AGRONEGÓCIO

FMC anuncia linha de feromônios

Publicado em

Comprometida em apresentar soluções cada vez mais sustentáveis e inovadoras para o agronegócio, a FMC, empresa de ciências para agricultura, traz mais uma ferramenta para o manejo biológico de pragas: os feromônios. Nesta semana, a companhia realizou a submissão da tecnologia perante os órgãos regulatórios brasileiros e os novos produtos deverão ser lançados em 2025.

“Essa é uma nova geração de produtos e a primeira linha de feromônios da FMC será para o manejo da Spodoptera, principal praga em culturas de larga escala, como soja, milho e algodão. Os primeiros ensaios com a solução demonstraram resultados extremamente positivos de produtividade e controle. Dentre os benefícios dessa nova tecnologia estão a diminuição da população de insetos, o manejo de resistência, o aumento da qualidade da produção e a ausência de resíduos por ser um produto biológico, destaca Sérgio Catalano, gerente de inseticidas da FMC.

Sérgio explica que os feromônios são a forma química de comunicação entre os insetos, inclusive para o acasalamento. “Com os feromônios produzidos biologicamente e a pulverização no campo, o macho não encontra a fêmea para o acasalamento, isso diminui a geração de novas pragas, que atacam as plantações e provocam grandes prejuízos ao produtor”.

Leia Também:  Carne Angus realiza primeiro abate na Bahia e consolida presença em todas as regiões do Brasil

Sendo mais uma ferramenta para o Manejo Integrado de Pragas (MIP), a tecnologia dos feromônios é importante para aumentar a eficiência das práticas agrícolas no campo. “O uso de defensivos químico e biológico é imprescindível em qualquer cultura. Agora, os feromônios farão o manejo comportamental, ou seja, o produto atuará no comportamento dos insetos e no ciclo reprodutivo deles diminuindo a população na lavoura e, assim, otimizar outras formas de controle”, ressalta Fábio Silva, gerente de pesquisa da FMC para a América Latina.

Ele reforça que, no dia a dia, os resultados das aplicações dos feromônios auxiliam a operacionalização da propriedade rural. “Ao quebrar o ciclo da praga e diminuir o número de novas gerações, facilitamos o manejo. Além disso, o agricultor poderá utilizar esse produto no tanque de pulverização como qualquer outro defensivo agrícola e com a possibilidade de mistura”, afirma Fábio.

A tecnologia da linha de feromônios foi pesquisada por diferentes pesquisadores e pela equipe da FMC no Brasil e escolhida para entregar ao agricultor local um produto que combatesse a Spodoptera com as características nacionais dela e, também, de clima e de solo. “Selecionamos a melhor formulação para entregar ao produtor brasileiro uma solução sustentável, inovadora e, ao mesmo tempo, acessível economicamente”, indica o gerente.

Leia Também:  BNDES anuncia medidas que melhoram condições de apoio às cooperativas de crédito e ao setor agropecuário

Fonte: FMC

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

China reconhece Brasil como livre de febre aftosa e abre caminho para expansão das exportações de carne suína

Published

on

O agronegócio brasileiro conquistou uma importante vitória no mercado internacional. A China reconheceu oficialmente todo o território brasileiro como livre de febre aftosa, medida que deverá impulsionar as exportações de carne suína, ampliar oportunidades comerciais e fortalecer ainda mais as relações sanitárias entre os dois países.

O anúncio foi celebrado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que destacou o trabalho conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a ApexBrasil, os serviços estaduais de defesa agropecuária e o setor produtivo nacional.

A decisão representa um marco para a suinocultura brasileira e reforça o reconhecimento internacional da qualidade e da robustez do sistema de defesa sanitária do país.

Reconhecimento amplia oportunidades para a suinocultura brasileira

Segundo a ABPA, o novo status sanitário deverá gerar benefícios imediatos para estados que possuem frigoríficos habilitados a exportar para a China.

Até então, apenas Santa Catarina possuía o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação perante as autoridades chinesas, condição que permitia o embarque de produtos com maior valor agregado, como carnes com osso e miúdos externos.

Com a ampliação do reconhecimento para todo o território nacional, estados como Rio Grande do Sul e Mato Grosso passam a ter acesso às mesmas condições comerciais, ampliando a competitividade da carne suína brasileira no principal mercado consumidor do mundo.

Leia Também:  Fórum de Guiratinga está com problema na linha telefônica

Atualmente, Santa Catarina conta com sete plantas habilitadas para exportação ao mercado chinês, enquanto o Rio Grande do Sul possui oito unidades autorizadas e Mato Grosso uma planta exportadora apta a atender o país asiático.

Exportações podem crescer mais de 40 mil toneladas por ano

As projeções da ABPA indicam que o reconhecimento sanitário poderá gerar um incremento superior a 40 mil toneladas anuais nas exportações brasileiras de carne suína destinadas à China.

O aumento dos embarques deve contribuir para fortalecer a renda dos produtores, estimular investimentos na cadeia produtiva, gerar novos empregos e ampliar a entrada de divisas na economia brasileira.

Além do crescimento das exportações, a medida cria condições para futuras habilitações de frigoríficos em outras regiões do país, ampliando ainda mais o potencial de expansão do setor.

Confiança sanitária fortalece posição do Brasil no mercado global

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a decisão chinesa é resultado de décadas de trabalho voltado ao fortalecimento da sanidade animal brasileira e à construção de credibilidade internacional.

Segundo ele, o reconhecimento demonstra a confiança das autoridades chinesas na qualidade dos sistemas brasileiros de vigilância, controle sanitário e defesa agropecuária.

A medida também reforça o posicionamento do Brasil como fornecedor estratégico de proteína animal para mercados exigentes, em um momento em que a segurança alimentar e os padrões sanitários ganham importância crescente no comércio internacional.

Leia Também:  Vídeo: bode é flagrado entrando em trem da Linha 7-Rubi, em São Paulo
Brasil amplia protagonismo no comércio mundial de proteínas

O reconhecimento da China ocorre em um cenário de aumento da demanda global por alimentos seguros, rastreáveis e produzidos sob elevados padrões sanitários.

Nesse contexto, a certificação de todo o território nacional como livre de febre aftosa fortalece a competitividade da proteína animal brasileira e amplia as perspectivas de crescimento das exportações nos próximos anos.

Além de consolidar a liderança brasileira na produção de carnes, a decisão cria um ambiente mais favorável para o aprofundamento das relações comerciais entre Brasil e China, principal destino das exportações do agronegócio nacional.

Sanidade animal segue como diferencial estratégico

A conquista reforça a importância dos investimentos contínuos em defesa agropecuária, vigilância sanitária e rastreabilidade da produção.

Especialistas do setor avaliam que a manutenção de elevados padrões sanitários continuará sendo um dos principais diferenciais competitivos do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Com o novo reconhecimento, a suinocultura nacional ganha fôlego para ampliar sua presença no mercado chinês e consolidar o Brasil entre os maiores fornecedores globais de proteína animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA