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FAESC Destaca a Importância das Medidas de Biosseguridade para Combater a Doença de Newcastle

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) está intensificando o alerta aos produtores rurais e aos envolvidos nas cadeias produtivas de avicultura e suinocultura após a confirmação de um foco de Doença de Newcastle (DNC) em uma granja comercial de corte no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul. A entidade destaca a necessidade de redobrar os cuidados com as medidas de biosseguridade para prevenir a propagação da doença.

José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar e vice-presidente de finanças da CNA, enfatiza a importância da restrição de visitas por pessoas não vinculadas ao processo produtivo. Essas medidas seguem as diretrizes zoosanitárias do Ministério da Agricultura (MAPA) e da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), visando proteger a integridade dos plantéis. “Os rigorosos protocolos de biosseguridade foram fundamentais para o reconhecimento internacional dos produtos brasileiros da cadeia de proteína animal. Este reconhecimento é crucial para a economia nacional e a geração de oportunidades. Portanto, é essencial manter o alto padrão de excelência”, afirma Pedrozo.

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Plano de Ação para Contenção da Doença

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) iniciou um plano de ação para conter o foco de Doença de Newcastle. O plano, validado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 18 de julho, inclui a implementação de perímetros de vigilância com raios de três e dez quilômetros ao redor do foco. No perímetro de três quilômetros, que abrange 75 propriedades, serão instaladas barreiras de desinfecção e bloqueio, além de barreiras de desvio.

Diagnóstico e Medidas Imediatas

O diagnóstico positivo foi confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido internacionalmente pela OMSA. A investigação epidemiológica foi conduzida pela Seapi, que encaminhou amostras para análise laboratorial. A partir do primeiro atendimento pela Seapi, o estabelecimento avícola foi imediatamente interditado, e a movimentação das aves foi suspensa.

O MAPA esclarece que o consumo de produtos avícolas inspecionados pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) continua seguro.

Sobre a Doença de Newcastle (DNC)

A Doença de Newcastle é uma enfermidade viral que afeta aves domésticas e silvestres, manifestando-se por sinais respiratórios, neurológicos, diarreia e edema da cabeça, com alta mortalidade. Causada pelo paramixovírus aviário sorotipo 1 (APMV-1), a doença é de notificação obrigatória à OMSA e afeta principalmente aves de produção comercial.

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Para mais informações, consulte o MAPA e a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

Leia Também:  Rezende lembrou ainda que a FPA tem se dedicado a defender a integridade do processo legislativo, afirmando: “A atuação incansável da Frente Parlamentar da Agropecuária na defesa do Marco Temporal e na busca por equilíbrio entre os interesses envolvidos merece destaque. A recente ação da deputada Célia Xakriabá e do deputado Chico Alencar, juntamente com a resposta firme da deputada Silvia Waiãpi na Comissão de Povos Indígenas, evidencia a importância de garantir que as decisões sejam tomadas de acordo com os princípios e normas estabelecidos. A FPA desempenha um papel crucial ao assegurar que o processo legislativo seja conduzido de maneira ética e transparente, respeitando os interesses de todos os setores envolvidos.”

O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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