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ExpoLeite promove workshop sobre avaliação linear de zebuínos leiteiros

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A 2ª ExpoLeite, feira totalmente dedicada à pecuária leiteira, organizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) em Uberaba (MG), será um importante espaço para discussões sobre seleção e aprimoramento genético de rebanhos leiteiros. Entre os eventos destacados, ocorrerá um workshop sobre avaliação linear, que reunirá renomados especialistas do setor para debater o modelo utilizado no Brasil. O objetivo é otimizar as características mensuradas por técnicos e controladores de leite nas fazendas.

A avaliação linear considera diversas características morfológicas dos animais, como úbere, garupa, tamanho torácico e corporal, pernas, cascos e umbigo, entre outras. Carlos Henrique Cavallari Machado, Superintendente Técnico Adjunto do Leite e Projetos Técnicos da ABCZ, ressalta a importância da conformação adequada dos animais para garantir sua eficiência produtiva: “Para todas as raças, existe uma complementação às avaliações genéticas. No caso do leite, é fundamental que a vaca tenha uma alta produção, mas para isso, sua conformação em relação a aprumos, estrutura corporal e profundidade de costelas deve ser compatível com a produção.”

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O workshop está agendado para o dia 22 de outubro, a partir das 14h, e será restrito a convidados. Os resultados do encontro serão divulgados posteriormente. “Convidamos alguns dos principais pesquisadores do país para colaborarmos na formulação desse modelo de avaliação linear do zebu leiteiro. Quais características realmente valem a pena ser coletadas no animal zebuíno? É necessário avaliar tantas características como se preconiza atualmente? Ou será que, coletando menos características e fazendo correlações, poderemos ser mais eficientes? Tudo isso será discutido, com a intenção de estabelecer um modelo nacional de avaliação linear para a vaca zebuína leiteira”, complementa Carlos Henrique.

A 2ª ExpoLeite é promovida pela ABCZ, com o apoio do Sebrae, BB Seguros e CNA/FAEMG/SENAR. O evento conta com patrocínio da NEOGEN e Troncos Romancini, além da assessoria da DBarros Rural. A cerveja Itaipava e o café Dona Nenem são as bebidas oficiais da ExpoLeite.

Programação completa

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fiscalização de bebidas alcoólicas ganha reforço com capacitação do Mapa em São Paulo

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Servidores do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participaram, no dia 12 de maio, em São Paulo, de uma capacitação voltada à repressão do mercado ilegal de bebidas alcoólicas. O treinamento, promovido pela Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), reuniu cerca de 20 fiscais e técnicos da pasta com foco na identificação de indícios de falsificação e no fortalecimento das ações de fiscalização no setor.

A iniciativa buscou ampliar a eficiência das operações conduzidas pelo Mapa, especialmente no combate à comercialização irregular de bebidas alcoólicas no país. Entre os objetivos do treinamento estiveram o aumento da qualidade das denúncias encaminhadas às autoridades policiais e a qualificação das informações coletadas durante as ações de fiscalização.

A abertura da capacitação contou com a presença do superintendente de Agricultura e Pecuária em São Paulo, Estanislau Steck, além do superintendente substituto e chefe da Divisão de Defesa Agropecuária em São Paulo (DDA-SP), Fabio Paarmann.

Técnicas de identificação de bebidas falsificadas

Durante o treinamento, os participantes receberam orientações práticas sobre técnicas de identificação de possíveis irregularidades em bebidas, com atenção especial para destilados e vinhos. Foram abordados aspectos relacionados à análise de garrafas, rótulos, tampas, lacres e selos de autenticidade utilizados nos produtos comercializados.

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Os especialistas também discutiram estratégias utilizadas por organizações criminosas para inserção de bebidas ilegais no mercado, além de fraudes envolvendo produtos de alto valor agregado.

Crime organizado e rotas do mercado ilegal preocupam autoridades

Outro tema debatido durante a capacitação foi a atuação do crime organizado na cadeia ilegal de bebidas alcoólicas no Brasil. As discussões incluíram ainda questões relacionadas a leilões de produtos apreendidos, mecanismos de circulação de mercadorias irregulares e as principais rotas utilizadas para distribuição desses produtos no território nacional.

Segundo os organizadores, o alinhamento entre órgãos de fiscalização e entidades do setor é considerado fundamental para ampliar a segurança do consumidor, reduzir prejuízos econômicos e fortalecer o controle sobre a qualidade das bebidas comercializadas no país.

Combate à falsificação protege consumidor e setor produtivo

O avanço das ações de fiscalização é visto como estratégico para proteger a saúde pública e preservar a competitividade do setor formal de bebidas. Produtos falsificados ou adulterados representam riscos ao consumidor, além de gerar impactos negativos para empresas legalmente estabelecidas e para a arrecadação tributária.

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A expectativa é de que iniciativas de capacitação como essa contribuam para aumentar a efetividade das operações do Mapa e reforcem o enfrentamento ao mercado clandestino de bebidas alcoólicas no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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