AGRONEGÓCIO

Prefeitura promove 1º Fórum de Inclusão e Acessibilidade com foco na saúde

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A gestão do prefeito Abilio Brunini tem dado sinais claros de que a inclusão e a acessibilidade são prioridades em Cuiabá. Como parte desse compromisso, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, realizará no dia 24 de junho, das 8h às 12h, o 1º Fórum Municipal de Inclusão e Acessibilidade de Cuiabá, um evento inédito que pretende reunir sociedade civil, representantes de instituições e familiares atípicos para debater políticas públicas voltadas à inclusão, especialmente na área da saúde.

O fórum será realizado na sede da Secretaria, localizada na Avenida Arquimedes Pereira Lima, nº 1000, no Jardim Itália, e está com inscrições abertas através do link: https://forms.gle/zUn5HkGWRS6aPkvMA

Segundo o secretário adjunto de Inclusão, Andrico Xavier, o objetivo é construir, de forma coletiva, soluções e propostas que atendam às demandas específicas das pessoas com deficiência, familiares e cuidadores. “Esse é um espaço de escuta e troca. Estamos olhando com sensibilidade para as famílias atípicas cuiabanas e queremos garantir que suas necessidades sejam ouvidas e transformadas em ações concretas. A inclusão não pode ser uma promessa, tem que ser uma prática permanente”, destacou.

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O evento contará com as participações de representantes do Ministério Público Estadual (MP-MT) e da Ordem dos Advogados do Brasíl, seccional Mato Grosso (OAB-MT) e da Secretaria Municipal de Saúde.

Além de ampliar o diálogo entre poder público e sociedade, o fórum deve servir como base para a criação de novos programas e ações que assegurem mais dignidade, autonomia e qualidade de vida à população com deficiência em Cuiabá. A gestão municipal entende que inclusão não é apenas acessibilidade física, mas também social, cultural e emocional.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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