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Gestão Emanuel Pinheiro deixa legado com a criação do Plano Municipal de Mobilidade Urbana

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A gestão do prefeito Emanuel Pinheiro marcou mais um importante avanço no desenvolvimento urbano de Cuiabá com a criação do Plano Municipal de Mobilidade Urbana (PlanMob Cuiabá). Este marco reafirma o compromisso com a melhoria da mobilidade urbana, deixando um legado estruturante para o futuro da capital. A iniciativa foi oficializada na edição da Gazeta Municipal de 19 de dezembro por meio do Decreto nº 10.776.

Além de cumprir uma determinação legal, o PlanMob Cuiabá viabiliza o acesso a recursos federais para obras de infraestrutura urbana, como viadutos e ciclovias. O projeto foi entregue oficialmente ao presidente da Câmara Municipal, vereador Chico 2000, em abril de 2024, como parte das comemorações pelos 305 anos da capital.

O PlanMob Cuiabá tem como objetivo orientar as ações municipais relacionadas aos modos de transporte, serviços e infraestrutura viária, garantindo os deslocamentos de pessoas e cargas em seu território. O plano busca atender às necessidades atuais e futuras da população cuiabana, promovendo uma mobilidade mais eficiente e sustentável.

Desenvolvido para implementar a Política Municipal de Mobilidade Urbana, instituída pela Lei Municipal nº 7.110, de 2 de julho de 2024, o plano contou com ampla participação popular. Mais de 50 audiências públicas e consultas — tanto online quanto presenciais — envolveram a sociedade civil, promovendo um processo inclusivo e democrático.

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O Plano Municipal de Mobilidade Urbana baseia-se na Lei Federal nº 12.587/2012, que determina que municípios com mais de 250 mil habitantes devem adotar políticas específicas para o setor. Esse direcionamento garante que a mobilidade urbana seja planejada e estruturada, ao invés de tratada de forma dispersa.

“Estamos pensando no desenvolvimento da cidade, tomando como referência o plano diretor e promovendo os melhores deslocamentos para todos os tipos de mobilidade, incluindo pedestres, ciclistas, motociclistas e condutores de veículos. O objetivo é alcançar 100% de possibilidades de mobilidade urbana, reduzindo o tempo entre origem e destino e melhorando a qualidade de vida da população. Esta é a modernização que trazemos com o PlanMob Cuiabá”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.

O plano estabelece diretrizes para monitoramento, avaliação e revisão periódica, em alinhamento com o Plano Diretor de Desenvolvimento Estratégico de Cuiabá e outras legislações urbanísticas. Ele segue princípios como: universalidade no acesso a espaços públicos e meios de transporte; desenvolvimento sustentável em dimensões socioeconômicas e ambientais; promoção da segurança nos deslocamentos; gestão democrática e controle social.

Além também de garantir o acesso amplo e democrático aos espaços urbanos, com prioridade para o transporte coletivo e modos não motorizados; reduzir desigualdades e promover inclusão social; mitigar os custos ambientais e socioeconômicos dos deslocamentos, bem como consolidar a gestão democrática como ferramenta de aprimoramento da mobilidade.

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O plano prevê revisões periódicas, realizadas a cada 10 anos, em conjunto com o processo de revisão do Plano Diretor de Cuiabá. Essas revisões incluirão diagnóstico e prognóstico da mobilidade urbana, com análises sobre modos de transporte, serviços e infraestrutura, além da avaliação de indicadores de desempenho.

“A criação do PlanMob Cuiabá representa um legado significativo da gestão Emanuel Pinheiro, estabelecendo bases sólidas para uma mobilidade urbana mais inclusiva, eficiente e sustentável. O plano oferece à população cuiabana melhores condições de deslocamento e maior qualidade de vida, alinhando a cidade às demandas do presente e às expectativas do futuro”, concluiu a secretária de Mobilidade Urbana, Luciana Zamproni.

Os relatórios técnicos que integram o PlanMob Cuiabá serão disponibilizados na página eletrônica da Secretaria Municipal de Mobilidade – SEMOB, bem como outras informações referentes ao sistema de mobilidade urbana em Cuiabá.

Clique no anexo para visualizar o decreto na íntegra:

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Reabertura do Estreito de Ormuz reduz pressão nos preços, mas cenário global ainda impõe riscos à economia brasileira

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Geopolítica alivia mercados, mas riscos permanecem elevados

A reabertura completa do Estreito de Ormuz pelo Irã trouxe alívio imediato aos mercados internacionais, especialmente ao reduzir pressões sobre os preços do petróleo. O anúncio de um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano também contribuiu para uma redução temporária das tensões no Oriente Médio.

Apesar desse cenário mais favorável no curto prazo, o ambiente global segue marcado por elevada incerteza. A ausência de um acordo definitivo entre Estados Unidos e Irã, somada às dúvidas sobre o comércio internacional e ao cenário fiscal brasileiro, mantém o nível de risco elevado para investidores e produtores.

