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Exposição “Unidos pela Arte” chega à segunda edição e reforça espaço para artistas e público em Cuiabá

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Está acontecendo no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha a exposição coletiva “Segunda Edição – Unidos Pela Arte”, aberta nesta sexta-feira (10), às 16h, reunindo artistas visuais de diferentes estilos e trajetórias em Cuiabá. A mostra segue aberta ao público até o dia 10 de maio de 2026.

Com curadoria de Ari Carvalho e Bia Pinheiro, a exposição apresenta obras de mais de 20 artistas da região, entre eles Valdemar Souza, Victor Hugo, Cleiton Matos, Arthur Henrique, Danilo Melo, Neusa Moura, Eurico, Camila Pereira, Dilson de Oliveira, Thelma Foster, Danusa Vet Art, Sandra Moussalem, Antônio Vieira, Nair, Zeca, Andrea Mendes, Deborah do Prado, Maria Eduarda Reis, Igor Kohl, José Lisbran, Marlene Martins, Margarete e Sarah, além dos próprios curadores.

Cada participante expõe duas obras, compondo um conjunto diversificado com temática livre. A proposta é oferecer ao público uma experiência que reúne diferentes linguagens e narrativas visuais, ampliando o acesso à produção artística contemporânea em Mato Grosso.

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A iniciativa dá continuidade à primeira edição da exposição, realizada entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, mantendo a proposta de valorizar tanto o trabalho coletivo quanto as identidades individuais dos artistas.

A mostra é realizada no espaço cultural administrado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, e integra as ações voltadas à promoção da arte e incentivo à produção cultural local.

A visitação é gratuita e aberta ao público, com classificação livre.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços de carnes e ovos recuam no atacado, enquanto leite mantém alta, aponta DATAGRO

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O mercado atacadista de proteínas animais apresentou comportamento misto na última semana, com queda nos preços da carne suína, carne de frango e ovos, enquanto o leite manteve trajetória de valorização. Os dados foram divulgados pela DATAGRO e refletem diferentes dinâmicas de oferta e demanda entre as principais cadeias pecuárias do país.

Enquanto proteínas como suínos, aves e ovos enfrentam pressão baixista, o segmento de lácteos segue sustentado por fatores que impulsionam os preços. Já a pecuária bovina apresentou sinais de recuperação na arroba do boi gordo, acompanhados por redução nas escalas de abate.

Carne suína lidera movimento de queda no mercado

Entre as proteínas analisadas pela DATAGRO, a carne suína registrou recuo nas cotações e foi negociada a R$ 8,55 por quilo.

O movimento também atingiu a carne de frango, cotada a R$ 7,23 por quilo, além dos ovos, cujo preço caiu para R$ 142,26 por 30 dúzias.

Segundo a consultoria, o desempenho reforça o cenário de pressão sobre as proteínas animais fora do segmento bovino, em um ambiente marcado por ajustes entre oferta e consumo.

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Leite UHT segue em alta e contraria tendência das proteínas

Na direção oposta, o mercado de lácteos manteve valorização durante a semana.

O leite UHT apresentou alta de 2,1% em relação ao período anterior, alcançando R$ 5,37 por litro.

De acordo com a DATAGRO, o desempenho positivo do leite contrasta com o comportamento das demais proteínas monitoradas, evidenciando fundamentos específicos que continuam sustentando os preços no setor de lácteos.

Arroba do boi gordo volta a subir em São Paulo

No mercado bovino, o comportamento foi diferente do observado para suínos, aves e ovos.

A arroba do boi gordo na praça paulista registrou valorização de 0,26%, encerrando o período cotada a R$ 327,59, após a queda observada na semana anterior.

O avanço das cotações ocorre em meio ao encurtamento das escalas de abate, indicador que acompanha a disponibilidade de animais prontos para o frigorífico e serve como importante termômetro das condições de oferta.

Escalas de abate diminuem e atacado bovino permanece estável

A DATAGRO informou que a programação média de abates no Brasil recuou para 8,61 dias corridos, sinalizando menor disponibilidade de animais terminados em diversas regiões produtoras.

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Apesar da recuperação da arroba, o mercado atacadista de carne bovina manteve estabilidade.

O preço da carcaça casada permaneceu em R$ 23,25 por quilo, indicando equilíbrio entre oferta e demanda no segmento industrial, mesmo diante das oscilações registradas nas negociações do boi gordo.

Mercado de proteínas segue dividido entre pressão e valorização

O comportamento dos diferentes segmentos reforça a heterogeneidade do mercado brasileiro de proteínas animais.

Enquanto suínos, frango e ovos enfrentam um ambiente de maior pressão sobre os preços, o leite continua sustentado por fatores próprios da cadeia produtiva, e a bovinocultura apresenta sinais de recuperação nas cotações da arroba.

A expectativa do setor é que os próximos movimentos do mercado dependam da evolução da demanda doméstica, do ritmo das exportações e da disponibilidade de animais para abate, fatores que continuarão influenciando a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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