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Exportações de Carne de Frango Apresentam Crescimento em Faturamento, mas Avanço Moderado em Volume

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De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (29) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, até a quarta semana de outubro (19 dias úteis), mostraram um leve aumento em volume em comparação ao total embarcado no mesmo mês de 2023, mas com um significativo crescimento no faturamento.

A receita obtida com as exportações de carne de frango até o momento é de US$ 729.607.108, representando um incremento de 10,25% em relação ao total arrecadado em todo o mês de outubro de 2023, que foi de US$ 661.721.170. No que diz respeito ao volume embarcado, foram registradas 380.960,969 toneladas, um aumento de 1,81% em relação às 374.171,033 toneladas exportadas em outubro do ano passado.

O faturamento médio diário até agora alcançou US$ 38.400.374, um aumento de 21,9% em comparação ao mesmo período de outubro de 2023. Entretanto, em relação à semana anterior, observou-se uma queda de 3,09% em comparação aos US$ 39.625.575 da semana passada.

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Quanto ao volume médio diário, foram exportadas 20.050,577 toneladas, o que representa um aumento de 12,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. No entanto, em comparação com a semana anterior, houve uma redução de 2,05% em relação às 20.472,128 toneladas exportadas na semana anterior.

Por fim, o preço pago por tonelada foi de US$ 1.915,175, um aumento de 8,5% em relação ao praticado em outubro do ano passado. Em relação ao valor da semana anterior, observou-se um recuo de 1,05%, considerando o preço de US$ 1.935,586 da semana passada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ácaros ameaçam produtividade da soja e do algodão no Brasil e exigem manejo eficiente no campo

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O avanço da produção brasileira de grãos reforça a necessidade de atenção dos produtores ao manejo fitossanitário nas lavouras de soja e algodão. Entre as ameaças que mais preocupam o setor estão os ácaros, organismos de difícil identificação no início da infestação e que podem provocar perdas significativas de produtividade quando não controlados adequadamente.

Segundo estimativas da Conab, o Brasil deve colher cerca de 354 milhões de toneladas de grãos em 2026, com destaque para a soja, cuja produção é estimada em 178 milhões de toneladas, além de aproximadamente 4 milhões de toneladas de pluma de algodão.

Diante da relevância econômica dessas culturas, especialistas alertam para os impactos causados pelos ácaros no desenvolvimento das plantas.

De acordo com Bruno Vilarino, gerente de Produto da ORÍGEO, os danos provocados pela praga afetam diretamente o desempenho fisiológico das lavouras.

“Os ácaros sugam as folhas, retirando nutrientes importantes e prejudicando o funcionamento da planta. Isso reduz a capacidade de fotossíntese, provoca perda de vigor e pode antecipar a queda das folhas. Na soja, o impacto aparece no menor desenvolvimento dos grãos. Já no algodão, os prejuízos afetam diretamente a qualidade da fibra”, explica.

Clima seco favorece avanço da infestação

Um dos maiores desafios para os produtores é a identificação precoce da infestação. Os primeiros sintomas geralmente surgem como pequenas manchas amareladas ou prateadas nas folhas, que evoluem para aspecto de queimadura em estágios mais avançados.

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Em situações severas, também podem surgir teias finas sobre as plantas, indicando alta população da praga.

Condições climáticas de tempo seco e temperaturas elevadas favorecem a rápida multiplicação dos ácaros nas lavouras, aumentando a necessidade de monitoramento constante e manejo preventivo.

Manejo eficiente é fundamental para reduzir perdas

Especialistas do setor reforçam que o controle eficiente exige o uso de soluções específicas e estratégias integradas de manejo, capazes de garantir maior estabilidade produtiva ao longo do ciclo da cultura.

Entre as alternativas disponíveis no mercado, o produto Fastmite 600 WG, da UPL Brasil, comercializado pela ORÍGEO, é indicado para o manejo de ácaros em soja e algodão.

Segundo a empresa, a solução possui tecnologia desenvolvida para proporcionar efeito rápido no controle da praga e melhor distribuição do produto na planta, contribuindo para maior eficiência operacional no campo.

Bruno Vilarino destaca que o uso de tecnologias modernas no manejo fitossanitário se tornou estratégico para preservar produtividade e qualidade nas lavouras brasileiras.

“Com formulação moderna e foco em performance agronômica, o produto entrega eficiência, estabilidade e facilidade de uso em propriedades que priorizam um manejo preciso e confiável”, afirma.

Monitoramento constante ganha importância nas lavouras

Com o crescimento da produção agrícola brasileira e o aumento da pressão de pragas em regiões produtoras, o monitoramento constante das lavouras se consolida como ferramenta essencial para evitar perdas econômicas e garantir maior sustentabilidade produtiva.

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A adoção de manejo integrado, aliada ao acompanhamento técnico e ao uso correto de tecnologias de controle, tende a ser decisiva para manter o potencial produtivo da soja e do algodão nas próximas safras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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