AGRONEGÓCIO

Prefeitura promove 1º Fórum de Inclusão e Acessibilidade com foco na saúde

Publicado em

A gestão do prefeito Abilio Brunini tem dado sinais claros de que a inclusão e a acessibilidade são prioridades em Cuiabá. Como parte desse compromisso, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, realizará no dia 24 de junho, das 8h às 12h, o 1º Fórum Municipal de Inclusão e Acessibilidade de Cuiabá, um evento inédito que pretende reunir sociedade civil, representantes de instituições e familiares atípicos para debater políticas públicas voltadas à inclusão, especialmente na área da saúde.

O fórum será realizado na sede da Secretaria, localizada na Avenida Arquimedes Pereira Lima, nº 1000, no Jardim Itália, e está com inscrições abertas através do link: https://forms.gle/zUn5HkGWRS6aPkvMA

Segundo o secretário adjunto de Inclusão, Andrico Xavier, o objetivo é construir, de forma coletiva, soluções e propostas que atendam às demandas específicas das pessoas com deficiência, familiares e cuidadores. “Esse é um espaço de escuta e troca. Estamos olhando com sensibilidade para as famílias atípicas cuiabanas e queremos garantir que suas necessidades sejam ouvidas e transformadas em ações concretas. A inclusão não pode ser uma promessa, tem que ser uma prática permanente”, destacou.

Leia Também:  Setor Solar no Brasil Alcança 44 Gigawatts e Atrai Mais de R$ 208 Bilhões em Investimentos

O evento contará com as participações de representantes do Ministério Público Estadual (MP-MT) e da Ordem dos Advogados do Brasíl, seccional Mato Grosso (OAB-MT) e da Secretaria Municipal de Saúde.

Além de ampliar o diálogo entre poder público e sociedade, o fórum deve servir como base para a criação de novos programas e ações que assegurem mais dignidade, autonomia e qualidade de vida à população com deficiência em Cuiabá. A gestão municipal entende que inclusão não é apenas acessibilidade física, mas também social, cultural e emocional.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Guerra no Oriente Médio pode elevar custos no campo e pressionar inflação dos alimentos no Brasil

Published

on

As tensões geopolíticas no Oriente Médio voltaram a acender um alerta para o agronegócio global. Um estudo divulgado pelo Rabobank aponta que o prolongamento do conflito na região, aliado ao fechamento do Estreito de Ormuz — uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo — pode provocar aumento dos custos de produção agropecuária e pressionar a inflação dos alimentos no Brasil ao longo de 2026 e 2027.

Segundo a análise, o choque nos mercados de energia já está elevando os preços internacionais do petróleo e do gás natural, criando uma cadeia de impactos que alcança combustíveis, fertilizantes, transporte e logística agrícola.

Petróleo mais caro aumenta custos da produção rural

O relatório destaca que a valorização das commodities energéticas tem efeito direto sobre a atividade agropecuária. O diesel, principal combustível utilizado nas operações agrícolas e no transporte de cargas, tende a registrar alta de preços, elevando os custos desde o plantio até a distribuição dos alimentos.

Além disso, a produção mundial de fertilizantes depende fortemente de gás natural e derivados de petróleo. Com a elevação dos preços desses insumos, a tendência é de aumento nos gastos dos produtores rurais em diversas culturas.

De acordo com as projeções do Rabobank, o Índice de Commodities do Banco Central para Energia (IC-Br Energia) deverá encerrar 2026 com avanço de 41,6% na comparação anual, refletindo a disparada dos preços energéticos observada após a escalada do conflito.

Leia Também:  Lei que garante ônibus gratuito em Cuiabá aos domingos é sancionada
Agro sente impacto de forma gradual

Diferentemente do mercado de energia, onde os reflexos são imediatos, os efeitos sobre as commodities agrícolas costumam ocorrer de forma mais lenta.

O estudo avalia que os custos mais elevados de energia, frete, fertilizantes e logística devem ser gradualmente incorporados aos preços agrícolas. Como consequência, o Índice de Commodities Agropecuárias (IC-Br Agro) deve voltar a registrar valorização nos próximos meses.

A expectativa é que o indicador feche 2026 com crescimento de 8,8%, sinalizando um ambiente de custos mais elevados para a cadeia produtiva.

Outro fator de preocupação é a possibilidade de ocorrência de um fenômeno El Niño de forte intensidade, cenário que pode provocar alterações climáticas relevantes em importantes regiões produtoras, afetando produtividade e disponibilidade de alimentos.

Inflação dos alimentos pode ganhar força

O levantamento mostra que os alimentos in natura deverão ser os mais sensíveis aos efeitos do choque externo.

Frutas, hortaliças, legumes e outros produtos frescos costumam reagir rapidamente ao aumento dos custos de transporte, combustíveis e insumos agrícolas. Por isso, a projeção é que a inflação desse grupo alcance 9,6% ao final de 2026 e ultrapasse 10% em 2027.

Nos alimentos semielaborados e industrializados, o repasse tende a ocorrer de forma mais gradual. Estoques, contratos de fornecimento e maior diversificação de custos ajudam a amortecer os impactos iniciais da alta das commodities e da energia.

Mesmo assim, os analistas observam que o aumento dos custos deverá atingir toda a cadeia alimentícia ao longo dos próximos trimestres.

Leia Também:  Dólar hoje oscila perto da estabilidade no Brasil com avanço nas negociações entre EUA e Irã e Ibovespa em leve alta
Alimentação no domicílio deve permanecer pressionada

Após um período de desaceleração observado no início de 2026, a inflação dos alimentos consumidos dentro de casa pode voltar a acelerar.

As projeções indicam que a inflação de alimentação no domicílio deverá encerrar 2026 próxima de 6,1%, permanecendo acima dos níveis considerados confortáveis para o controle inflacionário.

Embora o índice deva apresentar desaceleração em 2027, os preços continuarão refletindo os efeitos acumulados da alta dos custos energéticos, das despesas logísticas e dos insumos agrícolas.

Agronegócio acompanha cenário com atenção

Especialistas destacam que o atual cenário reforça a importância do monitoramento dos mercados internacionais pelo setor agropecuário brasileiro.

O Oriente Médio ocupa posição estratégica no abastecimento global de petróleo e fertilizantes. Qualquer interrupção prolongada nos fluxos comerciais pode gerar volatilidade nos preços e afetar diretamente a competitividade do agronegócio.

Para produtores rurais, cooperativas, tradings e indústrias de alimentos, o principal desafio será administrar o aumento dos custos de produção em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, oscilações climáticas e maior volatilidade dos mercados globais.

Palavras-chave para SEO: Oriente Médio, inflação dos alimentos, agronegócio brasileiro, preço do petróleo, fertilizantes, custos de produção rural, alimentos mais caros, Estreito de Ormuz, commodities agrícolas, mercado agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA