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Exportações de arroz crescem e importações recuam no 1º semestre de 2025

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As exportações brasileiras de arroz cresceram no primeiro semestre de 2025, enquanto as importações recuaram em comparação ao mesmo período de 2024. Apesar disso, o volume importado ainda foi superior ao exportado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) analisados pelo Cepea.

Exportações em alta

De janeiro a junho, o Brasil exportou 613,17 mil toneladas de arroz em equivalente casca, volume 10,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Importações em queda

No mesmo intervalo, as importações somaram 694,5 mil toneladas, queda de 12,8% na comparação anual. Mesmo com a retração, o país ainda comprou mais arroz do que vendeu ao exterior no acumulado do semestre.

Mercado interno com baixa liquidez

No início de julho, o mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul — principal estado produtor — segue com pouca liquidez. De acordo com levantamento do Cepea, os agentes do setor continuam aguardando condições mais favoráveis para comercializar o produto.

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Preços variam conforme a oferta regional

Os preços do arroz oscilaram entre as microrregiões analisadas pelo Cepea. Nas localidades com maior oferta, houve queda nas cotações. Já nas regiões com oferta limitada, os preços subiram, impulsionados pela necessidade de reposição de estoques.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Secretário apresenta à Câmara empréstimo com juros até 88% menores que propostas anteriores

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O secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, apresentou nesta quarta-feira (15) à Câmara Municipal de Cuiabá os detalhes do empréstimo proposto pela Prefeitura, destacando a economia estimada de R$ 48,78 milhões em comparação a operações anteriores como principal vantagem da nova modelagem financeira.

Enquanto em 2019 o custo total projetado chegava a R$ 252 milhões, a nova modelagem reduz esse valor para aproximadamente R$ 203 milhões, mesmo com montante financiado semelhante. Esse ganho financeiro é o principal argumento levado ao Legislativo.

A apresentação ocorreu no gabinete da presidência da Câmara, sob condução da presidente Paula Calil, reunindo diversos vereadores. Na ocasião, o secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, detalhou os números e as condições da operação, destacando o caráter competitivo do processo que definiu o Banco Santander como vencedor.

O financiamento proposto é de R$ 111,6 milhões, com prazo de 10 anos e 12 meses de carência, a uma taxa de CDI + 0,86% ao ano, considerada a menor já registrada no país para operações desse tipo em 2026. Segundo a equipe econômica, essa condição só foi possível graças à adesão de Cuiabá ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), que garantiu o aval da União. Com essa garantia federal, o risco para os bancos diminui, permitindo juros significativamente mais baixos.

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Durante a explanação, Bussiki também apresentou comparativos com tentativas anteriores. Em 2024, por exemplo, uma operação chegou a ser aprovada e depois revogada com taxa de CDI + 7% ao ano, ou seja cerca de 88% maior que a atual gestão. Já em 2019, o município contratou crédito com CDI + 5,40%. A diferença evidencia, segundo ele, um “salto de qualidade fiscal” da atual gestão.

Outro ponto ressaltado foi a transparência do processo. Cinco instituições financeiras foram consultadas e participaram de três rodadas de negociação. O Santander manteve a melhor proposta em todas as etapas, superando concorrentes como Caixa e Banco do Brasil.

A gestão municipal defende que o empréstimo é resultado direto do ajuste das contas públicas e não um risco fiscal. Pelo contrário, argumenta que o equilíbrio alcançado permitiu acessar condições mais vantajosas no mercado.

Os recursos, conforme apresentado, serão destinados principalmente a obras de infraestrutura, com destaque para o asfaltamento de 19 bairros de Cuiabá, além de investimentos em saúde e educação. A proposta segue agora em análise na Câmara, onde deve ser debatida antes de eventual aprovação.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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