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Fertilizantes Organominerais Contribuem para o Aumento da Produção de Uvas no Rio Grande do Sul

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A safra de uvas 2025 no Rio Grande do Sul apresenta expectativas promissoras, com projeções de crescimento substancial. A previsão é de que a produção atinja cerca de 700 mil toneladas, o que representa um aumento de 45% em relação à safra anterior.

O Rio Grande do Sul, principal estado produtor de uvas e vinhos do Brasil, conta com aproximadamente 15 mil famílias de viticultores espalhadas por 48 mil hectares de vinhedos, que respondem por 90% da produção nacional da fruta.

Esse aumento na produtividade, mesmo diante da instabilidade climática dos últimos anos, é resultado da adoção de tecnologias avançadas e do manejo eficiente dos viticultores. Na Serra Gaúcha, principal região produtora de uva do país, o uso de fertilizantes organominerais tem desempenhado papel crucial na manutenção da qualidade dos frutos e no incremento da produtividade. Esses fertilizantes, que combinam matéria orgânica e nutrientes minerais, promovem uma liberação controlada de nutrientes ao longo de todo o ciclo da cultura, o que é particularmente benéfico para as parreiras, que exigem adubação contínua e equilibrada.

Na propriedade do produtor Paulo Benedetto, localizada em Farroupilha (RS), o uso de fertilizantes organominerais, como o MinerOxi+, desenvolvido pela Terraplant, tem gerado frutos de melhor qualidade e plantas mais resistentes. “Usamos os produtos da Terraplant há mais de três anos e, desde então, mantivemos um padrão constante de produção, tanto em quantidade quanto em qualidade. Nos anos de seca, a parreira se mantém resistente, pois a matéria orgânica atua no solo, e, nos períodos de chuva, aproveitamos a ação da parte mineral do fertilizante”, afirma o produtor.

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Benedetto destaca ainda a consistência na qualidade da colheita: “Nos últimos anos, conseguimos manter uma média boa de produtividade, com padrão de uvas. Mesmo em anos de produção reduzida, o resultado final tem sido positivo.”

O MinerOxi+ é composto por frações orgânicas e minerais essenciais, além de óxidos que potencializam os cultivos, como explica a engenheira agrônoma e assistente técnica comercial da Terraplant na Serra Gaúcha, Alana Cirino. “O MinerOxi+ tem sido um excelente aliado para a nossa produção aqui na Serra, pois proporciona uma liberação lenta de nutrientes no solo e ainda promove uma correção eficaz do pH, um manejo que pode ser desafiador na fruticultura”, detalha Cirino.

Além de sua fácil aplicação e rápida absorção pelas plantas, o fertilizante é seguro tanto para o meio ambiente quanto para o produtor, já que não emite resíduos. Para complementar o manejo na propriedade de Benedetto, foi utilizado também o MinerPlant, outro produto da linha Terraplant. “Aplicamos o MinerPlant, que tem uma formulação ideal para o final do ciclo. Isso resultou em frutas de maior qualidade, peso superior, melhor coloração e um teor de açúcar (grau Brix) mais elevado, o que pode valorizar ainda mais a produção na entrega”, acrescenta a agrônoma.

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O produtor Paulo Benedetto, que antes utilizava apenas fertilizantes químicos, celebra os resultados alcançados. “É gratificante ver o retorno do trabalho que realizamos com dedicação. Quando começamos a testar a nova linha de fertilizantes, fomos cautelosos, mas, ao ver os primeiros resultados, decidimos ampliar o uso para toda a área de parreiras. A confiança no produto e no atendimento da Terraplant foi fundamental para esse sucesso”, conclui Benedetto.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bolsas globais avançam, Ibovespa dispara mais de 2,5% e dólar recua com melhora do ambiente externo

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O mercado financeiro iniciou a semana em clima de forte otimismo. As principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta segunda-feira (29) em alta, impulsionadas principalmente pelos setores de saúde, consumo e tecnologia, enquanto o mercado brasileiro acompanhou o movimento positivo. O Ibovespa abriu com valorização superior a 2,5%, sustentado pelo desempenho das ações do setor financeiro e do varejo, ao mesmo tempo em que o dólar voltou a perder força frente ao real.

