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Feira Cultura, Sabor e Arte ocorre hoje na Secretária Municipal de Cultura

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A Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Cultura, promove nesta segunda-feira a II Edição da Feira Cultura, Sabor e Arte, um evento dedicado ao fomento da produção cultural e artística da Capital. A feira, em clima de Arraiá, será realizada nesta segunda-feira (30), das 9h às 17h, no saguão do antigo Clube Feminino, sede da Secretaria de Cultura, e reunirá artistas, artesãos, produtores gastronômicos e empreendedores culturais que dedicam suas vidas ao segmento. Trata-se de uma ferramenta fundamental de valorização da cadeia produtiva cultural. E, para quem gosta da comida regional, haverá opções para o almoço desta segunda-feira.

Com entrada gratuita, a feira busca valorizar o talento regional, estimular a economia criativa e promover um espaço de convivência e apreciação cultural. O público poderá conferir uma diversidade de produtos artesanais, apresentações musicais e delícias da culinária cuiabana, feitas por produtores e artistas locais.

Conforme o secretário municipal de Cultura, a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com o incentivo à cultura e à arte como instrumentos de transformação social e geração de renda. A primeira edição da feira, realizada na última sexta-feira do mês de maio, teve grande adesão e um resultado positivo tanto por parte do público quanto dos expositores, o que motivou a continuidade do projeto.

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“A Feira Cultura, Sabor e Arte é mais do que um evento. É um espaço de reconhecimento e fortalecimento dos nossos artistas e fazedores de cultura. É uma oportunidade de aproximar o público das expressões criativas da cidade e fomentar o desenvolvimento econômico por meio da arte, do artesanato e da gastronomia local”, afirmou o secretário.

A expectativa é de que o evento atraia visitantes de diferentes regiões da cidade, especialmente trabalhadores que atuam no centro, proporcionando uma verdadeira imersão nas cores, sabores e sons da cultura cuiabana.

Serviço: Cultura, Sabor e Arte
Local: Secretaria Municipal de Cultura de Cuiabá
Data: Hoje (30)
Horário: Das 9h às 17h
Entrada gratuita

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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