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Produtividade da Cana-de-Açúcar Cai 2,5% Nesta Safra

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A safra de cana-de-açúcar 2024/25 no Centro-Sul do Brasil apresenta uma produtividade semelhante à da safra 2023/24, mas a falta de chuvas tem preocupado produtores em várias regiões. Dados divulgados hoje pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) no Boletim de Olho na Safra mostram que a produtividade dos canaviais colhidos em junho foi de 89,9 toneladas por hectare, 1,5% inferior à registrada no mesmo período da safra anterior, que foi de 91,2 t/ha.

No acumulado da safra, de abril a junho, a produtividade teve uma queda de aproximadamente 2,5%, passando de 92 t/ha em 2023/24 para 89,7 t/ha nesta safra. O CTC destaca que os canaviais de ciclo médio/tardio serão os mais impactados pelo déficit hídrico acumulado.

Apesar dessa queda na produtividade, a qualidade da matéria-prima (ATR) colhida em junho aumentou em praticamente todas as regiões, exceto em Assis e nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No acumulado dos três meses da safra, a qualidade da matéria-prima também melhorou, passando de 125,0 kg/tc em 2023/24 para 125,7 kg/tc nesta safra. Esse aumento na qualidade é esperado, pois o clima mais seco favorece o acúmulo de sacarose na cana-de-açúcar.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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