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Exportações de carne de frango crescem em volume e receita em março de 2025

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As exportações brasileiras de carne de frango — incluindo aves e miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas — registraram aumento tanto em volume quanto em arrecadação no mês de março de 2025. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (4) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Governo Federal, com base nos dados referentes aos 19 dias úteis do mês.

A receita gerada com as exportações alcançou US$ 786,96 milhões, o que representa um crescimento de 14,42% em relação ao montante arrecadado no mesmo período de 2024, que foi de US$ 687,73 milhões. Em relação ao volume embarcado, foram exportadas 438.916,73 toneladas, quantidade 12,32% superior às 390.744,95 toneladas registradas em março do ano anterior.

Na comparação com o mês anterior, fevereiro de 2025, também houve avanço. A receita obtida em março foi 0,90% superior aos US$ 779,93 milhões registrados em fevereiro. Já o volume exportado apresentou leve alta de 0,49%, frente às 436.742,28 toneladas embarcadas no mês anterior.

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Médias diárias e preços por tonelada

A receita média diária das exportações em março foi de US$ 41,42 milhões, valor 14,4% maior do que o registrado em março de 2024. No entanto, em relação à semana anterior, houve queda de 6,54%, quando a média estava em US$ 44,32 milhões.

Quanto ao volume médio diário embarcado, o resultado foi de 23.100,88 toneladas, número 12,3% superior ao de março de 2024. Em comparação à semana anterior, observou-se uma redução de 7,25%, diante das 24.907,38 toneladas então registradas.

O preço médio pago por tonelada da carne de frango exportada foi de US$ 1.792,95, valor 1,9% acima do praticado em março do ano passado. Frente ao valor da semana anterior, houve leve alta de 0,76%, quando a tonelada era negociada a US$ 1.779,38.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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