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Estande de Várzea Grande conquista visitantes com sabores e identidade cultural na FIT Pantanal

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Refrigerantes, bebidas, caldo de peixe e salgadinhos produzidos em Várzea Grande estão sendo apresentados no estande do município na FIT Pantanal e vêm conquistando a aprovação dos visitantes.

Entre os produtos expostos estão os da Marajá Refrigerantes, Tropical, Mikitos e do Restaurante Mirante das Águas. Neste ano, o estande várzea-grandense conta com o apoio de 25 parceiros de diferentes segmentos. Os sorteios de brindes e prêmios também têm sido um dos destaques da programação.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, destaca que o objetivo é apresentar aos visitantes as riquezas e as oportunidades que o município oferece.

“A FIT é uma grande oportunidade para ampliar a visibilidade de Várzea Grande. O município possui riquezas e belezas que merecem ser conhecidas pelo Brasil e pelo mundo. Estamos felizes com o resultado, pois as pessoas podem conhecer um pouco mais da nossa cultura, culinária, arte, indústria e da hospitalidade do nosso povo”, afirma.

A moradora de Cuiabá, Victória Galvão, elogiou a decoração, a criatividade e os produtos apresentados.

“Está tudo muito bonito no estande de Várzea Grande. A decoração chama a atenção. Gostei muito do caldo de peixe, do refrigerante e das bebidas. Mesmo morando em Cuiabá, havia produtos que eu ainda não conhecia. É sensacional trazer tudo isso para a feira”, ressaltou.

O empresário Márcio Aguiar, do restaurante Toroari Cozinha Criativa, também destacou a representatividade do município no espaço.

“Só tenho elogios. O estande traduz muito bem a identidade de Várzea Grande, com a indústria representada pelas fábricas de bebidas, a cultura expressa na decoração, a culinária e outros elementos que valorizam a cidade. Parabéns à prefeita Flávia Moretti, que conseguiu representar, em um espaço compacto, a grandeza de Várzea Grande”, afirmou.

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Moradora de Várzea Grande, Gabriela Gonçalves disse ter se sentido orgulhosa ao visitar o estande.

“Fiquei feliz em ver o espaço do meu município tão bem apresentado. Achei tudo muito bonito, desde a decoração até a exposição dos produtos. Provei de tudo, e o que mais me impressionou foi a cachaça e o caldo de peixe. Várzea Grande está de parabéns”, declarou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Atividade na EMEB Líbia da Costa Rondon reuniu experiências e descobertas para aproximar as crianças da ciência

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Alunos da educação infantil ao 5º ano da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Líbia da Costa Rondon participaram de uma feira de ciências que estimulou a curiosidade, a investigação, a criatividade e o interesse pela disciplina desde os primeiros anos de escolarização. O evento foi realizado na sexta-feira (24).

Por meio de experiências, pesquisas, observações, descobertas e apresentações, as crianças tiveram a oportunidade de relacionar os conhecimentos e trabalhados em sala de aula com situações presentes no cotidiano.

Conforme a diretora da unidade escolar, Vânia Mendes, os alunos aprendem a levantar hipóteses, buscar informações, observar resultados, solucionar problemas e compartilhar aquilo que descobriram com os colegas, professores e familiares. “Eles foram estimulados a desenvolver o pensamento científico, a autonomia, a criatividade, a comunicação e o trabalho em equipe. O que possibilitou a construção de diversos trabalhos e que foram apresentados pelos alunos durante o evento”, comentou.

Vânia Mendes disse ainda que além dos conhecimentos científicos, a Feira de Ciências fortalece a integração entre escola, estudantes e famílias, valoriza o trabalho desenvolvido pelos professores e permite que toda a comunidade escolar reconheça o potencial e as conquistas dos alunos.

“Dessa forma, a Feira de Ciências da EMEB Profª. Líbia da Costa Rondon representa muito mais do que uma exposição de trabalhos, é um espaço de aprendizagem, descobertas, troca de conhecimentos e valorização do protagonismo infantil, mostrando que a ciência pode estar presente no cotidiano e que toda criança é capaz de perguntar, investigar, descobrir e aprender”.

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TEMÁTICA

A Feira de Ciências desenvolveu várias temáticas, dentre elas a cadeia alimentar, germinação, ciclo da água, os cinco sentidos, os animais, a combinação de cores, sistema solar, os tipos de solos, energia solar, elétrica e eólica.

Para a Educação Infantil, a feira possibilita o contato com a ciência de maneira lúdica e prazerosa, despertando a curiosidade natural das crianças. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, contribui para o aprofundamento da investigação, da leitura, da escrita, do raciocínio lógico e da capacidade de explicar fenômenos e situações do cotidiano.

Durante a feira, os estudantes tiveram a oportunidade de observar diferentes fenômenos relacionados às cores e participar das atividades propostas pelos professores. A iniciativa transformou o local em um espaço de experimentação, permitindo que os alunos aprendessem a partir da observação e da interação.

A proposta também envolveu as crianças no processo de aprendizagem, incentivando a participação e a troca de experiências entre os alunos. Para a escola, atividades como a feira de ciências contribuem para aproximar o conhecimento científico do cotidiano das crianças e mostram que aprender pode acontecer por meio da descoberta e da experimentação.

INTERAÇÃO

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo não só visitou, como fez questão de participar dos experimentos desenvolvidos pelos alunos. Ela percorreu os espaços, interagiu com os alunos e pode estar próxima da comunidade escolar, que atendeu ao convite e foram prestigiar os experimentos dos alunos.

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“Uma Feira de Ciências vai muito além da exposição de trabalhos. É um momento em que nossos estudantes têm a oportunidade de colocar em prática aquilo que aprendem, desenvolver a curiosidade, fazer perguntas e buscar respostas. É esse movimento que torna o aprendizado mais significativo”, destacou Maria Fernanda.

Para a secretária, iniciativas como essa também valorizam o protagonismo dos estudantes e aproximam a comunidade escolar do processo de aprendizagem.

“Quando a criança ou o jovem participa, pesquisa e depois apresenta o resultado do que descobriu, ele passa a se reconhecer como parte desse processo. É uma experiência que contribui não apenas para o conhecimento científico, mas também para a autonomia, a criatividade e a confiança”, acrescentou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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