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Feijão-Carioca Mantém Cotação Acima de R$ 220, Enquanto Desafios no Feijão-Preto Aumentam

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O mercado de feijão-carioca continua a registrar preços superiores a R$ 220, com destaque para as regiões do Nordeste de Minas Gerais e arredores de Brasília. Nesta semana, feijões comerciais, que são menores ou propensos a escurecimento rápido, foram negociados a partir de R$ 190.

No Paraná, os produtores de feijão-preto enfrentam dificuldades crescentes para suprir a demanda por grãos de alta qualidade. Para contornar o problema, os cerealistas têm buscado negociar feijão de qualidade inferior através de cestas básicas ou com marcas que possuem requisitos menos rigorosos, devido à presença elevada de grãos brotados, despeliculados e impregnados.

Com a chegada da segunda quinzena de agosto, é possível observar que a colheita de feijão-carioca já ultrapassou 50% nas regiões entre o Noroeste de Minas e Goiás. A maior parte da produção já foi negociada, restando uma quantidade menor em estoque em comparação ao ano passado. Apesar do início da colheita na Bahia e seu desenvolvimento no Mato Grosso, os especialistas consideram que a probabilidade de os preços caírem abaixo do patamar atual é praticamente nula.

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A valorização do feijão-carioca pode seguir uma tendência ascendente; uma vez que o preço ultrapassar os R$ 220, poderá rapidamente alcançar o nível de R$ 250, onde a competição entre vendedores, incluindo tanto produtores quanto especuladores, será intensa. Produtores devem estar atentos, mantendo contato próximo com seus corretores, deixando amostras e discutindo suas intenções de venda.

Embora haja uma disponibilidade reduzida de feijão-carioca em comparação ao mesmo período do ano passado, ainda é prematuro prever com precisão quando os preços responderão mais significativamente à menor oferta. A tendência é que a disponibilidade diminua substancialmente a partir de outubro, seguindo o padrão de valorização observado nos últimos anos, com um aumento esperado a partir de novembro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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