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Exportações de carne suína já alcançam 42% da receita total de maio de 2024 em apenas seis dias úteis

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As exportações brasileiras de carne suína fresca, refrigerada ou congelada mantêm ritmo acelerado em maio de 2025. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados nesta segunda-feira (12), apenas nos seis primeiros dias úteis do mês, o país já arrecadou mais de 42% do total registrado em maio de 2024. Tanto o faturamento quanto o volume embarcado apresentaram crescimento expressivo na comparação anual e semanal, sinalizando um cenário favorável para o setor.

Receita acumulada já passa de US$ 88,5 milhões

Nos primeiros seis dias úteis de maio de 2025, a receita com as exportações de carne suína alcançou US$ 88.567.887, o que corresponde a 42,15% do total arrecadado durante todo o mês de maio do ano anterior, que foi de US$ 210.084.646.

Volume embarcado supera 34 mil toneladas

No mesmo período, o Brasil exportou 34.708,033 toneladas de carne suína, o equivalente a 37,87% do volume total exportado em maio de 2024, quando o país embarcou 91.629,342 toneladas.

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Faturamento diário tem alta de 47,6% em relação ao ano passado

A média diária de receita obtida com as exportações até a segunda semana de maio foi de US$ 14.761.314, valor 47,6% superior ao registrado no mesmo período de 2024. Em comparação com a média da semana anterior, que foi de US$ 13.831.506, houve crescimento de 6,72%.

Média diária de volume exportado também cresce

A média diária de embarques chegou a 5.784,672 toneladas, representando um aumento de 32,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já em relação à semana anterior, quando a média diária foi de 5.533,840 toneladas, o avanço foi de 4,53%.

Preço médio por tonelada registra alta anual e semanal

O valor médio pago por tonelada exportada atingiu US$ 2.551,797, o que representa um crescimento de 11,3% em relação a maio de 2024. Na comparação com a semana anterior, que registrava preço médio de US$ 2.499,440, o aumento foi de 2,09%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em maio e receita supera US$ 1,3 bilhão

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo de crescimento em maio de 2026, impulsionadas pela valorização da proteína animal no mercado externo e pelo avanço consistente dos embarques. Até a terceira semana do mês, o faturamento acumulado das vendas externas alcançou US$ 1,321 bilhão, superando todo o resultado obtido em maio de 2025, quando a receita somou US$ 1,134 bilhão.

O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no comércio global e mantém o setor pecuário atento aos impactos positivos da demanda internacional sobre o mercado interno.

Preço médio da carne bovina exportada registra forte valorização

O principal fator por trás do crescimento da receita foi a expressiva valorização do preço médio pago pela carne bovina brasileira no exterior.

Até a terceira semana de maio de 2026, a tonelada da proteína exportada foi negociada, em média, a US$ 6.492,4. No mesmo período do ano passado, o valor médio era de US$ 5.202,2 por tonelada.

A alta demonstra maior valorização da carne brasileira nos mercados compradores e amplia a rentabilidade das exportações realizadas pelos frigoríficos nacionais.

Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a receita média diária. Em maio deste ano, o faturamento diário das exportações chegou a US$ 88,072 milhões, avanço de 63,1% em relação aos US$ 54,005 milhões registrados em maio de 2025.

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Embarques de carne bovina mantêm ritmo acelerado

Além da valorização dos preços, o volume exportado também segue elevado em 2026.

Até a terceira semana de maio, o Brasil embarcou 203,480 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O volume já se aproxima do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, quando os embarques fecharam em 218,003 mil toneladas.

Na média diária, os embarques atingiram 13,565 mil toneladas em maio de 2026, acima das 10,381 mil toneladas por dia registradas no mesmo período de 2025.

O desempenho confirma a continuidade da demanda internacional aquecida pela proteína brasileira, mesmo diante de um cenário global ainda marcado por oscilações econômicas e custos elevados de produção em diferentes países.

Demanda externa fortalece pecuária brasileira

A valorização da carne bovina exportada impacta diretamente toda a cadeia pecuária nacional. Com maior rentabilidade nas vendas externas, os frigoríficos exportadores tendem a intensificar a demanda por animais prontos para abate no mercado interno.

O movimento é acompanhado de perto pelos pecuaristas, já que o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços do boi gordo e sobre a dinâmica de compra da indústria frigorífica.

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Além disso, o aumento do valor agregado da proteína brasileira reforça a posição do Brasil entre os principais fornecedores mundiais de carne bovina, sustentado pela escala de produção, competitividade e capacidade de atender grandes mercados consumidores.

Mercado acompanha fechamento das exportações de maio

O setor pecuário segue atento ao desempenho das exportações nas próximas semanas, já que o fechamento completo de maio poderá consolidar um dos melhores resultados recentes para a carne bovina brasileira.

A expectativa do mercado é de continuidade da demanda externa firme ao longo de 2026, especialmente diante da necessidade global de abastecimento regular de proteínas animais.

Com preços mais altos e embarques em ritmo forte, a carne bovina brasileira mantém protagonismo no comércio internacional e fortalece a geração de receita para a cadeia exportadora do agronegócio nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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