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FMC Apresenta Tecnologias e Produtos na Expocitros

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Entre os dias 4 e 7 de junho, a FMC, empresa especializada em ciências para agricultura, marca presença na Expocitros, a maior feira citrícola da América Latina. Como patrocinadora diamante do evento, a empresa trará programas de manejo com soluções inovadoras e destacará a ferramenta de monitoramento de pragas Arc™ farm intelligence, uma plataforma capaz de antever a pressão de insetos na lavoura, como o psilídeo.

Compromisso com o Citricultor

“A FMC está em constante busca para atender às demandas do citricultor. Através do desenvolvimento de produtos que auxiliam no manejo durante todo o ciclo da cultura e com tecnologias de agricultura de precisão, como a Arc™ farm intelligence, buscamos agilizar o processo de monitoramento, tomada de decisões e manejo integrado de pragas, visando evitar perdas de produtividade”, afirma Luís Grandeza, gerente de portfólio e culturas da FMC.

Destaques do Portfólio

Durante o evento, a FMC destacará o inseticida Premio® Star, que oferece proteção contra 50 pragas em mais de 50 culturas, sendo o único no mercado com controle simultâneo das principais pragas dos citros. Outro produto em destaque é o inseticida Benevia®, uma solução de alta performance para o controle de psilídeos, com ação sistêmica e residual prolongado.

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Tecnologia para o Manejo

Além dos produtos, a FMC apresentará a ferramenta Arc™ farm intelligence, capaz de prever a pressão de insetos na lavoura, como o psilídeo, para auxiliar no manejo assertivo e direcionado. Com uma eficácia superior a 80% na previsão da pressão de psilídeos em pomares de citros, essa plataforma proporciona uma gestão mais precisa e sustentável das pragas.

Facilidade e Eficiência

A plataforma móvel da FMC, em parceria com a IBM, oferece uma previsão do clima a nível regional e uma tecnologia patenteada para identificação imediata das pragas capturadas. Com histórico de pressão disponível aos produtores, essa ferramenta facilita a tomada de decisões e contribui para um manejo regional mais eficiente e um modelo preditivo futuro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Resistência parasitária na pecuária avança e acende alerta no controle sanitário dos rebanhos

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A resistência parasitária tem se consolidado como um dos principais desafios sanitários da pecuária bovina no Brasil, com impactos diretos na produtividade, no ganho de peso dos animais e nos custos de produção. O fenômeno ocorre quando parasitas deixam de responder a moléculas antes eficazes, em grande parte associado ao uso inadequado e repetitivo de antiparasitários ao longo do tempo.

Estimativas do setor indicam que os prejuízos causados por parasitas podem chegar a R$ 70 bilhões por ano, afetando toda a cadeia produtiva da pecuária.

Resistência já é realidade em vermes e carrapatos no Brasil

Estudos realizados no país apontam que a resistência parasitária já está amplamente disseminada nos rebanhos bovinos.

Entre os principais agentes envolvidos estão vermes gastrointestinais como Haemonchus, Cooperia, Trichostrongylus e Oesophagostomum, que já apresentam resistência a diferentes classes de vermífugos.

O problema também é observado no controle do carrapato bovino. No Rio Grande do Sul, análises indicam que 95% das amostras apresentaram resistência a pelo menos um carrapaticida, enquanto 45% demonstraram resistência a quatro ou mais produtos utilizados no manejo sanitário.

Impacto na pecuária brasileira preocupa setor exportador

O avanço da resistência ocorre em um momento em que o Brasil mantém posição de liderança global na exportação de carne bovina, com embarques que ultrapassaram 700 mil toneladas no primeiro trimestre do ano, representando crescimento próximo de 20% em relação ao mesmo período anterior.

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Especialistas alertam que a perda de eficiência no controle parasitário compromete diretamente o desempenho dos rebanhos, reduzindo ganhos de peso, eficiência alimentar e competitividade da cadeia produtiva.

Uso inadequado de antiparasitários é principal fator de resistência

Segundo o médico veterinário e gerente técnico de antiparasitários da Zoetis Brasil, Elio Moro, o avanço da resistência está ligado principalmente à pressão de seleção causada por práticas inadequadas no campo.

Entre os principais fatores estão aplicações frequentes sem critério técnico, dosagens incorretas, uso desnecessário em determinadas categorias animais e escolha inadequada de princípios ativos.

“O grande desafio hoje não é apenas tratar, mas preservar a eficácia das moléculas disponíveis, com uma abordagem mais estratégica e sustentável, baseada em prevenção, monitoramento e uso criterioso dos antiparasitários”, destaca o especialista.

Estratégias integradas ganham força no controle sanitário

Diante do avanço da resistência, especialistas reforçam a necessidade de estratégias mais amplas e integradas no controle parasitário, combinando diferentes mecanismos de ação e manejo sanitário.

Entre as soluções destacadas pelo setor está o uso de produtos com associações de princípios ativos, capazes de ampliar o espectro de ação e atuar inclusive sobre cepas resistentes.

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Nesse contexto, soluções como Valcor™ são citadas como alternativas de controle mais abrangente, contribuindo para a redução de perdas produtivas, melhoria do ganho de peso e fortalecimento da sanidade animal.

Manejo sustentável é decisivo para conter avanço da resistência

A recomendação técnica aponta que o controle da resistência parasitária depende de uma abordagem contínua, envolvendo diagnóstico da carga parasitária, rotação de princípios ativos e adoção de boas práticas de manejo de pastagens.

Esse conjunto de medidas é considerado essencial para reduzir a pressão seletiva sobre os parasitas e prolongar a eficácia dos tratamentos disponíveis.

Setor reforça foco em inovação e produtividade no campo

Com o avanço dos desafios sanitários, empresas do setor reforçam o investimento em inovação, suporte técnico e desenvolvimento de soluções voltadas à sustentabilidade produtiva.

A expectativa é de que a adoção de estratégias mais estruturadas contribua para melhorar a eficiência sanitária dos rebanhos e garantir maior rentabilidade à pecuária brasileira nos próximos ciclos produtivos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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