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Fazenda Jaburi Alcança Sucesso na Pecuária em Rondônia com Nutrição Personalizada

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O crescimento da pecuária brasileira em termos de produtividade, qualidade e respeito ambiental se deve ao uso de melhoramento genético, nutrição adequada, sanidade e manejo eficiente. “Os produtores sabem que é fundamental fornecer as condições ideais para que os bovinos possam expressar todo o seu potencial produtivo de maneira eficiente e sustentável”, destaca José Neto, Consultor Técnico Beef da Bigsal | Trouw Nutrition.

Segundo o especialista, cada projeto pecuário é único e demanda uma análise das características específicas do negócio para fornecer o melhor pacote tecnológico. “Em termos de nutrição, é essencial considerar se o foco é cria, recria, engorda, ciclo completo ou se o pecuarista explora a produção de genética para a venda de animais melhoradores”, explica José Neto.

Um exemplo notável de sucesso é a Fazenda Jaburi, localizada em Espigão do Oeste, Rondônia. Com um rebanho de 12 mil animais, dos quais 4 mil são registrados, a fazenda se dedica à seleção e ao melhoramento genético da raça Nelore, além da recria e engorda de gado de corte.

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A Fazenda Jaburi mantém uma parceria sólida com a Bigsal, que fornece tecnologia nutricional de ponta para maximizar a produtividade dos animais. Essa colaboração tem resultado em excelentes índices de produtividade. “Trabalhamos com a seleção de animais precoces, com alto desempenho em ganho de peso, fertilidade e boa habilidade materna. Nossos reprodutores e matrizes produzem animais precoces que encurtam o ciclo de produção e agregam genes que potencializam a lucratividade dos rebanhos que utilizam a nossa marca Jaburi. A Bigsal está presente tanto no gado comercial, fornecendo o núcleo Beef Conf para o confinamento, quanto no gado registrado, com Versat e Núcleo Proteinado”, afirma Guilherme Garcia, diretor comercial da Fazenda Jaburi.

A qualidade da genética da Fazenda Jaburi estará à disposição dos pecuaristas no dia 6 de julho, durante o 9° Leilão Virtual Genética, às 10 horas (horário de Brasília). Serão ofertados 250 touros e 150 matrizes Nelore, todos com registro definitivo. Os machos passarão por exame andrológico e avaliação pelo Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ) e Embrapa Geneplus.

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A Bigsal, marca de soluções nutricionais da Trouw Nutrition, é uma das líderes na região Norte e parte do Mato Grosso, com um portfólio amplo e completo para atender os mais diversos sistemas e fases de criação dos animais. “O primeiro passo é entender as necessidades e os objetivos a serem alcançados. A Bigsal | Trouw Nutrition possui soluções e uma equipe técnica preparada para auxiliar os criadores em seus sistemas de suplementação”, finaliza José Neto.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Receita das cooperativas do agro cresce R$ 49 bilhões

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As cooperativas agropecuárias brasileiras ampliaram a receita em aproximadamente R$ 49 bilhões em 2025, mas encerraram o ano com redução nas sobras destinadas aos associados. O resultado mostra que o crescimento das operações não foi suficiente para compensar o aumento dos custos financeiros, industriais e logísticos enfrentados pelo setor.

Os dados estão no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado na sexta-feira (31.07) pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

A movimentação financeira das cooperativas do agro passou de aproximadamente R$ 438,2 bilhões em 2024 para R$ 487,3 bilhões no ano passado, crescimento de 11,2%.

As sobras fizeram o caminho inverso. O valor caiu de cerca de R$ 30,2 bilhões para R$ 29,2 bilhões, redução de 3,3%. Na prática, o setor movimentou mais dinheiro, mas terminou o exercício com aproximadamente R$ 1 bilhão a menos em resultados.

