AGRONEGÓCIO

Exportação de Frutas para a Europa registra crescimento no primeiro trimestre de 2025

Publicado em

No primeiro trimestre de 2025, a empresa registrou um aumento significativo nas exportações de frutas brasileiras, lideradas por mamão papaia e manga, consolidando o Brasil como um fornecedor de destaque para os mercados europeus.

Aumento nas exportações de frutas brasileiras

O crescimento de 14% nas exportações de frutas brasileiras para a Europa foi um dos principais destaques da Azul Cargo no início de 2025. A unidade de logística da companhia aérea, que opera com voos entre o Brasil e diversas cidades europeias, registrou um volume de 1.285 toneladas de frutas transportadas de Viracopos (SP) para Lisboa, um aumento em relação às 1.130 toneladas exportadas no mesmo período de 2024.

Rota entre Viracopos e Lisboa impulsiona o setor

A exportação de frutas para a Europa, que representa 99% das cargas aéreas destinadas à Lisboa, foi particularmente impactada pela ampliação da malha aérea da Azul Cargo. O crescimento na capacidade de transporte e a captação de novos clientes foram os principais fatores que explicaram a expansão no volume de cargas.

Leia Também:  Bahia apresenta bom desempenho na safra de feijão com controle eficaz de pragas
Exportação para Paris e outros destinos europeus

Além de Lisboa, a Azul Cargo também intensificou suas operações no transporte de frutas para o Aeroporto de Paris. Entre janeiro e março de 2024, o volume de frutas exportado de Campinas para Paris cresceu 3,14%, subindo de 350 toneladas para 361 toneladas. A carga incluía abacate, figo, limão e goiaba, distribuída para Paris e outros destinos, como Bruxelas, Amsterdã e Frankfurt.

Expansão para novos mercados

Com a implementação de novas rotas para Madri e Porto, a partir de junho de 2025, a Azul Cargo visa ampliar ainda mais sua presença no mercado europeu. As novas operações, que partirão de Viracopos e Recife, são vistas como uma estratégia para fortalecer a logística de frutas perecíveis, conectando ainda mais o agronegócio brasileiro aos consumidores globais.

Expectativas de crescimento contínuo

Em 2024, a Azul Cargo exportou um total de 7.865 toneladas de frutas para a Europa. A companhia espera que as novas rotas e a ampliação das operações continuem a reforçar sua posição no mercado europeu, contribuindo para o fortalecimento do agronegócio brasileiro no comércio internacional.

Leia Também:  LongPing High-Tech amplia ações sustentáveis em suas operações no Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Produtividade da soja cai 14,8% no Rio Grande do Sul após irregularidade das chuvas na safra 2025/26

Published

on

A colheita da soja da safra 2025/26 foi concluída no Rio Grande do Sul, encerrando um ciclo marcado pela forte irregularidade das chuvas e por perdas significativas de produtividade. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, restam apenas áreas pontuais de soja de segunda safra, sem representatividade estatística para o resultado estadual.

Os dados consolidados mostram que o desempenho das lavouras ficou abaixo das expectativas iniciais, refletindo os impactos do déficit hídrico registrado em diferentes momentos do ciclo produtivo.

Produtividade estadual fica quase 15% abaixo da estimativa inicial

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a produtividade média da soja no Rio Grande do Sul foi revisada para 2.707 quilos por hectare, resultado 14,8% inferior à projeção inicial de 3.180 quilos por hectare, divulgada antes do início do plantio.

A área cultivada com a oleaginosa no Estado foi estimada em 6.697.172 hectares, consolidando o Rio Grande do Sul entre os principais produtores nacionais de soja.

Segundo o levantamento, a redução da produtividade está diretamente relacionada à distribuição irregular das chuvas durante o desenvolvimento da cultura. Enquanto algumas regiões receberam precipitações suficientes para manter o potencial produtivo, outras enfrentaram longos períodos de estiagem justamente nas fases mais sensíveis da lavoura, comprometendo o enchimento de grãos e o rendimento final.

Leia Também:  LongPing High-Tech amplia ações sustentáveis em suas operações no Brasil
Chuvas irregulares provocaram grandes diferenças entre regiões

A Emater destaca que a variabilidade climática resultou em diferenças expressivas de produtividade entre regiões, municípios e até mesmo entre propriedades vizinhas.

Esse comportamento evidencia como a distribuição das chuvas, mais do que o volume total precipitado, foi determinante para o desempenho das lavouras na safra.

Região de Ijuí registra contrastes no rendimento das lavouras

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a colheita também foi totalmente finalizada, confirmando a forte disparidade entre os municípios.

Os menores rendimentos foram registrados em áreas de Augusto Pestana, Coronel Barros e Jóia, onde a escassez de chuvas durante os períodos críticos do desenvolvimento da soja limitou significativamente o potencial produtivo.

Em contrapartida, o município de Santa Bárbara do Sul apresentou um dos melhores desempenhos da região, alcançando produtividade média superior a 3.600 quilos por hectare, favorecido por condições climáticas mais adequadas ao longo do ciclo.

Clima reforça desafios para a produção gaúcha

O encerramento da colheita confirma mais uma safra em que o comportamento climático foi determinante para os resultados da soja no Rio Grande do Sul.

Leia Também:  Produção de etanol nos EUA recua e estoques registram alta na semana encerrada em 19 de setembro

As diferenças observadas entre as regiões reforçam a vulnerabilidade da produção agrícola aos eventos climáticos extremos e evidenciam a importância de estratégias de manejo, planejamento e tecnologias capazes de reduzir os impactos da variabilidade das chuvas sobre a produtividade das lavouras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA