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Exportações de carne suína registram queda em maio

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Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal nesta quinta-feira (06), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada até a quinta semana de maio apresentaram números abaixo das expectativas, com queda no faturamento em relação ao mesmo período do ano passado, bem como em comparação com o mês de abril deste ano.

A receita gerada pelas exportações de carne suína até o momento em maio, totalizando US$ 210.066.214, representa apenas 89,3% do montante alcançado durante todo o mês de maio de 2023, que atingiu US$ 235.224.989. Quanto ao volume embarcado, as 91.629,342 toneladas representam um leve aumento de 0,78% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 90.916,49 toneladas.

Comparando com abril, o faturamento de maio, de US$ 210.066.214, reflete uma queda de 5,6% em relação aos US$ 222.755.950 obtidos no mês anterior. Quanto ao volume embarcado até o final de maio, as 91.629,342 toneladas representam uma diminuição de 5,36% em comparação às 96.822,376 toneladas exportadas em março.

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A média diária de faturamento até o momento em maio foi de US$ 10.003.153, uma queda de 10,7% em relação ao mesmo período de 2023. Em comparação com a semana anterior, houve uma diminuição de 0,48%, com US$ 10.052.071 registrados na semana passada.

Quanto às toneladas por média diária, foram exportadas 4.363.302 toneladas, representando um aumento de 0,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No entanto, em relação à semana anterior, observa-se uma queda de 0,36%, em comparação às 4.379.462 toneladas exportadas na semana passada.

O preço médio pago por tonelada, de US$ 2.292,564, é 11,4% inferior ao registrado em maio do ano passado. Em relação à semana anterior, houve uma leve queda de 0,11%, comparado aos US$ 2.295,275 anteriores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de grãos deve crescer 11,9% na safra 2024/25 e atingir novo recorde no Brasil

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Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico

A produção brasileira de grãos na safra 2024/25 deve alcançar um novo recorde, com crescimento estimado em 11,9% em relação ao ciclo anterior. De acordo com dados da Conab, o volume total deve atingir patamar histórico, impulsionado principalmente pela recuperação da produtividade e pela expansão da área cultivada.

O resultado reflete condições climáticas mais favoráveis em comparação à safra passada, além de investimentos em tecnologia e manejo por parte dos produtores.

Expansão da área plantada contribui para aumento da produção

A área total destinada ao cultivo de grãos também apresenta crescimento, reforçando o potencial produtivo do país.

Esse avanço é puxado principalmente por culturas estratégicas, como:

  • Soja
  • Milho
  • Algodão

A ampliação da área, aliada a ganhos de produtividade, sustenta a expectativa de uma safra robusta e com forte impacto no abastecimento interno e nas exportações.

Soja lidera produção nacional e mantém protagonismo

A soja segue como principal cultura do país, com participação significativa no volume total produzido.

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A expectativa é de recuperação na produtividade, após desafios climáticos enfrentados no ciclo anterior. Esse desempenho reforça o papel do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais da commodity.

Milho apresenta recuperação e reforça oferta interna

A produção de milho também deve crescer na safra 2024/25, impulsionada pelo bom desenvolvimento da segunda safra (safrinha).

A combinação de clima mais favorável e maior área plantada contribui para elevar a oferta do cereal, que é fundamental tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Algodão e outras culturas também registram avanço

Além de soja e milho, outras culturas importantes, como o algodão, também apresentam perspectiva de crescimento.

O avanço dessas cadeias produtivas amplia a diversificação da produção agrícola brasileira e fortalece a posição do país no comércio internacional.

Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras

O clima tem sido um fator decisivo para o bom desempenho da safra atual. Em comparação ao ciclo anterior, marcado por irregularidades climáticas, a safra 2024/25 apresenta maior regularidade nas chuvas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas.

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Esse cenário contribui diretamente para o aumento da produtividade média das lavouras.

Impactos positivos para o mercado interno e exportações

O crescimento da produção deve gerar efeitos relevantes em toda a cadeia do agronegócio:

  • Maior disponibilidade de produtos no mercado interno
  • Potencial de redução de preços em alguns segmentos
  • Aumento das exportações
  • Fortalecimento da balança comercial

Com maior oferta, o Brasil tende a consolidar ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

Perspectivas: safra robusta reforça protagonismo do agronegócio

A expectativa de uma produção recorde reforça o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira.

Com ganhos de produtividade, expansão de área e clima favorável, o setor segue como um dos principais motores de crescimento do país, com impactos positivos sobre renda, emprego e comércio exterior.

A consolidação desses resultados ao longo da safra dependerá da manutenção das condições climáticas e do cenário de mercado nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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