No cooperativismo, as sobras correspondem ao valor que permanece depois do pagamento dos custos, despesas e obrigações. A assembleia dos associados decide quanto será distribuído aos cooperados e quanto ficará na organização para reforçar o capital, formar reservas ou financiar novos investimentos.

O valor recebido por cada associado costuma ser calculado de acordo com sua movimentação. Podem ser considerados o volume de produção entregue, as compras realizadas e a utilização dos serviços oferecidos pela cooperativa.

A queda das sobras ocorre em um momento de margens apertadas no campo. Juros elevados, custos de armazenagem e transporte, despesas industriais e preços menores para algumas commodities pressionaram os resultados das cooperativas e dos produtores.

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A relação entre as sobras e a movimentação financeira caiu de aproximadamente 6,9% em 2024 para 6% em 2025. O indicador não equivale à margem de lucro de uma empresa convencional, mas ajuda a mostrar que uma parcela maior da receita foi absorvida pelas despesas.

Mesmo com a redução no resultado, o agro manteve ampla liderança dentro do cooperativismo nacional. O segmento respondeu por 57,4% de toda a movimentação financeira das cooperativas brasileiras.

O País encerrou 2025 com 1.254 cooperativas agropecuárias e 1,13 milhão de produtores associados. Essas organizações mantiveram 277,2 mil empregos diretos, quase metade dos postos de trabalho gerados por todo o sistema cooperativista.

A importância para o produtor vai além da comercialização. As cooperativas participam de 53% da produção brasileira de grãos, possuem 25% da capacidade nacional de armazenagem e respondem por 22% da carteira de crédito rural, segundo o anuário.

Essa estrutura permite que produtores negociem insumos em maior escala, armazenem a colheita, industrializem matérias-primas e vendam a produção de forma conjunta. Em regiões com pouca concorrência ou infraestrutura insuficiente, a cooperativa pode ser o principal canal de acesso a crédito, assistência técnica e mercado.

O segmento mantinha 10,7 mil profissionais de assistência técnica e extensão rural em 2025. São agrônomos, veterinários, técnicos agrícolas e outros profissionais que atendem os associados no planejamento das lavouras, na sanidade dos rebanhos e na gestão das propriedades.

Os ativos das cooperativas agropecuárias chegaram a R$ 340,1 bilhões, alta de 10,6%. O valor inclui armazéns, indústrias, máquinas, estoques, créditos e outros bens e direitos controlados pelas organizações.

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O crescimento patrimonial pode ampliar a capacidade de receber, processar e comercializar a produção. Ao mesmo tempo, exige capital para manter as estruturas em funcionamento, especialmente em um período de juros elevados.

No mercado externo, 140 cooperativas venderam aproximadamente R$ 96 bilhões em produtos em 2025. O volume representou 10,3% das vendas internacionais do agronegócio brasileiro.

Café, carnes de aves e suínos, farelo e óleo de soja ficaram entre os principais produtos comercializados. China, Japão, Estados Unidos, Alemanha e Países Baixos foram os maiores destinos.

A participação internacional, porém, está concentrada. Apenas dez cooperativas responderam por 67% do valor vendido ao exterior. O dado mostra que a maior parte das organizações ainda enfrenta dificuldades para alcançar outros países, seja por falta de escala, estrutura logística, certificações ou regularidade na oferta.

Para o produtor, o desempenho de uma cooperativa não deve ser avaliado apenas pelo faturamento. Preço pago pela produção, custo dos insumos, qualidade da assistência técnica, capacidade de armazenagem, nível de endividamento e sobras devolvidas ao associado são indicadores mais próximos do resultado efetivo dentro da propriedade.

Considerando todos os ramos, o cooperativismo brasileiro movimentou R$ 848,4 bilhões em 2025. O sistema reuniu 4.400 cooperativas, 29 milhões de associados e 613,4 mil empregados. O agro permaneceu como o principal responsável pelas receitas e pelos empregos.

Fonte: Pensar Agro

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