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Exportações de Carne de Frango Registram Crescimento em Julho de 2024

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De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (6) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, o desempenho das exportações de carne de frango e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, apresentou um aumento significativo em julho de 2024, superando tanto o mês de junho deste ano quanto julho do ano passado.

Até a quinta semana de julho (23 dias úteis), a receita das exportações de carne de frango alcançou US$ 825.569.597, representando um aumento de 5,00% em comparação aos US$ 785.981.825 registrados em julho de 2023. O volume embarcado também apresentou crescimento, totalizando 436.699,46 toneladas, o que equivale a um aumento de 8,06% sobre as 404.124,239 toneladas exportadas no mesmo mês do ano anterior.

Em relação a junho de 2024, o faturamento de julho foi 13,20% superior, com um incremento de US$ 825.569.597 comparado aos US$ 729.258.820 arrecadados em maio deste ano. O volume exportado também aumentou 6,89%, passando de 408.543,056 toneladas em maio para 436.699,46 toneladas até o final de julho.

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A receita média diária até o momento de julho foi de US$ 35.894.330, o que representa um aumento de 5,00% em relação ao mesmo período de julho de 2023. No entanto, houve uma queda de 4,90% em comparação com a semana anterior, quando a média diária foi de US$ 37.745.166.

O volume médio diário exportado foi de 18.986,933 toneladas, apresentando uma elevação de 8,1% em relação ao mês de julho de 2023. Contudo, houve uma retração de 4,54% em comparação com a semana anterior, quando o volume médio diário era de 19.891,482 toneladas.

O preço pago por tonelada de carne de frango foi de US$ 1.890,475, representando uma diminuição de 2,8% em relação ao valor praticado em julho do ano passado. Em relação à semana anterior, o preço apresentou uma leve retração de 0,37%, comparado ao valor de US$ 1.897,554 observado na semana anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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