AGRONEGÓCIO

Forseed apresenta novo híbrido de milho para a segunda safra brasileira

Publicado em

A Forseed, marca da gigante de milho e sorgo LongPing High-Tech, traz ao mercado de híbridos de milho uma inovação em semente para a safrinha brasileira. O lançamento FS552 se destaca por sua tolerância ao Complexo de Molicutes e Viroses (CMV), arranque inicial acelerado, boa sanidade foliar e um alto teto produtivo. O híbrido vem sendo reconhecido entre os produtores rurais que já plantaram como experimentação na safrinha 2023, por seu elevado peso de grãos.

Na safrinha deste ano, o FS552 registrou média produtiva acima de 400 sacas por alqueire em muitas propriedades. Essa conquista posiciona o híbrido como uma opção de destaque no mercado, atendendo às necessidades dos agricultores que buscam, além de todas as características, a alta produtividade. Sua ampla adaptação para o mercado de alto investimento na safrinha brasileira, ajudará no crescimento ainda mais acelerado da marca.

O FS552 será comercializado na safrinha dos estados do Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Goiás.

De acordo com os dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a colheita da safrinha de milho 2023 chegou a 100% de seu total. “Agora é o momento em que nós, como parceiros dos produtores, começamos a apoiá-los com o planejamento da safrinha 2024. E costumamos dizer que esse é um dos fatores mais estratégicos para o sucesso da safra”, afirma Fabiano Romero, gerente de marketing nacional da Forseed.

Leia Também:  Syntec Reafirma Compromisso com Saúde Equina na ABRAVEQ 2024 em Campinas

Guilherme Jacon, produtor rural de Porto Ferreira, município de São Paulo, que testou o híbrido na safrinha 2023, já prevê o plantio da semente em área total no próximo ciclo em razão dos ótimos resultados obtidos. “Plantei o FS552 em uma área da fazenda e a produtividade foi excelente. Para a próxima safra, vou utilizá-lo em toda a extensão da fazenda no cultivo do milho safrinha”.

Com o lançamento do FS552 e seu desempenho, a marca reforça a sua missão de fornecer opções diversificadas aos agricultores, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do setor.

Fonte: RPMA Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Expectativa de fim das tensões no Oriente Médio derruba preço da ureia

Published

on

A queda das cotações internacionais da ureia abre uma janela de alívio para os custos de fertilizantes no agronegócio brasileiro, em um momento de intensificação das compras para a próxima safra. Segundo analistas, os preços acumulam recuo superior a 40% em oito semanas e já retornam a patamares observados antes da recente escalada de tensões no Oriente Médio.

O movimento tem impacto direto sobre o planejamento de compras de importadores e cooperativas no Brasil, que dependem fortemente do mercado externo para o abastecimento de fertilizantes nitrogenados. A recomposição de estoques para a safra de verão tende a ganhar ritmo no segundo semestre, período em que o setor costuma aumentar a demanda por insumos.

A correção nos preços ocorre após a redução das incertezas sobre a oferta global, que haviam sido ampliadas pelo risco de interrupção de rotas estratégicas de transporte marítimo no Golfo Pérsico. O Estreito de Ormuz, responsável por parte relevante do fluxo de petróleo e fertilizantes no comércio internacional, voltou ao centro das atenções do mercado diante de sinais de avanço nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã.

Leia Também:  Alimentos ficam mais baratos no mundo e aumentam chance de inflação menor no Brasil

Com a percepção de menor risco logístico, agentes do mercado passaram a reduzir prêmios embutidos nas cotações internacionais. Para analistas, o ajuste reflete mais a reprecificação de risco do que uma mudança estrutural na oferta global de fertilizantes.

Apesar da tendência de queda, o cenário ainda depende da evolução das negociações entre Washington e Teerã. Informações divulgadas pela agência Reuters indicam que há uma proposta de extensão de um cessar-fogo por 60 dias e abertura parcial da rota marítima, mas pontos sensíveis, como o programa nuclear iraniano, seguem em aberto.

Especialistas do setor marítimo avaliam que, mesmo em caso de avanço diplomático, a normalização completa do fluxo de navios no Estreito de Ormuz não será imediata. A reorganização das rotas e a retomada da confiança operacional podem levar semanas.

No Brasil, o recuo das cotações ocorre em um momento considerado estratégico para o agronegócio, que concentra a maior parte das compras de fertilizantes nitrogenados no segundo semestre. Com preços mais baixos, o setor tende a encontrar condições mais favoráveis para negociação e recomposição de estoques, o que pode ajudar a aliviar parte dos custos de produção da próxima safra.

Leia Também:  FPA cobra do governo medidas firmes contra invasões de terras promovidas pelo MST

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA