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Feijão em alta: Preços atraentes impulsionam negócios no setor

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A colheita de feijão está avançando consideravelmente na região Sul do Brasil. No Paraná, a semana passada trouxe algumas surpresas para os agricultores e comerciantes. A qualidade dos feijões colhidos variou, resultando em lotes com defeitos que acabaram sendo desqualificados e vendidos por preços abaixo de R$ 180/190, especialmente no caso do feijão-preto.

No entanto, a boa notícia é que os preços atrativos têm gerado uma movimentação mais intensa no mercado. A procura por feijão, tanto do tipo carioca quanto do tipo preto, tem sido forte entre os empacotadores. Assim que os preços se estabilizaram, o interesse dos compradores aumentou, e os telefones dos produtores começaram a tocar com mais frequência.

Para os fornecedores de feijão-carioca de alta qualidade, a situação ainda apresenta desafios. O abastecimento para as marcas que exigem feijão com nota 8,5 ou superior continua sendo um problema, indicando que o mercado ainda está passando por ajustes para atender à demanda por produtos premium. Contudo, com os preços em patamares atraentes, a expectativa é que os negócios continuem crescendo e que os produtores encontrem mais oportunidades para expandir suas vendas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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