Câmbio: valorização do real não altera tendência de alta do dólar

O real apresentou valorização frente ao dólar na última semana, encerrando cotado a R$ 4,99 e figurando entre os melhores desempenhos dentro de uma cesta de moedas emergentes.

No entanto, a expectativa permanece de desvalorização ao longo do tempo. A projeção aponta para um dólar em R$ 5,55 ao final de 2026, influenciado por fatores como:

  • Redução do diferencial de juros entre Brasil e exterior
  • Possível fortalecimento da moeda americana no cenário global
  • Incertezas fiscais domésticas

Esse movimento pode impactar diretamente os custos de produção do agronegócio, especialmente em insumos dolarizados.

Atividade econômica brasileira segue com desempenho irregular

A atividade econômica no Brasil continua oscilando no início de 2026. O IBC-Br, indicador considerado uma prévia do PIB, registrou alta de 0,6% em fevereiro na comparação mensal.

Por outro lado, na comparação anual, houve queda de 0,27%, indicando perda de ritmo da economia.

  • Desempenho por setores
  • Indústria: crescimento de 1,2% na margem
  • Serviços: alta de 0,3%
  • Agropecuária: avanço de 0,2%
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Mesmo com resultados positivos, o crescimento ainda é considerado moderado. A projeção para o PIB em 2026 segue em 1,8%, refletindo:

  • Efeitos da política monetária restritiva
  • Impactos do fraco desempenho no fim de 2025
  • Riscos externos ligados ao cenário geopolítico
Varejo apresenta crescimento moderado e heterogêneo

O comércio varejista brasileiro registrou crescimento gradual em fevereiro, porém abaixo das expectativas do mercado.

  • Varejo restrito: alta de 0,6% no mês
  • Varejo ampliado: crescimento de 1,0%

Na comparação anual, o desempenho foi mais fraco, com retração no varejo ampliado.

  • Destaques positivos
  • Combustíveis e lubrificantes
  • Artigos farmacêuticos
  • Materiais de construção
  • Veículos e autopeças
  • Segmentos com queda
  • Equipamentos de escritório
  • Livros e papelaria
  • Vestuário e calçados

O avanço das vendas foi registrado em 17 estados, mas ainda sem indicar uma recuperação consistente do consumo.

Setor de serviços perde força, mas permanece em nível elevado

O setor de serviços registrou leve alta de 0,1% em fevereiro, indicando estabilidade após uma sequência de crescimento ao longo de 2025.

Na comparação anual, houve avanço de 0,5%, mantendo uma trajetória positiva, embora com desaceleração.

Segmentos em destaque
  • Serviços prestados às famílias
  • Informação e comunicação
  • Transporte
  • Segmentos em retração
  • Serviços profissionais e administrativos
Outros serviços

Mesmo com a desaceleração, o setor ainda opera cerca de 20% acima do nível pré-pandemia, sustentado por um mercado de trabalho resiliente e renda em crescimento.

  • Política econômica combina estímulos fiscais e cautela monetária
  • Medidas fiscais

O governo federal implementou ações para mitigar os efeitos da alta dos combustíveis, incluindo:

  • Obrigatoriedade de divulgação de margens de lucro por distribuidoras
  • Subvenções ao diesel
  • Ajustes no programa Gás do Povo
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Além disso, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027 prevê superávit primário de 0,5% do PIB.

Política monetária

O Banco Central mantém postura cautelosa diante do cenário internacional. A guerra no Oriente Médio e a elevação das expectativas de inflação dificultam o avanço do ciclo de cortes de juros.

A tendência é que a taxa Selic permaneça em patamar contracionista por um período mais prolongado.

Mercados financeiros: petróleo em alta e desempenho misto nas bolsas

Os mercados refletiram o ambiente de incerteza global:

Petróleo Brent registrou alta

Commodities agrícolas e metálicas tiveram desempenho predominantemente negativo

  • Bolsa americana apresentou valorização
  • Ibovespa registrou leve queda

No mercado de renda fixa, a curva de juros brasileira apresentou inclinação, indicando maior percepção de risco no longo prazo.

Perspectivas: agronegócio atento ao cenário global e ao câmbio

Apesar do alívio momentâneo proporcionado pela reabertura do Estreito de Ormuz, o cenário segue desafiador.

Os principais fatores de risco incluem:

  • Evolução do conflito no Oriente Médio
  • Política monetária nos Estados Unidos
  • Desaceleração das economias globais
  • Sustentabilidade fiscal no Brasil

Para o agronegócio, a combinação entre câmbio, preços de commodities e custos de produção seguirá sendo determinante ao longo de 2026. A expectativa é de crescimento moderado da economia, com maior clareza apenas no segundo semestre do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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