AGRONEGÓCIO

Fider Pescados detecta aumento da demanda de farinha de tilápia para rações premium de pets

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“O Brasil é um dos países com maior população de cães e gatos. São cerca de 80 milhões de animais. Muitos são verdadeiros membros das famílias, o que ajuda a impulsionar o mercado de rações premium. Está aquecida a procura pelas indústrias por farinha de tilápia pois se trata de um ingrediente importante na composição nutricional”, destaca o médico-veterinário Juliano Kubitza, gerente da Fider Pescados, o maior complexo de produção e processamento de tilápia do Estado de São Paulo.

Localizada em Rifaina (SP), a Fider Pescados possui longo histórico de comercialização de filés do peixe e, tornou-se, também, referência em sustentabilidade ao investir R$ 15 milhões em uma moderna fábrica de farinhas e óleos de tilápia. Com isso, utiliza subprodutos para produção de óleo e farinha.

“A Fider produz cerca de 1.200 toneladas de farinha de tilápia por ano. Em nossa indústria, contamos com a infraestrutura necessária para oferecer insumos de alta qualidade e garantia, utilizados na formulação de rações premium. Além disso, os processos de controle são rigorosos e incluem completa higienização do maquinário utilizado e esgotamento de produtos ao fim do dia, para trabalhar somente com subprodutos frescos e cozimento lento, o que mantém as características nutricionais e preservam a alta digestibilidade”, explica Thiago Nascimento, gerente de unidade de negócios Pet/Acqua da MCassab, grupo ao qual pertence a Fider.

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A adoção de processos deve-se à elevada exigência do mercado. “A farinha pode ser consumida por diversas espécies animais, com exceção dos bovinos. Entretanto, precisa ser fabricada de maneira diferente para animais de produção ou domésticos. Além disso, os níveis de requisitos são distintos entre as rações premium e super premium, considerando padrões digestibilidade, valores nutricionais e até a sustentabilidade”, completa Thiago.

Todos os processos da Fider têm certificações internacionais de qualidade. Essas características possibilitam a comercialização de farinha de tilápia para todo o Brasil e também para o exterior. Atualmente, a empresa exporta cerca de 100 toneladas por mês para diversos países, como Estados Unidos, Taiwan, Venezuela, Sri Lanka e Indonésia.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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