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Exportações de açúcar somam 1,53 milhão de toneladas em setembro, aponta Secex

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As exportações brasileiras de açúcar e outros melaços totalizaram 1,53 milhão de toneladas nos dez primeiros dias úteis de setembro, segundo dados parciais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A receita acumulada chegou a US$ 615,86 milhões, com preço médio de US$ 402,10 por tonelada.

Em termos diários, a média registrada foi de 153,1 mil toneladas exportadas, resultando em US$ 61,58 milhões em receitas.

Queda em relação ao mesmo período de 2024

Na comparação com setembro de 2024, os números indicam retração significativa. O valor médio diário das exportações caiu 27,5%, frente aos US$ 84,93 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior.

O volume também apresentou queda, de 17,1%, em relação às 184,7 mil toneladas exportadas diariamente em setembro de 2024.

Preço médio do açúcar em baixa

Além da redução em receita e volume, o preço médio do açúcar exportado também recuou. Em setembro de 2025, a tonelada foi negociada a US$ 402,10, queda de 12,5% em comparação com os US$ 459,70 por tonelada registrados em setembro de 2024.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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