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Fonte de cromo segura para a eficiência na nutrição animal

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Na busca por soluções confiáveis e eficazes para a nutrição animal, a segurança dos produtos torna-se um ponto crucial para os produtores. Nesse contexto, o propionato de cromo, oferecido como KemTRACE™ Cromo pela empresa Kemin, não apenas destaca seus benefícios nutricionais, mas também reforça sua segurança como um componente essencial para dietas animais.

Segurança comprovada

A diferenciação entre os dois tipos de Cromo – o trivalente Cr3+, altamente desejável, e o hexavalente Cr6+, proveniente de processos industriais e altamente tóxico – é um aspecto de extrema importância na nutrição animal e humana. É crucial destacar que o Cr6+ é tóxico mesmo em baixas ingestões, ao passo que o Cr3+ é uma fonte de baixa reatividade e segura.

Qualidade e certificações

A Kemin assegura a qualidade de seu KemTRACE™ Cromo por meio de análises detalhadas que comprovam sua composição essencialmente composta por Cr3+, o tipo seguro e altamente benéfico para os animais. A revisão do FDA (Food and Drugs Admionistration) desde 2007 para comercialização nos Estados Unidos é um testemunho sólido dessa segurança. O FDA estabelece um valor máximo de 2 mg/kg de Cr6+ para considerar que uma fonte de cromo seja segura, um critério que o KemTRACE™ Cromo não apenas atende, mas supera com tranquilidade.

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Benefícios inegáveis

Além da segurança garantida, os benefícios do uso do propionato de cromo nas dietas animais são amplamente reconhecidos. A redução dos efeitos negativos do estresse gerado por diversos fatores, como desmama, parto, doenças, transporte, densidade, trocas de ração e calor, é apenas uma das vantagens. O controle efetivo do cortisol (ou corticosterona quando mencionamos aves), hormônio associado ao estresse, e a melhoria da performance produtiva e reprodutiva das espécies animais são outros pontos que ganham destaque. Portanto, antes de escolher a fonte de cromo orgânico disponível no seu mercado, certifique-se de que o produto ofertado é comprovadamente seguro e eficaz.

Fonte: Kemin Industries

Fonte: Portal do Agronegócio

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Banana sob pivô central atinge 32 t/ha no Oeste baiano e supera médias estadual e nacional

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Produção de banana no Brasil e na Bahia evidencia diferença de produtividade

A bananicultura segue como uma das principais atividades da fruticultura brasileira. Segundo dados da Produção Agrícola Municipal (PAM/IBGE 2024), o Brasil produziu mais de 7 milhões de toneladas de banana em uma área colhida de 469 mil hectares, com produtividade média de 14,9 toneladas por hectare.

Na Bahia, a produção chegou a 839 mil toneladas, com rendimento médio de 11,9 t/ha, abaixo da média nacional.

Oeste baiano avança com irrigação por pivô central

No Oeste da Bahia, o uso de tecnologias de irrigação vem ampliando o potencial produtivo das lavouras. Em uma região marcada por clima desafiador e alta demanda evaporativa, sistemas de irrigação de precisão têm sido adotados como estratégia para garantir estabilidade e eficiência produtiva.

Nesse contexto, a Fazenda Canta Galo, da Frutsi Agro, localizada em Serra do Ramalho (BA), se destaca como referência no uso do pivô central na cultura da banana.

Produtividade de 32 t/ha destaca eficiência do sistema na Fazenda Canta Galo

Na propriedade, o cultivo de banana prata irrigada por pivô central alcança produtividade de até 32 toneladas por hectare. O desempenho supera as médias registradas na Bahia e no Brasil, evidenciando o impacto da tecnologia na cultura.

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O sistema adotado é um pivô central modelo Super Alto da Valley, utilizado para aprimorar o controle hídrico e dar mais estabilidade ao desenvolvimento da lavoura.

Manejo hídrico é fator determinante para a cultura da banana

A bananeira é uma cultura altamente exigente em água e sensível tanto ao déficit quanto ao excesso hídrico. Em regiões semiáridas, onde a irregularidade das chuvas é uma característica recorrente, a irrigação adequada é essencial para garantir produtividade e reduzir perdas.

Mais do que fornecer água, o manejo hídrico atua diretamente na manutenção do potencial produtivo e na saúde da lavoura.

Adaptação da cultura ao pivô central trouxe estabilidade produtiva

Na Fazenda Canta Galo, a banana passou a integrar o sistema produtivo em 2019, substituindo o cultivo de mamão.

Segundo o produtor rural Thiago Bresinski Lage, a adaptação da cultura ao pivô central foi positiva. Ele destaca que a banana, por ser uma planta tropical e de alta exigência hídrica, respondeu bem ao sistema.

O produtor ressalta ainda que o pivô central contribui para a formação de um microclima na área irrigada, reduzindo o estresse térmico e favorecendo maior estabilidade produtiva em uma região de elevada demanda evaporativa.

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Plataforma de manejo hídrico reforça precisão na irrigação

Além da estrutura de irrigação, o manejo da água na fazenda é apoiado pela plataforma Scheduling, que auxilia na definição do momento e da quantidade ideal de irrigação.

De acordo com o engenheiro-agrônomo e consultor da Valley, Aldo Narici, a banana exige precisão no manejo hídrico, já que tanto o excesso quanto a falta de água podem comprometer a produção e favorecer o surgimento de doenças de solo.

Ele destaca que o uso da ferramenta contribui para decisões baseadas no balanço hídrico e na necessidade real da cultura, aumentando a eficiência do sistema produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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