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FertiSystem Destaca a Relevância do Uso de Peças Originais para Maximizar Resultados no Agro

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A FertiSystem, reconhecida por sua atuação em soluções tecnológicas para o plantio e dosadores de adubo, inicia sua participação nas feiras de 2025 com a presença no Show Rural Coopavel, evento que acontece entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Paraná. Tradicionalmente voltada para a inovação tecnológica e a sustentabilidade no setor agropecuário, a feira será o cenário para o lançamento de uma campanha da FertiSystem. A ação busca conscientizar os produtores rurais sobre a importância do uso de peças originais em máquinas e equipamentos, destacando os impactos positivos dessa escolha no desempenho das lavouras.

A campanha visa enfatizar que as peças originais são projetadas e fabricadas com rigorosos padrões de qualidade, sendo fundamentais para otimizar o uso de insumos e sementes. Esse investimento, segundo a empresa, proporciona uma plantação mais produtiva e rentável. Dauto Pivetta Carpes, engenheiro agrônomo e especialista de marketing de produto e mercado da FertiSystem, afirma que “componentes genuínos garantem precisão e uniformidade na distribuição, enquanto peças paralelas podem gerar falhas mecânicas, prejudicar o funcionamento dos equipamentos e reduzir sua vida útil, acarretando custos adicionais.”

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Show Rural Coopavel como Termômetro do Mercado

Além de ser um palco para o lançamento de inovações, o Show Rural Coopavel também serve como um importante termômetro das expectativas do mercado para o ano de 2025. “Após os desafios enfrentados em 2024, com enchentes no Rio Grande do Sul e secas em outras regiões, o evento representa uma oportunidade para produtores e empresas apresentarem soluções tecnológicas que visem melhorar a competitividade do setor”, destaca Carpes.

Outro ponto relevante do evento é a forte presença do segmento cooperativista, essencial para o fortalecimento do setor agropecuário, especialmente no Paraná. A colaboração entre produtores, por meio das cooperativas, possibilita maior poder de negociação, acesso a tecnologias avançadas e práticas mais eficientes. “Acreditamos que as cooperativas desempenham um papel crucial no crescimento do setor, oferecendo condições de trabalho e acesso a tecnologias que realmente fazem a diferença no campo”, ressalta Carpes.

Sobre o Evento

O Show Rural Coopavel, realizado anualmente desde 1989, é um dos maiores e mais importantes eventos do agronegócio brasileiro. Com foco em inovações tecnológicas e sustentabilidade, a feira oferece aos produtores rurais a chance de conhecer soluções inovadoras, trocar experiências com especialistas e aumentar a competitividade no mercado. Com mais de 600 expositores e 720 mil m² de área para demonstração, o evento se consolidou como uma vitrine para o futuro da agricultura.

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“Além de promover inovações, o evento também serve como um momento estratégico para discutir o futuro da produção rural. Neste ano, nossa campanha se alinha com as necessidades dos produtores em reduzir custos e aumentar a eficiência, fatores essenciais para a recuperação e crescimento do setor”, conclui Carpes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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