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Fenicafé 2026 abre inscrições para maior feira de irrigação em cafeicultura do Brasil

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Inscrições abertas para a Fenicafé 2026

Os interessados em participar da Fenicafé 2026 já podem garantir presença por meio do site oficial do evento. A feira será realizada de 13 a 16 de abril, em Araguari (MG), e é considerada a maior do país voltada à irrigação na cafeicultura.

Programação técnica completa para produtores e especialistas

A Fenicafé reúne produtores, pesquisadores, especialistas e empresas do setor cafeeiro, oferecendo uma agenda completa com palestras técnicas, workshops, simpósios e exposição de tecnologias para modernização da produção de café.

Entre os destaques da programação estão:

  • Encontro Nacional de Irrigação da Cafeicultura do Cerrado;
  • Simpósio Brasileiro de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada.

Os eventos reúnem especialistas de referência nacional para discutir temas estratégicos, como técnicas de irrigação, produtividade, mercado e sustentabilidade.

Espaço para negócios e networking

Além do conteúdo técnico, a Fenicafé oferece oportunidades de networking e geração de negócios, conectando diferentes elos da cadeia produtiva do café. Produtores, empresas e pesquisadores têm a chance de estabelecer parcerias e conhecer soluções inovadoras para o setor.

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A organização recomenda que os interessados realizem a inscrição antecipadamente, garantindo acesso completo à programação e melhor aproveitamento das atividades durante os quatro dias de evento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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