condições de adquirir uma variedade de produtos alimentares.

“A solução para aumentar a oferta de alimentos para a população está na mesa, e vamos trabalhar para aprovar junto com o governo, que também busca essa solução”, ressaltou Lupion.

A proposta visa regulamentar a Emenda Constitucional nº 132, de dezembro de 2023, relacionada à cesta básica, e conceder ao Poder Executivo Federal autoridade para reduzir o PIS e a COFINS sobre todos os itens da cesta básica.

Essa medida anteciparia os efeitos da entrada em vigor e do período de transição do IBS e CBS, com o objetivo de mitigar imediatamente o impacto nos preços dos alimentos, abrangendo tanto as cestas básicas federais quanto as estaduais.

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A proposta mantém a estrutura básica da cesta atual, com ajustes nas fontes de proteínas de origem animal para garantir a inclusão de todas as fontes alimentares importantes. Além disso, foram consideradas as particularidades de cada região do país, como a inclusão de camarão para o Norte/Nordeste.

Lupion enfatizou que a proposta busca unir preços acessíveis a uma alimentação saudável e completa, representando uma alternativa viável para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Pensar Agro

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Brasil projeta processamento recorde de 63 milhões de toneladas

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O setor industrial de soja brasileiro elevou suas expectativas para a temporada de 2026. A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) revisou para cima suas projeções e estima agora o processamento de 63 milhões de toneladas de soja no País. O volume representa uma expansão de 0,8% em relação à estimativa anterior, sinalizando um movimento estratégico das indústrias em direção à maior agregação de valor ao produto antes do embarque ao mercado externo.

Com o novo ritmo de esmagamento, a produção nacional de derivados deve atingir patamares robustos: a expectativa é de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja. O desempenho industrial mantém-se aquecido, como demonstram os dados operacionais de abril, quando o esmagamento somou 5,09 milhões de toneladas — um avanço de 6,7% na comparação com igual período de 2025. No acumulado do primeiro quadrimestre, o processamento alcançou 18,124 milhões de toneladas, um incremento de 10,1% frente ao ano passado, indicando que a capacidade instalada das plantas nacionais opera sob demanda crescente.

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Apesar da intensificação do processamento interno, o Brasil mantém sua posição de força no comércio global. As exportações de soja em grão seguem projetadas em 114,1 milhões de toneladas. O cenário para os derivados também é de alta: os embarques de farelo devem chegar a 24,95 milhões de toneladas, enquanto a exportação de óleo de soja tem projeção de 1,65 milhão de toneladas, um crescimento de 3,1% em relação ao levantamento anterior da entidade.

Para sustentar a demanda combinada da indústria e do mercado internacional, a produção brasileira de soja está estimada em 180,25 milhões de toneladas, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para assegurar o equilíbrio do balanço de oferta e demanda, a entidade prevê ainda a importação de 900 mil toneladas do grão e de 125 mil toneladas de óleo de soja ao longo do ano.

Fonte: Pensar Agro

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