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FMC Destaca Inovações no Congresso Brasileiro do Algodão

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Entre os dias 3 e 5 de setembro, a FMC, empresa especializada em ciências para agricultura, participa da 14ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão, apresentando inovações significativas para o setor. O evento é palco para o lançamento dos herbicidas Azugro® e Ezanya®, ambos formulados com a molécula exclusiva Isoflex® active, e do fungicida Onsuva®, que promete revolucionar o controle de doenças na cotonicultura.

“A FMC se destaca como pioneira na oferta de soluções para a cotonicultura no Brasil. Investimos continuamente em serviços, inovações tecnológicas e no desenvolvimento de novas moléculas e formulações químicas e biológicas para o controle e prevenção de pragas e doenças”, afirma Fábio Lemos, gerente da cultura de algodão da FMC. Ele acrescenta que a empresa está comprometida em apoiar o setor para garantir a produtividade e a qualidade da fibra de algodão.

Os herbicidas Azugro® e Ezanya® são os principais destaques da participação da FMC no congresso. Recentemente registrados para uso em algodão, tabaco e trigo, esses produtos utilizam o Isoflex® active, uma nova molécula classificada como herbicida do Grupo 13 pelo Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas (HRAC). Azugro® é eficaz contra plantas daninhas anuais como o capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e diversas folhas largas, e estará disponível para uso no algodão na safra de 2024.

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Outra inovação apresentada é o fungicida Onsuva®, que combina fluindapir, uma carboxamida inédita, com o triazol difenoconazole. Este produto é indicado para o controle de manchas Ramulária (Ramulariopsis pseudoglycines), Ramulose (Colletotrichum gossypii) e Alternaria (Alternaria alternata). O Onsuva® oferece alta performance e seletividade, protegendo a produtividade e melhorando a qualidade da fibra ao minimizar perdas de área foliar e permitir um desenvolvimento pleno da planta.

“Essas soluções possuem ingredientes ativos exclusivos da FMC e refletem nosso compromisso com a pesquisa e desenvolvimento para um agronegócio mais produtivo e sustentável”, ressalta Lemos.

Durante o congresso, a FMC também apresentará a plataforma Arc™ farm intelligence. Esta ferramenta, com capacidade de prever a pressão de pragas com mais de 90% de precisão, permite uma aplicação mais eficaz para proteger os cultivos. Em parceria com a IBM, a plataforma oferece previsão climática regional e tecnologia patenteada para identificar pragas imediatamente, ajudando na tomada de decisões e facilitando o manejo regional.

“Reconhecemos a importância da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) para o avanço da cadeia produtiva no Brasil. Nossa participação no Congresso Brasileiro do Algodão reforça nosso compromisso em liderar debates e inovações para a cotonicultura, oferecendo o portfólio mais completo e eficiente do mercado”, afirma Lemos.

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A história da FMC está profundamente entrelaçada com a do algodão brasileiro. A Abrapa foi criada em 1998 durante o Clube da Fibra, um evento promovido pela FMC há 27 anos para unir os principais representantes do setor algodoeiro, soja e milho. A FMC também promove iniciativas como o programa Prima Classe, que oferece serviços personalizados aos clientes há 24 anos, e o Mulheres de Fibra, iniciado em 2004, que valoriza a contribuição feminina na cotonicultura.

Além disso, há 10 anos a FMC realiza o Tour Gigantes do Algodão, demonstrando novas tecnologias e propostas de manejo em diversas regiões produtoras. Em 2020, a série “Colhendo Histórias” foi produzida para documentar o legado dos pioneiros da cotonicultura nacional, disponível no canal da empresa no YouTube.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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