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Fazendas de café são destaques do Turismo Rural Paulista

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Referência nacional em turismo, o estado de São Paulo reúne desde a simplicidade do passado até o conforto do mundo moderno. De antemão, os passeios pelas fazendas históricas são alternativas para visitação, seja no período de férias escolares ou em outros momentos. Hoje, são contabilizadas mais de mil propriedades rurais mapeadas. Nesse sentido, as fazendas de café são uma ótima opção de Turismo Rural Paulista.

Turismo Rural Paulista

Desde já, a hospedagem em um dos inúmeros hotéis-fazenda pode levar o turista a conhecer edificações do século 19. E isso com todo conforto do século 21.

Antes de mais nada, as propriedades rurais são oriundas, em sua maioria, do período áureo da cafeicultura paulista. Dessa forma, elas são responsáveis pela atração que exercem sobre turistas ávidos por conhecer este lado da vida mais simples e pacata de São Paulo.

Sobretudo, com direito a café colonial, cachaça e vinho artesanais, doces. E, ainda, com uma especial gastronomia onde o fogão a lenha faz toda a diferença.

Produção de café

Boa parte dos produtores de café do país se concentra em São Paulo e tira proveito das características favoráveis da região para o cultivo. Primeiramente, a cafeicultura também foi peça fundamental na construção da malha ferroviária paulista. Usada, portanto, para escoar o produto para o litoral. E alguns lugares ainda preservam essa importante história.

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Em suma, os espaços são boas opções de lazer para quem quer relaxar, se divertir. E, ao mesmo tempo, conhecer a trajetória paulista em várias regiões do interior paulista.

A seguir, confira opções de destinos em cenários das fazendas de café no estado de São Paulo.

  • Destino: Espírito Santo do Pinhal
    • Pousada Famiglia Barthô
    • Acima de tudo, a propriedade centenária de café tem também agora um vinhedo de uvas Syrah. A Fazenda Barthô é produtora de café e já foi cenário da novela “Terra Nostra”.
    • Endereço: ESP-020, s/n – Bartho, Espírito Santo do Pinhal/SP
    • Telefone: (19) 3651-3387
  • Destino: Araraquara
    • Hotel Fazenda Salto Grande
    • A Fazenda Salto Grande foi construída em 1850, com mais de 500 mil metros quadrados para o cultivo de café, arroz, laranja e criação de gado.
    • Em 1940, pois, a propriedade foi comprada pela família Lupo, reconhecida mundialmente pela fabricação de meias. Que, em 1992, decidiu transformá-la no Hotel Fazenda Salto Grande.
    • Inclusive, o nome do local é uma menção à cachoeira de 50 metros de queda d’água da fazenda, que hoje é uma referência de preservação histórica e do meio ambiente. Além disso, dentro do hotel tem um museu que contempla a história do café cultivado por tantos anos nesta fazenda.
    • Endereço: Rodovia Washington Luiz Km 273 Quitandinha, Araraquara/SP
    • Telefone: (16) 3301-2160
  • Destino: Bragança Paulista
    • Hotel Fazenda Dona Carolina
    • Construída em 1872, foi uma importante produtora de café e, dessa forma, pioneira do movimento abolicionista no Brasil. Neste hotel, é possível conhecer todo o processo realizado na fazenda desde sua fundação, em 1872, para a confecção do exclusivo café Dona Carolina.
    • Por fim, o tour traz todos os detalhes e cuidados com a qualidade da plantação até chegar à sua xícara.
    • Endereço: Estrada Municipal Manoel Stefani Km 39,5 da Rod. Alkindar Monteiro Junqueira – Rod. Itatiba – Bragança Paulista/SP
    • Telefone: (11) 4534-9863
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Fonte: Hub do Café

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota da China se aproxima do limite e pressiona preço do boi gordo no Brasil; mercado reage com recuo nas praças e ajustes no abate

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O mercado físico do boi gordo voltou a registrar pressão nas cotações da arroba ao longo da última semana no Brasil, mesmo com a oferta ainda ajustada e dificuldade na composição das escalas de abate pelos frigoríficos. O movimento é influenciado principalmente pela expectativa de esgotamento antecipado da cota de importação da China, principal destino da carne bovina brasileira.

Segundo analistas de mercado, o cenário adiciona incertezas ao fluxo de exportações no curto prazo e leva a indústria a revisar sua estratégia de abate e compra de gado no país.

Possível esgotamento da cota chinesa aumenta pressão sobre frigoríficos

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, os frigoríficos já operam testando preços mais baixos diante da aproximação do preenchimento da cota anual da China, estimada em 1,106 milhão de toneladas.

A expectativa é de que esse limite seja atingido entre junho e julho, o que pode gerar uma redução temporária da demanda chinesa pela carne bovina brasileira, afetando diretamente a formação de preços no mercado interno.

“Essa cota está para ser preenchida entre os meses de junho e julho, o que deve fazer com que o Brasil passe a contar com uma ausência parcial e temporária do principal mercado para a carne bovina brasileira”, explica Iglesias.

Com isso, a indústria tende a ajustar o ritmo de abates, reduzindo turnos e elevando a ociosidade das plantas frigoríficas, em um movimento de adequação à nova dinâmica de demanda.

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Arroba do boi recua nas principais praças brasileiras

Mesmo com oferta limitada de animais, as cotações da arroba do boi gordo apresentaram queda em importantes regiões produtoras do país. Confira os preços registrados no dia 18 de junho na modalidade a prazo:

  • São Paulo (Capital): R$ 350,00/@ (-1,41%)
  • Goiás (Goiânia): R$ 325,00/@ (-4,41%)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 325,00/@ (-1,52%)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 345,00/@ (-2,82%)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 350,00/@ (-2,78%)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 335,00/@ (-2,90%)

O movimento reflete a tentativa dos frigoríficos de recompor margens em um cenário de maior incerteza no fluxo exportador.

Atacado do boi tem estabilidade, mas demanda segue sob atenção

No mercado atacadista, os preços se mantiveram estáveis ao longo da semana. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 21,70/kg e o traseiro a R$ 27,00/kg, sem variações em relação ao período anterior.

Apesar da estabilidade, analistas apontam expectativa de recuperação pontual nos próximos dias, impulsionada por fatores sazonais de consumo. Ainda assim, a menor competitividade frente à carne de frango segue como limitador para altas mais consistentes.

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Exportações brasileiras seguem em forte crescimento em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações de carne bovina do Brasil seguem em ritmo forte em junho.

Até o momento (9 dias úteis), o país exportou:

  • US$ 850,786 milhões em receita
  • 129,685 mil toneladas embarcadas
  • Preço médio de US$ 6.560,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 44,0% na receita média diária
  • Crescimento de 19,6% no volume exportado
  • Aumento de 20,4% no preço médio

Os dados reforçam a força do Brasil no comércio global de proteína bovina, mesmo em um ambiente de maior volatilidade no mercado físico interno.

Mercado do boi entra em fase de ajuste com atenção ao cenário externo

O mercado brasileiro do boi gordo encerra a semana sob influência direta do cenário internacional, especialmente das relações comerciais com a China. A possível mudança temporária no fluxo de exportações, somada aos ajustes da indústria frigorífica, tende a manter a volatilidade nas cotações no curto prazo, enquanto o desempenho das exportações segue sendo fator de sustentação para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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