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Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano retorna ao Rio Grande do Sul em 2025

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O Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, um dos principais eventos do setor no Brasil, retornará ao Rio Grande do Sul em abril de 2025. O evento, que é uma referência para profissionais, pesquisadores e empresas interessadas em biogás e biometano, acontecerá em sua terra natal após uma bem-sucedida edição em Santa Catarina em 2023.

A edição de 2023, realizada de 16 a 18 de abril, contou com uma programação abrangente, incluindo palestras, debates, apresentações de cases, premiações, um espaço de negócios, eventos paralelos e visitas técnicas a plantas de biogás e biometano em Santa Catarina. O evento aconteceu no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó, e contou com a participação de 771 pessoas de 16 estados brasileiros e de 13 países, consolidando-se como a maior edição do fórum até hoje.

A diretora-executiva da Associação Mundial de Biogás (WBA), Charlotte Morton OBE, fez a palestra de abertura, destacando a importância de acelerar a produção de biogás para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Ela também ressaltou as oportunidades para o setor no Brasil. Nos dois primeiros dias, o evento proporcionou um rico ambiente de aprendizado e networking, enquanto o terceiro dia foi dedicado a visitas técnicas a plantas de biogás e biometano em Chapecó, Concórdia, Videira e Treze Tílias.

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A organização do fórum é conduzida pelo Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), de Foz do Iguaçu (PR), pela Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia (SC), e pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), no Rio Grande do Sul. A coordenação do evento é da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera).

Ainda não está definida a cidade que sediará o evento em 2025. Segundo Airton Kunz, coordenador da sexta edição, a escolha do local está sendo planejada para garantir um espaço adequado ao crescente número de participantes. Ele entregou a coordenação para Suelen Paesi, da UCS, anfitriã do próximo evento.

No encerramento do fórum, foi anunciado o resultado do Prêmio Melhores do Biogás Brasil 2023, que reconhece o trabalho de pessoas e organizações dedicadas ao desenvolvimento do setor. Mais de 5 mil votos foram contabilizados para esta terceira edição do prêmio. Para conferir a lista de vencedores, visite o site do evento.

Para quem deseja participar da próxima edição, a pré-inscrição para o 7º Fórum está disponível no site do evento (biogasebiometano.com.br).

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O cenário do biogás no Sul do Brasil é promissor, conforme o Panorama do Biogás no Sul do Brasil 2023, divulgado durante o fórum. São 636 plantas cadastradas nos três estados, com uma produção de 873 milhões de Nm³ de biogás. A energia elétrica é o maior uso do biogás (54%), seguida pelo biometano (25%).

O retorno do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano ao Rio Grande do Sul em 2025 promete novas oportunidades para a troca de conhecimento, fortalecimento do setor e parcerias para um futuro mais sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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