O cenário internacional também favoreceu os investidores, com uma rotação de recursos para segmentos considerados mais descontados, ampliando o movimento comprador para além das empresas ligadas à inteligência artificial.

Bolsas asiáticas encerram o dia em forte alta

Na Ásia, os investidores ampliaram as compras em ações dos setores de saúde, consumo básico e semicondutores, refletindo uma diversificação das apostas após meses de forte valorização das empresas ligadas diretamente à inteligência artificial.

Na China continental, o índice de Xangai (SSEC) encerrou o dia com avanço de 1,16%, enquanto o CSI 300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, subiu 1,21%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng registrou ganho de 1,57%, impulsionado principalmente por empresas de tecnologia, consumo e saúde.

O índice de saúde do CSI300 disparou 6,3%, registrando sua maior valorização desde outubro de 2024, enquanto o setor de consumo básico avançou 3,4%, melhor desempenho em cinco meses.

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Outro destaque foi o índice STAR 50, voltado para empresas de tecnologia, que saltou 4,6%, liderado pelas fabricantes de semicondutores. O movimento ganhou força após a fabricante chinesa de memórias CXMT anunciar um contrato de fornecimento superior a 20 bilhões de yuans com a Tencent Holdings, reforçando as perspectivas para toda a cadeia de chips no país.

Entre os demais mercados asiáticos, o desempenho foi misto:

  • Japão (Nikkei): +0,15%
  • Coreia do Sul (Kospi): -0,20%
  • Taiwan (Taiex): +0,96%
  • Singapura (Straits Times): +0,33%
  • Austrália (S&P/ASX 200): +0,68%
Mercado brasileiro acompanha o bom humor internacional

Na abertura do pregão desta segunda-feira, o Ibovespa registrava forte valorização de 2,51%, operando na faixa dos 173.569 pontos, refletindo a melhora do ambiente externo e a expectativa dos investidores em relação aos indicadores econômicos domésticos.

Ao mesmo tempo, o dólar comercial recuava 1,01%, sendo negociado próximo de R$ 5,10, movimento favorecido pela entrada de fluxo estrangeiro para mercados emergentes e pela redução da aversão ao risco global.

O mercado brasileiro também acompanha a divulgação do Boletim Focus, além das expectativas para os próximos indicadores de inflação e atividade econômica.

Setores financeiro e varejista lideram os ganhos na B3

Entre as ações de maior liquidez na abertura do pregão, o destaque ficou para os setores financeiro e de consumo.

As maiores movimentações foram:

  • Itaú Unibanco (ITUB4): +1,29%
  • B3 (B3SA3): +2,12%
  • Localiza (RENT3): +1,77%
  • Lojas Renner (LREN3): +3,10%
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Na outra ponta, empresas ligadas a commodities apresentavam desempenho mais moderado.

A Petrobras (PETR4) recuava 1,01%, refletindo a acomodação dos preços internacionais do petróleo, enquanto a Vale (VALE3) operava em leve baixa de 0,65%. Já a Suzano registrava queda mais acentuada, de 4,50%, acompanhando ajustes no mercado internacional de celulose.

Bolsas globais reforçam cenário positivo para ativos de risco

O desempenho positivo das bolsas asiáticas reforça um ambiente de maior apetite ao risco entre os investidores globais. A migração de recursos para setores de saúde, consumo e tecnologia amplia o movimento iniciado nas últimas semanas, reduzindo a concentração dos investimentos exclusivamente nas empresas ligadas à inteligência artificial.

No Brasil, esse cenário internacional mais favorável contribui para a valorização da Bolsa e para o fortalecimento do real frente ao dólar, especialmente com o avanço das ações do setor financeiro e do varejo, beneficiadas pela expectativa de um ambiente de juros mais favorável.

Os investidores seguem atentos aos próximos indicadores econômicos no Brasil e no exterior, que deverão definir o ritmo dos mercados ao longo da semana, em um ambiente ainda marcado pela expectativa sobre política monetária, crescimento global e comportamento das commodities.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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